Curso de Reciclagem Pediátrica da Santa Casa de São Paulo chega a sua 31ª edição

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Prof. Dr. Marco Aurélio Sáfadi, chefe do Departamento de Pediatria da FCMSCSP

Com o objetivo de abordar os mais recentes e importantes avanços adquiridos no diagnóstico, tratamento e prevenção das doenças mais prevalentes na infância, será realizado nos dias 29 e 30 de setembro de 2017, no Hotel Maksoud Plaza, o 31º Curso de Reciclagem Pediátrica da Santa Casa de São Paulo.

Voltado para pediatras, residentes, graduandos e profissionais de saúde que atuam no cuidado às crianças, o evento irá discutir recentes consensos publicados sobre o manejo de doenças como a asma, refluxo gastro-esofágico e a doença de Kawasaki. “Para os que atuam com maior ênfase no consultório, teremos a presença de renomados especialistas de outras áreas, que têm importante interface com a pediatria, como otorrinolaringologistas, ortopedistas, dermatologistas, oftalmologistas. Serão aulas com abordagem prática e objetiva nos cuidados relacionados a estas especialidades”, afirma o Prof. Dr. Marco Aurélio Sáfadi, chefe do Departamento de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e um dos coordenadores do evento.

Além disso, em sua 31ª edição, o curso conta com uma novidade: as sessões intituladas “Meet the Professor”, em que os participantes terão a oportunidade de trazer as suas dúvidas pessoais para serem respondidas por especialistas com larga experiência em diversos temas como alergia alimentar, imunizações, diabetes na infância, artrites, problemas dermatológicos. O curso contará ainda com módulos de estações práticas com a possibilidade de treinamento em assistência às situações de emergência mais comuns para o pediatra.

“Nos dois dias de evento, não faltarão conferências abordando temas atuais e desafiadores para o pediatra como a sexualidade na adolescência, TDAH, obesidade, hipertensão arterial, tratamento das pneumonias e outras infecções prevalentes. Trata-se de uma oportunidade ímpar de atualização, prática, objetiva e em um ambiente que temos certeza que será muito agradável a todos os participantes”, finaliza o Dr. Sáfadi.

Serviço

Data: 29 e 30 de setembro de 2017
Local: Hotel Maksoud Plaza – Alameda Campinas, 150 – Bela Vista – São Paulo (SP)
Entidade organizadora: Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo
Coordenadores: Dr. Fabio Agostini, Dr. Fabio de Nuncio, Dra. Flávia Almeida, Dra. Luciana Digieri, Dr. Marco Aurélio Sáfadi, Dra. Maria Augusta Junqueira Alves
Informações e inscrições:
Telefones: (11) 5081-7028 (Janice Silva)
E-mail: janice@fernandapresteseventos.com.br
Site: www.fernandapresteseventos.com.br
Público alvo: Médicos Pediatras, Residentes, Fisioterapeutas, Fonoaudiólogos, Estudantes e outros profissionais da área da saúde
Vagas: 400

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 118, em 12/9/2017. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br. 

Semana Mundial de Aleitamento Materno ressalta a importância de amamentar

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Dra. Clery B. Gallacci, professora de Pediatria e Neonatologia da FCMSCSP

A Semana Mundial de Aleitamento Materno é comemorada de 1º a 7 de agosto em mais de 150 países, desde 1992, como iniciativa da Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno (Waba – World Alliance for Breastfeeding Action), ONG constituída por uma rede mundial de indivíduos e organizações empenhadas na proteção, promoção e apoio ao aleitamento materno como um direito de mães e crianças, independente de raça, credo ou nacionalidade. Em 2017, o tema será “Trabalhar juntos para o bem comum”.

A semana tem, entre os objetivos, salientar a importância do aleitamento materno, tanto para os bebês quanto para a saúde das mães. Dados mostram que crianças que são amamentadas por mais tempo têm melhor desenvolvimento intelectual – um aumento médio de 3 pontos no QI. Além disso, a cada ano que uma mãe amamenta, o risco de desenvolvimento de câncer de mama invasivo é reduzido em 6%. E o bebê também segue mais protegido de infecções, diarreias e alergias.

