Fonoaudiologia da FCMSCSP realiza evento em comemoração aos 15 anos do curso

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Prof.ª Dra. Ana Luiza Navas, diretora do curso de Graduação em Fonoaudiologia da FCMSCSP

Será realizado no dia 3 de julho, segunda-feira, o evento de comemoração do 15º aniversário do curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Desde 2002, quando iniciou sua primeira turma, o curso já formou 226 fonoaudiólogos, dos quais cerca de 90% se mantêm atuantes no mercado de trabalho, com boa inserção em diferentes áreas da especialidade.

Segundo a Dra. Ana Luiza Navas, diretora do curso, o objetivo do encontro é compartilhar a trajetória da Graduação em Fonoaudiologia da FCMSCSP com a comunidade de alunos, docentes e dirigentes da Instituição: “Queremos falar sobre nossas conquistas e desafios. Serão também apresentados dados de contribuições do curso nas áreas do Ensino, Pesquisa e Extensão, bem como um perfil de nossos alunos egressos”, conta.

O evento contará ainda com a participação de ex-alunos que irão comentar a importância de estudar na FCMSCSP, os diferenciais do programa e as perspectivas do mercado para os profissionais que têm uma formação de qualidade. “​A ideia da presença de ex-alunos, além de comemorarmos com quem fez parte dessa história, é apresentá-los como modelo para os atuais estudantes de Fonoaudiologia, inspirando-os a seguir os caminhos da educação continuada e ​ressaltar a valorização da formação inicial nesta Instituição”, finaliza a Dra. Ana Luiza Navas.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 113, em 20/6/2017. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.  

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Dislexia: esclareça dúvidas sobre o distúrbio

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Prof.ª Dra. Ana Luiza Navas, diretora do curso de Graduação em Fonoaudiologia da FCMSCSP

De acordo com estudos internacionais, a dislexia, distúrbio de herança genética que afeta o aprendizado da leitura e da escrita, afeta cerca de 4% da população mundial, estimada atualmente em 7,2 bilhões de pessoas. Em prol da Semana Internacional da Dislexia, que ocorreu entre 5 e 12 de outubro de 2016, a Dra. Ana Luiza Navas, diretora do curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, esclarece dúvidas sobre o distúrbio, que atinge crianças e adultos. Segundo a professora, em todas as fases da vida escolar e até profissional haverá necessidade de apoio especializado, adaptações educacionais, além do apoio de amigos e familiares.

Mesmo sem cura, as manifestações da dislexia podem ser minimizadas em qualquer idade e, diferentemente do que prega o senso comum, não ocorrem só na infância, mas também na vida adulta. É quando a pessoa deve encarar, além do distúrbio, o mercado de trabalho. “A dislexia é geralmente associada ao período da infância, quando começa o aprendizado da leitura e escrita. De fato, a alfabetização é um período de descobertas e é comum que, neste período, as crianças demonstrem os primeiros sintomas, principalmente a partir dos 8 anos de idade. No entanto, na vida adulta, o disléxico enfrenta desafios em dobro. Um deles é superar as dificuldades impostas pelo distúrbio e os diversos obstáculos que o mercado de trabalho impõe”, comenta a Dra. Ana Navas.

Para que o adulto disléxico consiga tirar o melhor proveito da vida profissional, o tratamento deve ter início na infância, na manifestação dos primeiros sintomas, e contar com o apoio da família, professores e profissionais capacitados, como o fonoaudiólogo. “Em casa, é um erro comum os pais acharem que as crianças estão com preguiça ou fazendo ‘corpo mole’ quando apresentam dificuldades para ler ou escrever, e as deixam de castigo. Caso o filho apresente os primeiros sintomas, é importante que um profissional especializado, como o fonoaudiólogo, neuropediatra ou o neuropsicólogo faça os primeiros testes para verificar se há dislexia”, complementa.

“Nas salas de aula, a sensibilidade dos professores é muito importante. A falta dela pode levar a diagnósticos precipitados e até ao afastamento social de quem sofre com o distúrbio. Em países mais desenvolvidos, como Inglaterra, Estados Unidos e Canadá, tanto no Ensino Médio como no Ensino Superior, há programas especiais para alunos disléxicos. Lá eles podem gravar as aulas e ouvir o conteúdo novamente em casa, ter horários flexíveis e adaptações na grade de estudos. No Brasil, ainda temos um longo caminho a trilhar neste sentido”, pontua a professora.

