Julho Verde: Assista a Vídeos de Um Minuto sobre a Campanha para Prevenção do Câncer de Cabeça e Pescoço

Campanha Julho Verde alerta para prevenção do câncer de cabeça e pescoço
Iniciativa da SBCCP e ACBG Brasil informa sobre tumores que registram mais de 43 mil novos casos no Brasil este ano.

Veja vídeos de 1 minuto cada um sobre o tema produzidos pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, com os professores Antonio José Gonçalves e Antonio A. T. Bertelli:

Você sabe o que é o câncer de cabeça e pescoço?
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Diagnóstico em fase inicial está relacionado com maiores índices de cura e menor morbidade
https://www.youtube.com/embed/53ilLTQ6pLc?rel=0

Rouquidão persistente 15 dias pode ser câncer de laringe?
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Ferida na boca que não cicatriza pode ser câncer de boca?
https://www.youtube.com/embed/wYRHr2gfMFA?rel=0

Tabagismo como fator de risco para tumores de cabeça e pescoço
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Etilismo associado ao tabagismo como fatores de risco para tumores de boca e faringe
https://www.youtube.com/embed/w8OQrFH9V5o?rel=0
Exposição solar como fator de risco para tumores de lábio e pele
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HPV como fator de risco para tumores de orofaringe
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Nódulo na tireoide não é sinônimo de câncer 
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Sequelas dos tratamentos cirúrgico e radioterápico 
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Nódulo cervical poder ser sintoma de câncer 
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O câncer de cabeça e pescoço ocorre 7 vezes mais em homens
https://www.youtube.com/embed/YBzxnaQ0Ibk?rel=0
A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP) promove ainda, dia 27/7, Dia Mundial do Câncer de Cabeça e Pescoço, transmissão ao vivo, das 13h às 14h00, sobre o tema com a participação dos professores Antonio A. T. Bertelli e Antonio José Gonçalves. A transmissão será no endereço: https://www.facebook.com/faculdade.santacasasp e permite participação dos internautas.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP) e a Associação de Câncer de Boca e Garganta (ACBG Brasil) realizam pelo segundo ano consecutivo a campanha nacional de conscientização para prevenção sobre os tumores de cabeça e pescoço, que atingem boca, língua, palato mole e duro, gengivas, bochechas, amígdalas, faringe, laringe, esôfago cervical, tireoide e seios paranasais. O #JulhoVerde divulga informações sobre esses tipos de cânceres, que têm como principais fatores de risco o tabagismo, o consumo de álcool, as infecções por HPV e o excesso de exposição solar. São cerca de 10 mil mortes por ano no país, só para os cânceres de laringe e cavidade oral. Os sobreviventes enfrentam perdas significativas na qualidade de vida durante e após o tratamento.

Em 2018, o tema escolhido para o #JulhoVerde da SBCCP foi “Quem ama inclui” – #EntreNessa – devido às sequelas psicológicas e funcionais irreversíveis, que prejudicam a qualidade de vida do paciente e a reinserção na sociedade. O Brasil registra a cada ano cerca de 40 mil novos casos desses tumores malignos, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Os números correspondem a 4% de todos os tipos da doença, sendo terceiro mais incidente entre os homens brasileiros. No Brasil, o câncer de boca chega a ser o 3º tipo de tumor mais frequente em algumas regiões, ocorrendo 7 vezes mais em homens do que em mulheres. O tabagismo está relacionado a 97% dos diagnósticos de câncer de laringe. O álcool associado ao fumo aumenta o risco em 10 vezes para câncer nessa região. A infecção pelo HPV (papilomavírus humano) tem contribuído com o aumento na incidência da doença em jovens nos últimos anos em virtude da falta de uso de preservativos na prática do sexo oral. Esta é uma tendência mundial, que também já é identificada no Brasil.

Segundo o INCA, estima-se que serão mais 6.250 novos casos de câncer de pele só em 2018. O melanoma cutâneo é um dos que mais mata no Brasil e um dos fatores é a intensa exposição solar. “A Campanha Julho Verde é a oportunidade de trazer ao conhecimento da sociedade brasileira, a realidade da prevalência do câncer de cabeça e pescoço e alertar as autoridades sanitárias para a necessidade de identificação de casos iniciais que repercutirão nos resultados de tratamento”, explica Dr. Luís Eduardo Barbalho de Mello, médico-cirurgião e presidente da SBCCP.

