Inscrições abertas para cursos de Pós-graduação em Fonoaudiologia

Pós-graduação em Fonoaudiologia

Até o dia 7 de dezembro de 2018, estão abertas as inscrições para 3 diferentes cursos de pós-graduação na área de Fonoaudiologia. Todas as especializações contam com docentes que possuem ampla experiência e com o trabalho de experientes coordenadores que asseguram a atualização constante dos cursos. Conheça um pouco mais sobre essas especializações.

Audiologia Clínica
O curso de pós-graduação em Audiologia Clínica busca o desenvolvimento profissional e o aprofundamento teórico-prático na área de avaliação audiológica, possibilitando atendimento supervisionado, vivência em equipe multiprofissional e vivência hospitalar. Inscreva-se pelo Portal FCMSCSP.

Audiologia Educacional
O curso de pós-graduação em Audiologia Educacional visa o desenvolvimento profissional e o aprofundamento teórico-prático na área de audição, tornando-os qualificados para procedimentos de maior complexidade, podendo acompanhar exames complementares e auxiliar na prática clínica. Inscreva-se pelo Portal FCMSCSP.

Fonoaudiologia em Voz
O curso de pós-graduação em Fonoaudiologia em Voz tem como objetivo oferecer aprofundamento teórico-prático para fonoaudiólogos em terapia fonoaudiológica na área de voz e na área de reabilitação de pacientes oncológicos de cabeça e pescoço, além de desenvolver pesquisa científica. Inscreva-se pelo Portal FCMSCSP.

Estes programas têm como principal diferencial sua carga horária extensa, além da possibilidade de acompanhamento de exames complementares e participação na prática clínica. Por estar inserida no Complexo Hospitalar da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, referência em saúde na área central do município, a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São possibilita que o aluno tenha vivência no diagnóstico e tratamento de casos de todas as regiões do Brasil, sendo muitas vezes casos raros e de difícil abordagem.

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Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez: 9,7 milhões de pessoas no País apresentam deficiência auditiva

O dia 10 de novembro — Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez — alerta a população sobre os cuidados com a saúde auditiva. Em pesquisa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2010, 5,1% dos entrevistados responderam possuir alguma deficiência auditiva, dado que representa 9,7 milhões de pessoas. Já a deficiência severa, quando há grande dificuldade ou incapacidade de ouvir, foi declarada por 2,1 milhões de indivíduos, dos quais cerca de 300 mil eram surdos.

De acordo com a Dra. Kátia de Almeida, vice-diretora do curso de graduação em Fonoaudiologia e coordenadora do Mestrado Profissional em Saúde na Comunicação Humana da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, a perda da audição tem aumentado principalmente pela superexposição a ruídos, sendo que, uma vez constatada, se torna irreversível. “Há uma grande preocupação em relação à perda de audição induzida, ou seja, causada por fatores externos. Isso acontece principalmente com jovens que utilizam aparelhos sonoros em volumes extremamente altos. Essa perda é permanente e não há como regredi-la”, afirma.

A especialista explica que a única maneira de prevenir a perda da audição é não se expor a ruídos e altas pressões sonoras, ficando o mínimo de tempo possível em lugares com muito barulho. “Para identificar uma situação de risco auditivo, basta a pessoa se atentar ao fato de que, se estiver em um ambiente com muito barulho, ela vai precisar gritar para ser ouvida. Após ficar em ambientes barulhentos, ela pode apresentar zumbido e sensação de ouvido tampado. Caso essa exposição seja reincidente, a perda pode ser permanente. A audição que teremos na terceira idade irá depender do quanto cuidamos dela na juventude”, conclui.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 30, em 13/11/2013. Assine nossa newsletter http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Caminhada do Silêncio: equipe de fonoaudiólogos em ação

Dra. Cilmara LevyNa manhã do próximo dia 15/9, domingo, acontecerá a 2ª Caminhada do Silêncio ao “Dia Nacional do Surdo”, no Parque Villa Lobos. A realização é do setor de Audiologia Educacional da Santa Casa de São Paulo, com a coordenação da Dra. Cilmara Levy, professora do curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Na ocasião, os participantes poderão testar o volume de seus fones de ouvido e obter informações sobre cuidados com a audição e como utilizar corretamente equipamentos de som.

De acordo com pesquisas e estudos científicos*, jovens norte-americanos, entre 12 e 19 anos, acompanhados por um período de 15 anos, tiveram um registro de aumento de 30% na perda auditiva. Aproximadamente 9,7 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência auditiva e pelo menos 28 milhões de pessoas, no país, têm algum tipo de acuidade auditiva. A partir de números como esses, aumentam as iniciativas de prevenção e orientação para todas as idades.

O evento terá o acompanhamento de uma equipe de fonoaudiólogos que distribuirão, durante a caminhada, cartões com curiosidades sobre a surdez e farão a medição em uma boneca eletrônica. Com um sistema implantado na parte interna do ouvido da boneca, será possível verificar se o volume do fone usado pelo participante do evento está acima do indicado.  A Dra. Cilmara Levy alerta ser necessário a adoção de diversos cuidados, como a escolha dos fones: “Os modelos de fones de ouvidos mais recomendados ainda são os abertos, que são aqueles maiores que cobrem toda a orelha. Eles possibilitam a exclusão dos barulhos externos e isso faz o indivíduo não aumentar tanto o volume”, explica.

Local da Caminhada do Silêncio: Parque Villa Lobos, Portão Principal, em frente ao anfiteatro.

(*) Journal of the American Medical Association, Censo IBGE 2010 e OMS 2011, respectivamente.

Diretora de Fonoaudiologia fala sobre fatores que interferem no processo da fala

Em entrevista à revista Viva Saúde, a diretora do curso de graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Dra. Ana Luiza Navas, falou sobre o processo de desenvolvimento da fala para crianças e os sintomas aos quais os pais devem se atentar, pois podem ser alertas para problemas como surdez, autismo, traumas psicológicos ou doenças de faringe e laringe.

Na matéria, ela diz que “é esperado que as crianças comecem a falar palavras isoladas entre um ano e um ano e meio de idade. Já as frases completas devem ser pronunciadas entre dois anos e meio e três anos”. Apesar disso, esse processo ocorre em um tempo diferente para cada criança, e não realizar essas atividades no prazo médio não é necessariamente sinal de uma doença.

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