“Com o disléxico, é importante que educadores utilizem métodos de ensino que equilibrem a quantidade de informação transmitida por escrito, com a possibilidade de gravação das aulas, para que o aluno possa ouvir novamente em casa, e uma ajuda mais visual, como mapas e gráficos, de assimilação mais fácil. É bom evitar que o aluno leia textos em voz alta nas salas de aula. Eles devem contar ainda com um tempo adicional para a elaboração de respostas em provas escritas, por exemplo”, finaliza.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 99, em 18/10/2016. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

TDAH: compreenda como é feito o diagnóstico

Ana Luiza Navas

Ana Luiza Navas, coordenadora do curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é um distúrbio que se define por três características principais: desatenção, hiperatividade e impulsividade. Por ser mais evidente em crianças na idade escolar, educadores e pais precisam estar atentos aos sinais do transtorno. Em entrevista ao Boletim Conectar, a Dra. Ana Luiza Navas, diretora do curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e membro do Conselho Científico da Associação Brasileira de Déficit de Atenção, explica o que é o TDAH, como pode ser diagnosticado, além do importante papel do fonoaudiólogo aos escolares com o transtorno.

Conectar: Como podemos definir o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)?
Ana Luiza Navas: Trata-se de transtorno do neurodesenvolvimento de origem neurológica, uma alteração do funcionamento do cérebro, principalmente relacionado com o mecanismo de controle de atenção, o foco de atenção. E a hiperatividade, na maioria dos casos, é relacionada com esse transtorno.

Conectar: Como o TDAH pode ser diagnosticado?
Ana Luiza Navas: Uma das principais preocupações é não confundir o comportamento de uma criança que é apenas agitada, com o comportamento de uma criança hiperativa. Por isso, o diagnóstico deve ser feito por psiquiatras ou neuropediatras, com ajuda de psicólogos, que fazem avaliações e questionários para saber se essa criança realmente tem o nível de atenção e hiperatividade, que excede o que é encontrado em crianças normais. Esse é um comportamento que ocorre nas escolas, em casa, e em todos os ambientes que essa criança frequenta. Há crianças que somente são agitadas na escola, mas, quando chegam em casa, se mantêm tranquilas e atentas; isso não é característico do TDAH. Então, o ambiente as tornam mais agitadas. Já no déficit de atenção não, a criança tem esse comportamento em qualquer ambiente que ela frequenta.

Conectar: Podemos dizer que o TDAH é mais comum em crianças?
Ana Luiza Navas: Não, o que acontece é que a criança ainda está se desenvolvendo e os mecanismos de controle, tanto da atenção quanto do próprio comportamento, são mais evidentes na fase escolar. E esses mecanismos se tornam muito importantes na adolescência, principalmente quando a criança não tem acompanhamento. E quando se torna um adolescente, esse comportamento pode parecer exacerbado. Existem, entretanto, muitos adultos com déficit de atenção. Em razão da maturidade desse paciente, podemos dispor de estratégias de controle para lidar com a desatenção e lidar com a hiperatividade, que é a característica do transtorno. Porém, notamos que alguns adultos são absolutamente descontrolados porque não têm acompanhamento, nem médico e nem do comportamento, e que acabam sendo vítimas desse transtorno. Há estimativas de que acidentes de trânsito acontecem mais frequentemente com a população que tem déficit de atenção, somando-se a outros tipos mais comuns de acidentes, como por exemplo, aqueles causados pelo esquecimento do fogão com a chama acesa.

Conectar: Sabemos que pessoas com TDAH costumam ser agitadas, mas quais os sintomas para identificarmos isso?
Ana Luiza Navas: O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade tem três características principais. A primeira é a desatenção para as coisas mínimas, ou seja, uma dificuldade muito aparente de se manter o foco. A segunda é a hiperatividade, que corresponde a uma atividade comportamental bem maior do que simplesmente a pessoa ser agitada. Já a terceira característica é a impulsividade. Quem tem TDAH é agitado, desatento e impulsivo. E nós vemos isso em várias situações, principalmente na escola, onde esse comportamento é mais disruptivo. Existe uma série de características que são parte desse comportamento e que estão presentes em qualquer criança, claro. Mas, quando esse comportamento afeta o desempenho acadêmico, a vida escolar, o contato com outras crianças, ou na família, e por isso é preciso ser feito o acompanhamento especializado.

Conectar: Qual o tratamento mais indicado?
Ana Luiza Navas: Existem alguns medicamentos para crianças, jovens e adultos que são utilizados, justamente devido à existência de uma base neurológica. Esses medicamentos atuam nas funções e neurotransmissores que supostamente estão falhos e servem para controle da impulsividade, da hiperatividade e da desatenção. Além disso, é importante trabalhar para que a criança e o adolescente consigam controlar esses comportamentos. Algumas estratégias para melhorar esse controle são trabalhadas com o psicólogo, um profissional que analisa o caso de forma bem próxima, além da existência de linhas de terapia psicológica, cognitivo comportamental, que são recomendadas como tratamentos complementares ao remédio.