Os tumores de cabeça e pescoço podem ser assintomáticos no princípio da doença. O diagnóstico das lesões iniciais é fundamental para garantir que os índices de cura se aproximem de 100%. Com o seu desenvolvimento, alguns sinais e sintomas podem aparecer, como manchas brancas na boca, dor local, lesões com sangramento ou cicatrização demorada, nódulos no pescoço, mudança na voz e rouquidão, e dificuldade para engolir.

“Por estas razões, nosso objetivo é alertar sobre os fatores de risco, muito presentes entre a população brasileira, e falar da importância do diagnóstico precoce. Em 60% dos casos, a doença já está mais avançada quando é descoberta”, destaca a presidente e fundadora da ACBG Brasil, Melissa A. R. Medeiros. As chances de cura são maiores se a doença for detectada no início. Com o autoexame, por exemplo, é possível e identificar se existem feridas na boca que não cicatrizam há mais de duas semanas ou inchaços no pescoço.

Além das terapias tradicionais, nos últimos anos algumas drogas promissoras têm conseguido melhorar o prognóstico dos pacientes, com uma ação mais eficiente e menos agressiva ao organismo, como as imunoterapias e terapias-alvo. A conscientização sobre essas doenças também reforça o trabalho de entidades como a SBCCP e ACBG, pelo maior acesso a tratamentos inovadores e suporte ao paciente pós-terapias. Em 2017, a campanha #JulhoVerde foi destaque em veículos de comunicação em 23 estados brasileiros, com presença em emissoras de rádio, TV e grandes portais de notícias.

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Janeiro Dourado: A importância de buscar orientação médica antes de iniciar a prática esportiva

A campanha Janeiro Dourado foi criada em 2016 pela Sociedade Paulista de Medicina Desportiva (Spamde), com o objetivo de alertar a população com relação à necessidade da avaliação realizada por um médico do esporte antes de inserir o exercício físico em sua rotina diária.

De acordo com a Dra. Vera Lúcia dos Santos Alves, coordenadora do curso de pós-graduação em Fisiologia do Exercício Aplicada à Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, o exercício é muito importante e deve ser inserido na rotina de todos, porém o corpo humano possui diferentes sistemas que atuam de forma conjunta para a realização das atividades do dia a dia. A prática de atividade física representa sobrecarga aos estímulos habituais. “A consulta a um especialista determina como cada corpo está e prevê a resposta fisiológica ao exercício, sendo capaz de nortear as atividades que devem ser realizadas, tanto em relação à modalidade a ser adotada quanto à intensidade e volume”, ressalta a professora.

Como cada corpo possui sua própria fisiologia, alguns exercícios podem apresentar benefícios para alguns e riscos para outros. Por isso, todos devem buscar um especialista antes do início da prática de qualquer atividade física para individualizar o treino. Entretanto, segundo pesquisa do Ministério do Esporte, menos de 35% da população que pratica atividade física e esporte busca consultar um especialista.

Com relação aos esportistas de alto rendimento a superação dos limites do próprio corpo, pode resultar em diferentes malefícios. “Neste caso é preciso saber exatamente como o corpo reage aos constantes estímulos, para que os riscos à saúde sejam minimizados”, lembra a Dra. Vera. Para estes atletas profissionais, os especialistas realizam diferentes testes para compreender a fisiologia e nortear os objetivos dos treinos ao aumento de rendimento de forma mais segura.

Como proceder em caso de lesão?

Caso ocorra alguma lesão, haverá necessidade de afastamento temporário da atividade física, podendo variar de horas a meses. Também é necessário procurar imediatamente o profissional que já acompanha o indivíduo para uma avaliação. “Se necessário, realizar reabilitação. O objetivo será reestabelecer a biomecânica o mais rápido possível sendo consideradas etapas como o treino específico de gestos esportivos e simulação do ambiente de treino”, destaca a professora.

Já para prevenir lesões é importante adotar um ambiente de treino seguro, com a utilização de acessórios adequados, tais como: um tênis específico para corrida, ou equipamentos de segurança em jogos competitivos.