“A recomendação é amamentar durante os seis primeiros meses de vida da criança. Após esse período, há a necessidade da introdução de outras fontes de alimentos. No entanto, o aleitamento pode ser mantido durante os dois primeiros anos de vida”, explica a Dra. Clery B. Gallacci, professora de Pediatria e Neonatologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Para garantir que a amamentação traga esses benefícios, as mães precisam ter alguns cuidados com a alimentação: “Amamentar ‘burla’ as reservas do organismo materno e, por isso, é essencial a ingestão de alimentos ricos em ferro e ômega 3 e 6, encontrados nos peixes de origem de águas frias”, esclarece a pediatra. A alimentação do bebê, por sua vez, deve incluir alimentos como frutas, verduras, legumes e proteínas, após o sexto mês de vida.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 116, em 1º/8/2017. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.  

Teste do Pezinho: exame ajuda a detectar doenças em recém-nascidos

clery-gallacci-faculdade-santa-casaDia 6 de junho é comemorado o Dia Nacional do Teste do Pezinho. O exame ganhou este nome, pois a coleta do sangue é feita a partir de um furinho no calcanhar do bebê e tem como objetivo detectar precocemente doenças metabólicas, genéticas e infecciosas, que poderão causar alterações no desenvolvimento neuropsicomotor do recém-nascido.

O teste, que é gratuito e feito já na maternidade ou hospital em que o bebê nasce, deve ser realizado após as primeiras 48 horas de vida do recém-nascido até, no máximo, o sétimo dia de vida.

“A grande importância desse teste é o diagnóstico precoce de doenças que não podem ser detectadas ao exame físico inicial, além de indicar o tratamento imediato para melhor resultado futuro”, afirma a Dra. Clery B. Gallacci, professora de Pediatria e Neonatologia na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

O Teste do Pezinho básico realiza triagem de seis doenças, entre elas o hipotireoidismo, hiperplasia de adrenal (doença genética caracterizada por uma deficiência nas glândulas suprarrenais, localizadas logo acima dos rins) e fenilcetonuria (doença do metabolismo).

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 112, em 6/6/2017. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.  

Amamentar cria vínculo e benefícios para mãe e bebê

clery-gallacci-faculdade-santa-casaO período de amamentação é muito importante para estabelecer um laço entre a mãe e o bebê, além de ser saudável e recomendável para ambos. Isso porque o leite materno contém nutrientes que promovem o melhor desenvolvimento da criança e também previne doenças na mãe.

De acordo com a Dra. Clery B. Gallacci, professora de Pediatria e Neonatologia na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, o leite materno promove um melhor desenvolvimento neuropsicomotor, pois em seus componentes possuem gorduras específicas que proporcionam o desenvolvimento e a maturação das células cerebrais. “Várias pesquisas científicas correlacionam aumento do nível de coeficiente de inteligência maior com o aleitamento materno. Além deste aspecto, o leite materno possui componentes que protegem o lactente de infecções gastrointestinais e respiratórias e, assim, promove o crescimento de forma equilibrada”, afirma.

A amamentação também é essencial para a saúde das mães, uma vez que o ato de amamentar a protege contra possíveis perdas sanguíneas após o parto e, em longo prazo, reduz a possibilidade de câncer de mama e de colo uterino e redução da osteopenia na menopausa. “A recomendação é amamentar durante os seis primeiros meses de vida da criança. Após esse período, há a necessidade da introdução de outras fontes de alimentos; no entanto, o aleitamento pode ser mantido durante os dois primeiros anos de vida”, explica a pediatra.

Para garantir que a amamentação traga esses benefícios, as mães precisam ter alguns cuidados com a alimentação: “Amamentar ‘burla’ as reservas do organismo materno e, por isso, é essencial a ingestão de alimentos ricos em ferro e ômega 3 e 6, encontrados nos peixes de origem de águas frias”, esclarece. A alimentação do bebê, por sua vez, deve incluir alimentos como frutas, verduras, legumes e proteínas, após o sexto mês de vida.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 103, em 31/1/2017. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br. 