Conectar: Qual é o papel do fonoaudiólogo no tratamento do TDAH?
Ana Luiza Navas: Mesmo quando a criança faz uso de medicamento e do acompanhamento do psicólogo, ainda assim, existem muitos problemas na escola. Isso porque todo aprendizado depende da atenção e da memória, e a criança que tem déficit de atenção tem muita dificuldade no processo de alfabetização e no desenvolvimento dessas habilidades de leitura e escrita, de compreender um texto. Antes de compreender para ler, é necessário ter atenção, e quando não existe atenção, não existe compreensão. Isso se torna uma bola de neve que reflete no desenvolvimento acadêmico dessas crianças, adolescentes e no caso dos adultos, na universidade, o que, portanto, exige acompanhamento.

O fonoaudiólogo tem cada vez mais se envolvido nesse acompanhamento, que vai fortalecer as habilidades de linguagem, da comunicação oral. Já existem relatos de que a pessoa com déficit de atenção tem essa dificuldade por causa da impulsividade. Esse envolvimento do fonoaudiólogo é extremamente importante porque, sem isso, a pessoa com TDAH pode até tomar remédio, controlar o comportamento, mas ela não irá transferir isso para a situação de aprendizagem.

Conectar: Como seria a prática da atuação do fonoaudiólogo no tratamento de TDAH?
Ana Luiza Navas: O fonoaudiólogo trabalha, por exemplo, com o apoio para a compreensão e elaboração de texto, além de estratégias para usar melhor a atenção. Um relato muito comum de jovens universitários que tem déficit de atenção é de ler a questão de uma prova e responder algo completamente diferente. Isso porque ele leu, não prestou atenção, começou a responder e depois desviou a atenção para outro assunto e não respondeu o que estava sendo perguntado. É claro que não são todas as pessoas que têm esse comportamento de déficit de atenção, mas quem o tem, realmente apresenta mais dificuldade para elaborar um texto e se manter no foco da pergunta. O trabalho do fonoaudiólogo entra justamente nisso: desenvolver esses exercícios e contribuir com estratégias de como responder uma questão, usar a linguagem para melhorar e treinar um vocabulário específico.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 86, em 19/4/2016. Assine nossa newsletter: www.fcmsantacasasp.edu.br.

Fonoaudiologia: ​qual ​área a seguir dentro da ​ carreira?

Dra. Ana Luiza Navas, diretora do curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade Santa Casa de São Paulo

Dra. Ana Luiza Navas, diretora do curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade Santa Casa de São Paulo

Para esclarecer os pontos mais comuns sobre a carreira de Fonoaudiologia, confira esta entrevista com a Dra. Ana Luiza Navas, diretora do ​curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.​

Conectar: Quais são as áreas de especialização em Fonoaudiologia?
Dra. Ana Luiza: As áreas reconhecidas pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia são Voz, Linguagem, Audição, Saúde Coletiva, Motricidade Orofacial – tudo que tem a ver com a parte motora da fala; Disfagia, Fonoaudiologia Educacional, Fonoaudiologia do Trabalho, Gerontologia, Neuropsicologia e Fonoaudiologia Neurofuncional.

Conectar: Como ​podemos definir o mercado ​d​e trabalho para um ​fonoaudiólogo?
Dra. Ana Luiza: O mercado de trabalho da Fonoaudiologia é muito amplo, porque as áreas são muito diversas. Temos grande contingente trabalhando na área da saúde, no serviço público ou em clínicas particulares​,  mas existe o fonoaudiólogo que trabalha  ​no ambiente corporativo  ou  ​no setor educacional, dando consultoria tanto em escolas públicas ​quanto  nas p​articulares.

Conectar:
Quanto à área educacional, ​esse trabalho  ​seria aquele desenvolvido com crianças?
Dra. Ana Luiza: Existe sempre a imagem que o ​fonoaudiólogo só trabalha com crianças que possuem alguma dificuldade, porém ess​e profissional já vem trabalhan​do​, ​por exemplo, ​na área de Educação, na formação e capacitação de professores para o desenvolvimento de audição, linguagem e fala. ​Nesse caso, o  fonoaudiólogo atende professores prestando assessoria para o aprimoramento da comunicação expressão des​se​s​  profissiona​is, bem como pode fazer parte da equipe educacional visando a melhoria do processo de aprendizagem das crianças.