Segundo a Dra. Vera dos Santos Alves, a criação de uma data específica para conscientização é um marco que reflete a preocupação com a prática segura e realizada a partir de orientações e acompanhamento de especialistas, chamando a atenção da população, o que pode garantir que a prática resultará em uma vida saudável. “Como as modalidades se multiplicam e há inúmeras “promessas de milagres” ligados à prática de exercício, o Janeiro Dourado assume ser uma grande ação de conscientização social”.

Sobre a importância do curso de pós-graduação em Fisiologia do Exercício Aplicada à Clínica Médica, a Dra. Vera diz que a fisiologia humana é uma área em constante atualização. “Por isso, é importante que os profissionais que avaliam, prescrevem e acompanham atividades desportivas busquem a especialização e se mantenham engajados para o desenvolvimento seguro e saudável do exercício”, finaliza.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 122, em 12/1/2018. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br. 

Novembro azul

fita-azul-novembro-azulComemorado inicialmente em 2003, na Austrália, novembro foi escolhido devido ser o mesmo mês de comemoração do Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, que é o 6º câncer mais comum no mundo e o 2º. no Brasil, entre os homens.

O que é a próstata?
É uma glândula exclusiva do sexo masculino, localizada na parte baixa do abdome. Ela produz cerca de 70% do sêmen, sendo fundamental na fertilidade masculina.

Como prevenir o câncer?
Manter dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais com diminuição de gordura, principalmente as de origem animal. Evitar álcool, não fumar e ingerir água. Recomenda-se a realização de atividade física diária por 30 minutos e peso adequado à altura.

Quais exames são realizados?
O toque retal é o teste mais utilizado e eficaz quando aliado ao exame de sangue PSA (antígeno prostático específico, na sigla em inglês), que pode identificar o aumento de uma proteína produzida pela próstata, o que seria um indício da doença. Para um diagnóstico final, é necessário analisar parte do tecido da glândula, obtida pela biópsia da próstata.

Quando fazer?
É recomendado pela Sociedade Brasileira de Urologia que todos os homens com 45 anos ou mais façam os devidos exames anualmente.

Como é realizado o tratamento?
Comprovada a doença, o tratamento pode ser a cirurgia, a radioterapia ou a hormonioterapia.

Artigo elaborado por Elisa Abrantes Pereira e Rafaella Chufuli Pace, alunas do 8º Semestre do curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, sob orientação da Prof.ª Luzia N. O. Horiuchi.

Referência: Portal Brasil. Novembro Azul conscientiza homens para prevenção do câncer de próstata [online]. Disponível em: http://www.brasil.gov.br/saude/2012/11/novembro-azul-conscientiza-homens-para-prevencao-do-cancer-de-prostata. 

Novembro Azul: professor da FCMSCSP comenta prevenção ao câncer de próstata

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Dr. Marjo Deninson Cardenuto Perez, urologista e professor da FCMSCSP

Em entrevista ao Blog Vivo Mais Saudável, o Dr. Marjo Deninson Cardenuto Perez, urologista e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, comentou a importância da prevenção ao câncer de próstata, considerado o câncer mais comum no homem.

Confira no vídeo abaixo:

Para ler a entrevista na íntegra direto da fonte, clique aqui.

Zika: saiba como prevenir

Ione Guibu

Dra. Ione Guibu, professora do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

Detectado em macacos sentinelas para monitoramento da febre amarela, na floresta Zika, Uganda, em 1947, o Zika vírus é transmitido para os homens pela picada do mosquito Aedes aegypti contaminado e apenas as fêmeas são as responsáveis pela transmissão. Na década de 50, os primeiros casos em seres humanos foram descobertos na Nigéria e no Brasil, o primeiro caso foi identificado em abril de 2015. De acordo com informações do Ministério da Saúde, há 3 registros de óbitos relacionados à doença no país e o vírus já circula nos 25 estados mais o distrito federal, desde 2 de abril de 2016, exceto Santa Catarina.

Segundo a Dra. Ione Guibu, professora do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, em torno de 80% das pessoas infectadas pelo vírus Zika são assintomáticos e os principais sintomas são febre baixa, dor de cabeça, dores leves nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos. “Outros sintomas menos comuns também podem ser apresentados, como dor de garganta, inchaço no corpo, tosse e vômitos. Em geral, esses sintomas desaparecem espontaneamente de 3 a 7 dias após o início da infecção. Formas graves são raras, mas pode ocorrer óbito”, afirma.