Cerca de 80% de crianças com asma também apresentam rinite alérgica

Dr. Bernardo Kiertsman professor adjunto de Pediatria e Puericultura da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

A asma, caracterizada pela inflamação dos brônquios que causa obstrução no fluxo do ar, é a doença crônica mais frequente na pediatria. Os sintomas são tosse, falta de ar, chiado e aperto no peito. “Entre as crianças asmáticas, cerca de 80% também têm rinite alérgica. O que chamamos de doença da via aérea única”, afirma o Dr. Bernardo Kiertsman, professor adjunto de Pediatria e Puericultura da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e chefe do Serviço de Pneumologia Pediátrica da Santa Casa de São Paulo.

De acordo com o professor, esse fato acontece por haver um processo inflamatório que ocorre em toda a via aérea (da ponta do nariz até o alvéolo). A inflamação leva a uma irritação do brônquio, conhecida como “hiperresponsividade”, com hipertrofia da musculatura, edema e acúmulo de secreção.

“Esta diminuição do calibre das vias aéreas faz com que o ar passe com dificuldade e o barulho do ar passando pelo brônquio é o chiado (sibilos) que escutamos”, afirma o Dr. Kiertsman.
Principais cuidados

No dia a dia, os pais devem ficar atentos ao ambiente em que a criança asmática vive. “É importante afastá-la de fatores que podem desencadear a doença como: poeira, fumaça de cigarro, pelo de animal, mudanças bruscas de temperatura, estresse, além de odores fortes como aqueles de material de limpeza ou perfumes. Também é preciso estar atento às infecções virais, como os resfriados comuns”, informa o especialista.

Por conta disso, é necessário fazer uma boa higiene do ambiente para evitar o acúmulo de poeira em cortinas, colchas e bichos de pelúcia. “Encapar colchões e travesseiros, com capas impermeáveis ao ácaro, evitar contatos com animais e fumaça de cigarro é essencial para a saúde da criança asmática”, enfatiza o médico.

A asma não tem cura, mas é possível controlá-la. “Para evitar as crises é fundamental, além da higiene, educação e orientação do paciente sobre a doença, realizar um acompanhamento médico adequado e, se necessário, instituir um tratamento profilático medicamentoso, com anti-inflamatórios isolados ou associados a outras drogas”, finaliza o Dr. Kiertsman.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 44, em 2/7/2014. Assine nossa newsletter:
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Tempo seco: os cuidados com a saúde das crianças

Doenças RespiratóriasCom a chegada do inverno e a falta de chuvas, a umidade relativa do ar pode cair ainda mais, o que requer atenção com a saúde da família em locais onde o tempo está muito seco. São muitas as consequências por esse fato: ardência e ressecamento dos olhos, boca e nariz e, principalmente, doenças respiratórias. Confira mais detalhes na reportagem da Revista Crescer, com a participação de Cid Pinheiro, professor assistente do Departamento de Pediatria e Puericultura da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo: clique aqui.

Contato com animais pode ser benéfico no tratamento de diversas doenças

A relação com os animais pode ir muito além da afetividade e do carinho. O simples contato com os bichos pode melhorar a vida de pessoas com doenças como depressão, paralisia cerebral, câncer, autismo, Alzheimer, síndrome do pânico e Parkinson.

Cães, gatos, aves e cavalos podem ser aliados nos trabalhos de psicólogos, enfermeiros, fisioterapeutas e médicos. A iniciativa, quando realizada regularmente, é chamada de TAA (Terapia Assistida por Animal). Quando é esporádica recebe o nome de AAA (Atividade Assistida por Animais).

Dr. Rogério Pecchini, chefe do departamento de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São PauloDe acordo com o Dr. Rogério Pecchini, professor de Pediatria e Puericultura da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e diretor do Departamento de Pediatria da Santa Casa de São Paulo, os animais são eficazes para aumentar a autoestima e a sociabilidade de indivíduos com distúrbios de comportamento, por exemplo, visto que trabalha o contato pessoal e a afetividade.