Conectar: E com as crianças, como é a atuação?
Dra. Ana Luiza: Os profissionais da ​Fonoaudiologia podem prestar orientações para o desenvolvimento de todos os alunos, e não somente ​àqueles que possuem alguma dificuldade. Eles atuam no ensino regular, com ​estudantes que não têm nenhuma dificuldade de alfabetização, para melhorar a habilidade de comunicação dessas crianças. Mas há também na Educação Especial, área inclusão, profissionais que auxiliam no processo de aprendizagem e comunicação de crianças com transtornos como a síndrome de Down, dislexia, déficit de atenção, ou com deficiências como a auditiva, prestando orientações e acompanhamentos específicos.

Conectar: Quais outros setores ​em que  o fonoaudiólogo pode atuar?
Dra. Ana Luiza: O ​fonoaudiólogo pode trabalhar com empresários, para melhorar a expressividade e comunicação oral; em veículos de comunicação com jornalistas, radialistas; e com outras várias instituições e pessoas que precisam fazer o aprimoramento da comunicação, não somente com cantor e ator, mas, por exemplo, com pessoas que precisam dar entrevistas frequentemente: técnicos de futebol, políticos e outros.

Conectar: Ao se formar,o fonoaudiólogo precisa de um registro para trabalhar?
Dra. Ana Luiza: Sim. Quando o aluno se forma, após a colação de grau, ele precisa solicitar um registro profissional no Conselho Regional de Fonoaudiologia de sua região; no caso de São Paulo, ​trata-se da 2ª Região.

Conectar: E quanto aos egressos que optem por seguir diretamente para o mercado de trabalho?
Dra. Ana Luiza: A grande maioria dos alunos que se formam tem plena condição de ingressar diretamente no mercado de trabalho sem precisar fazer especialização. E há empresas que ​já os ​contratam​ ao término do curso, pois ​reconhecem a ​formação​ de qualidade oferecida pela​ Faculdade ​Santa Casa​ de São Paulo. Há algumas áreas ​em ​que a especialização ou aprimoramento são necessárias e recomendadas, principalmente ​quando ​os egressos ​irão prestar concurso público que tem essa exigência em seu edital.

Conectar: Há um número grande de fonoaudiólogos que seguem para a área acadêmica?
Dra. Ana Luiza: ​Muitos d​os alunos ​da FCMSCSP ​têm procurado complementar sua formação em programas de pós-graduação, como mestrado e doutorado, tanto ​aqui ​quanto em outras instituições​. ​A Faculdade ​de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo ​oferece o Mestrado ​Profissional em Saúde da​ Comunicação Humana, dedicado principalmente ao ex-aluno que já teve uma experiência de mercado de trabalho e sentiu a necessidade de melhorar a sua prática profissional, fundamentar​-se​ melhor em termos científicos, desenvolver estratégias terapêuticas, manuais e guias de orientação.

Conectar: Para finalizar, como a FCMSCSP auxilia os alunos no término da Graduação?

Dra. Ana Luiza: A formação teórica e, principalmente, a prática deste ensino, bem como a carga horária e diversidade dos estágios supervisionados, que envolvem tanto a Clínica Escola de Fonoaudiologia, vários setores do hospital ​da ​ISCMSP, as Unidades Básicas de Saúde (UBS), Creches e Escolas faz com que os alunos saiam ​muito bem​ preparados. Além disso, ao longo do 4º ano, há uma tutoria, na qual professores orientam os alunos em encontros mensais sobre o que é pós-graduação, especialização, aprimoramento, gestão entre outros temas para que eles estejam ainda mais preparados para planejar suas carreiras.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 77, em 4/11/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Jornada de Fonoaudiologia: garanta a sua inscrição

Jornada de Fonoaudiologia da Faculdade Santa Casa de SPFalta pouco para o início da 11ª Jornada Acadêmica do Curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. O encontro será realizado nos dias 4, 5 e 6 de setembro, quarta, quinta e sexta-feira, e integra as atividades comemorativas do cinquentenário da Instituição.

Na programação, temas como Diferentes Abordagens na Atuação da Disfagia, Equipe Interdisciplinar na Voz Profissional, O Papel do Coach na Competência Comunicativa, Implante Coclear e Neurociência e Linguagem, entre outros.

As inscrições estão abertas e as vagas são limitadas. A Jornada conta com o apoio do Grupo Micro Som e da Phonak, e será realizada na Rua Dr. Cesário Motta Jr., 112, Vila Buarque, São Paulo (SP).

Para conhecer a programação completa e realizar a sua inscrição, clique aqui.