Para evitar a proliferação, a Dra. Ione explica que o fundamental é combater os criadouros de Aedes aegypti: “Não deixar água parada em qualquer objeto que permita seu acúmulo como em pratinhos de plantas, pneus, garrafas etc. Vedar bem as caixas d’água ou recipientes para coletar água; não deixar acumular lixo, limpar calhas, ralos. Em nível individual, a prevenção é utilizar repelentes e inseticidas.”

Microcefalia
No caso de mulheres grávidas, o cuidado deve ser redobrado, uma vez que se o vírus for transmitido para o bebê, principalmente nos primeiros meses da gestação, ele poderá apresentar microcefalia (uma malformação congênita que acarreta no desenvolvimento inadequado do cérebro do feto). “As grávidas devem fazer o pré-natal, com consultas mensais, em que são solicitados exames de rotina. Se apresentarem qualquer um dos sintomas suspeitos, devem procurar assistência médica e não tomar qualquer medicação sem prescrição médica”, conclui a Dra. Ione.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 86, em 19/4/2016. Assine nossa newsletter: www.fcmsantacasasp.edu.br.

Infarto: exercícios aeróbicos são fundamentais para a prevenção

Dr. Luiz Antonio Rivetti, professor de cirurgia cardiovascular na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Dr. Luiz Antonio Rivetti, professor de cirurgia cardiovascular na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

O infarto do miocárdio, ou ataque do coração, é oficialmente uma das doenças cardiovasculares que mais matam no mundo. Apontado como um grande vilão na vida de muitos brasileiros, mais de 300 mil pessoas morrem anualmente no Brasil em virtude do mal, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O Dr. Luiz Antonio Rivetti, professor de cirurgia cardiovascular na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, define que o infarto está associado ao entupimento agudo de uma artéria responsável por irrigar o coração, gerando a falta de oxigenação, de nutrientes e sangue. “Com o aumento da obstrução da artéria coronária, o sintoma mais comum aparece: a dor no peito. Este é um sinal importantíssimo que certamente ocasionará o infarto” alerta.

A predominância para o aparecimento dos sintomas está fortemente ligada ao fator da faixa etária, marcando presença na transição para a terceira idade, entre 50 e 70 anos. Atualmente, também pode ser observada em pessoas mais jovens entre os 40 e 50 em função do estilo de vida.

“Entre outros fatores, o gênero sexual também pode ser apontado. Até os 60 anos de idade, o homem tem mais chances de sofrer um infarto, mas após os 70, os dois sexos têm a mesma propensão“. O professor Luiz Antonio também alerta sobre outros fatores de risco que podem ocasionar ataques cardíacos, como: o fumo, a pressão alta (hipertensão), o diabetes, a obesidade, o sedentarismo e até a predisposição genética em alguns dos casos.

Para a prevenção, o especialista indica algumas medidas:

• Alimentação balanceada e equilibrada, destacando – ingestão de proteínas, carboidratos, verduras, legumes, ovos, frutas (de 3 a 4 vezes ao dia);

• Praticar exercícios aeróbicos – Esse tipo de atividade deve ser exercida regularmente, pois auxilia na melhor oxigenação das células musculares e no elevado gasto calórico. Podem ser caminhadas, natação, ciclismo, corrida e entre outras;

• Check-up médico – É extremamente importante tornar hábito essa medida. Visitas anuais a consultórios e laboratórios médicos são indicadas para pessoas que não possuem históricos de doenças que podem ajudar a ocasionar o infarto. Para pacientes com histórico, é indicado uma adoção mais regular da medida.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 64, em 5/5/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Mesa-redonda na Faculdade Santa Casa de SP debate o programa de DST/Aids e as formas de prevenção da doença

Dia Internacional de Combate à AidsNo dia 7 de dezembro, sábado, a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo irá promover a mesa-redonda “Dia Mundial de Combate à Aids”, marcando a passagem da data dedicada ao tema (1º/12) .  O evento é voltado a estudantes de Medicina, Enfermagem e Fonoaudiologia e a profissionais da área de saúde. Organizado pelo curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade Santa Casa de São Paulo, o encontro será realizado das 8h às 12h no Prédio da FCMSCSP, na Rua Dr. Cesário Motta Jr., 61, Vila Buarque, São Paulo (SP), na Sala 26, no 9º andar.

Para mais informações, clique aqui.