“Comprovações científicas mostram que a terapia com bichos pode ser positiva em alguns tipos de doenças. A melhora do paciente com a presença deles está relacionada a uma série de fatores como: alteração de ambiente, desenvolvimento do carinho e mudança nas relações interpessoais”, explica.

Dr. Pecchini afirma que a reabilitação não se restringe apenas ao contato com os cachorros. “Por exemplo, a equoterapia, em que são utilizados cavalos, melhora a parte motora e a sociabilidade de crianças com Síndrome de Down”, declara.

Para o professor, crianças que estão passando por algum tipo de doença e têm contato com cachorros, apresentam resultados no humor e no bem-estar. “Isso também ajuda a aumentar a recepção ao tratamento, algo que pode ser visto claramente. Quando os animais chegam ao ambiente em que os pacientes estão, há uma alegria enorme por parte dos pequenos que estão hospitalizados”, diz.

Somado a isso, o Dr. Pecchini explica que o animal tem um importante papel na vida da garotada: “Aquelas que são criadas com animais apresentam maior relação afetiva com as outras pessoas. Já as crianças um pouco mais velhas podem criar também um senso de responsabilidade. Não há nada comprovado sobre isso, mas observamos muitos casos”, finaliza. O professor indica cachorros de raças dóceis e ressalta a importância da higienização, alimentação e imunização do animal.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 43, em 18/6/2014. Assine nossa newsletter:
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Cachorros visitam crianças internadas na Santa Casa de São Paulo

cães terapia crianças FCMSCSP 0001Com uma média de 300 pacientes internados ao mês, o Departamento de Pediatria da Santa Casa de São Paulo receberá semanalmente a visita de animais acompanhados por voluntários e uma psicanalista. Durante todo o ano de 2014, a parceria com a ONG Patas Therapeutas disponibilizará para essas crianças a Terapia Assistida por Animais (TAA).

Muitos benefícios podem ser trazidos pelo contato com animais por meio da técnica de TAA. Ela consiste em visitas com o acompanhamento de um profissional da saúde que avalia a interação de cada indivíduo com o animal. É assim que pacientes da ala pediátrica, como Samara Cristina Santos, 12, nem percebem que ainda estão no leito do hospital. Entre um carinho e outro, a adolescente se esquece por um momento da saudade de casa: “Eu gosto muito de cachorros, já tenho oito em casa”.

Além disso, a variedade de porte dos animais pode auxiliar na parte educacional como a compreensão de cores e tamanhos. “Nós sempre trazemos animais de diferentes tamanhos e cores para interagir com todos os pacientes”, afirma a superintendente técnica da ONG, Silvana Fedeli Prado.

cães terapia crianças FCMSCSP 0002Com mais de 10 anos de funcionamento, a instituição recebe voluntários com e sem animais, entre cachorros, gatos, coelhos e pássaros, para serem treinados e certificados para a terapia. Todos os bichos participantes são previamente treinados, vacinados e castrados, além de serem avaliados periodicamente para garantir a saúde física, obediência e sensibilização ao convívio humano.

No Brasil, a TAA começou a ser realizada no ano de 1990, com a implantação dos primeiros Centros de Pesquisa da área. Mas, muito antes, a técnica já era explorada na Europa e América do Norte. A terapia se popularizou em virtude de seu resultado positivo nas seguintes áreas:

• Educação: melhora da memória de longo e curto prazo e interação em grupo;
• Saúde física: incentivo ao exercício e desenvolvimento das habilidades motoras;
• Saúde mental: aumento da autoestima e redução da depressão e solidão.

cães terapia crianças FCMSCSP 0003“É evidente que as crianças apresentam uma melhora no humor e bem-estar com a visita dos animais. Isso também ajuda a aumentar a recepção do tratamento”, explica o Dr. Rogério Pecchini, professor de Pediatria e Puericultura da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e diretor do Departamento de Pediatria da Santa Casa de São Paulo.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 35, em 25/2/2014. Assine nossa newsletter:
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Dia de Atenção ao Trauma chega à sua 10ª edição

No dia 6 de novembro aconteceu a 10ª edição do Dia de Atenção ao Trauma – Dia T, evento realizado anualmente pelo Avisa (Núcleo de Acidentes e Violência da Santa Casa de São Paulo). O evento contou com a presença de profissionais da área da saúde, alunos da FCMSCSP e de outras Instituições. Foram 18 cursos, com 3 convidados internacionais, 90 convidados nacionais e mais de 1600 participantes. O encontro fez parte da Semana do Trauma, iniciativa inédita com objetivo de englobar todos os aspectos relacionados à temática do evento, apresentando perspectivas das diferentes profissões e especialidades que atendem as vítimas de trauma.

De acordo com Renato Pescarolo Zan, professor do departamento de Medicina Social da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e presidente do Avisa, o Dia de Atenção ao Trauma pautou a implantação do Sistema de Trauma, o atendimento à Catástrofes e Múltiplas Vítimas, o Ensino ao traumatizado no país, as formas de atuação, além de abordar o problema no contexto mundial.

“Essa temática é de interesse para todos os profissionais que, de alguma forma, atuam na emergência e no pronto atendimento. Em 2010, aconteceram, no Brasil, 145 mil mortes decorrentes de trauma. Foram 390 ocorrências por dia e 16 por hora. Para cada morte, há 4 sequelados e dezenas de internações. No evento, focamos a qualidade do atendimento, reforçando que o melhor tratamento é a prevenção”, diz.

Segundo o professor, as apresentações contaram com profissionais de áreas como: cirurgia, ortopedia, terapia intensiva, neurocirurgia, pediatria, geriatria, e de especialistas em acidentes do trabalho e traumas da face. São consideradas traumas lesões internas decorrentes da troca de energia entre o meio externo e o corpo. As causas mais frequentes são os acidentes de tráfego, quedas e a violência interpessoal, apresentando características próprias, acometendo vários órgãos, o trauma está presente em todas as idades e diferentes níveis de gravidade.

Em 2013, ao lado da data memorável dos 50 anos da fundação da FCMSCSP, acrescenta-se mais uma década de atividades do Avisa. O núcleo conta com o apoio da FCMSCSP e da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e realiza reuniões, publicações, congressos e parcerias com instituições privadas e públicas.

“A nossa missão está embasada em congregar os profissionais e serviços de saúde da Santa Casa de São Paulo e instituições afins, promover e manter a disseminação de ações de prevenção, diagnósticos, terapêutica, reabilitação e de reinserção social das vítimas. Além disso, queremos desenvolver a adoção de comportamentos e de ambientes seguros e saudáveis com mobilização da sociedade e da mídia, monitorar a ocorrência de acidentes e violências e apoiar as atividades científicas”, finaliza.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 30, em 13/11/2013. Assine nossa newsletter http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Especialidades Médicas: workshop marca encerramento de encontro

Jornada de Especialidades Médicas da FCMSCSPA 2ª Jornada de Especialidades Médicas da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo teve seu encerramento nesta sexta-feira, dia 14/6. Para fechar a programação, foi realizado o “Workshop do Departamento Científico Manoel de Abreu: Gestão de Carreira”, com a participação dos ex-alunos:

  • Dr. Paulo Antônio Chiavone, da Santa Casa de São Paulo e professor da FCMSCSP ;
  • Dr. Paulo Sérgio Zoppi, proprietário do SalomãoZoppi Diagnósticos; e
  • Dr. Henrique Carlos Gonçalves, coordenador do Departamento Jurídico do Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp)

O encontro, iniciado no dia 10, foi uma realização do Centro Acadêmico Manoel de Abreu, com a participação do Departamento Científico Manoel de Abreu  e o apoio da FCMSCSP, Pediatria – Centro de Estudos e Pesquisas Prof. Paulo de Barros França e Psiquiatria – Centro de Estudos e Pesquisas do Departamento de Saúde Mental da Santa Casa de São Paulo.