PECA: um programa vencedor da FCMSCSP

Com finalização nesta quarta-feira, dia 27/1, a 12ª edição do Programa Expedições Científicas e Assistenciais (PECA) da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo vem realizando atendimentos em saúde em Palmital (SP) e promoveu um mutirão de cirurgias no final de semana.

“A todos os profissionais do PECA 2016 que tão bem atenderam nossa população nossa eterna gratidão. Estaremos sempre de portas abertas para recebê-los… Parabéns pelo trabalho e que Deus os abençoe sempre!”, agradeceu esta tarde Ismênia Mendes Moraes, prefeita do município de Palmital, na gestão 2013-2016, homenageando a todos os participantes com um vídeo em sua rede social

O Jornal da Comarca, publicação local, também destaca o PECA em sua primeira página na edição que circulará nesta quarta-feira.

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Programa Expedições Científicas e Assistenciais: alunos da FCMSCSP estão a caminho de Palmital (SP)

Estudantes dos cursos de Graduação em Medicina, Enfermagem e Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, acompanhados de professores e profissionais de saúde, já estão a caminho da cidade de Palmital (SP) para a 12ª edição do Programa Expedições Científicas e Assistenciais (PECA).
peca 2016

O Programa é realizado desde 2004 e tem como objetivo promover atendimentos gratuitos na área de saúde em várias cidades de São Paulo, envolvendo professores, estudantes e profissionais de diversas especialidades, além de proporcionar o aprendizado na prática, para os alunos da Instituição. A cada edição, cerca de 250 estudantes e 150 profissionais participam do evento.

A primeira fase na cidade de Palmital ocorreu em 2015 e, neste ano de 2016, profissionais e acadêmicos retornam à cidade para reavaliação de pacientes. Os serviços vão desde consultas médicas e exames até pequenos procedimentos e cirurgias. Em parceria com a prefeitura de Palmital, na atual expedição, o PECA atende, em média, 500 pessoas a cada edição, com estrutura para pequenas cirurgias, atendimentos em clínica médica, geriatria, ortopedia, otorrinolaringologia, odontologia, fisiatria, ginecologia, pediatria, entre outras especialidades.

O Programa também oferece palestras e ações preventivas com o objetivo de difundir informações sobre saúde para moradores da cidade. A edição 2016 do PECA tem por patrocinadores o Hospital Samaritano, a Associação Paulista de Medicina, o Instituto Pensi e a Wickbold e recebe o apoio da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, da Prefeitura e da Secretaria de Saúde de Palmital. A expedição será finalizada no dia 27 de janeiro.

12ª Edição do Programa Expedições Científicas e Assistenciais da FCMSCSP (PECA) acontece em Palmital

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Dr. Paulo Carrara de Castro

Em 20 de janeiro de 2016, alunos e professores da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo embarcarão para o Programa Expedições Científicas e Assistenciais da FCMSCSP. O PECA é um programa de extensão universitária, criado em 2004, no qual, durante uma semana, a população de uma cidade do estado de São Paulo recebe atendimentos na área da saúde.  “O PECA 2016 acontecerá em Palmital, entre os dias 20 e 27 de janeiro, já estivemos lá, no início de 2015. Iremos à cidade novamente porque é importante realizar uma análise do ano anterior, se o que fizemos lá foi positivo, se repercutiu na vida das pessoas, se houve mudança no quadro ou situação em que viviam”, explica o Dr. Paulo Carrara de Castro, coordenador do programa e chefe do Departamento de Saúde Coletiva da FCMSCSP.

As populações de Santo Anastácio, Narandiba, Ituverava, Itapeva, Votuporanga e São Sebastião são algumas das comunidades que já receberam o PECA. “Alguns dos critérios para a escolha da cidade são: comportar o número de pessoas participantes, em geral 250, sendo 150 alunos e o restante composto por professores, residentes e médicos. Também buscamos contemplar várias regiões do estado de São Paulo, costumávamos estudar quais precisam mais, mas todas precisam”, esclarece o Dr. Paulo Carrara.

Mantido por meio de patrocínios de hospitais, laboratórios, associações, com o apoio da FCMSCSP e de sua mantenedora, a Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho, o Programa tem como objetivo, de acordo com o Dr. Carrara, auxiliar as prefeituras e a população, no que for possível, do ponto de vista da saúde.  “Há duas frentes no programa: o atendimento clínico, realizado em uma escola da cidade escolhida, na qual montamos uma estrutura de atendimento; e mutirões de cirurgias no hospital local, que, em geral, é uma Santa Casa. Fazemos cirurgias de hérnia, vesícula, ginecológica, oftalmológica e otorrinolaringológica. Há casos mais complexos em que não realizamos e há outros que transferimos para a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo”, detalha o Dr. Carrara.

Ainda, de acordo com o coordenador do PECA, alunos, médicos e profissionais de outras instituições costumam participar da iniciativa. “Isso é combinado entre os alunos da FCMSCSP, pois eles organizam tudo. Nós, professores, apoiamos, intermediamos com as prefeituras, mas eles que fazem tudo. Acredito que isso faz com que o programa tenha o pique e motivação que ele tem. Os alunos dão valor, é um Programa reconhecido pela Faculdade e conta pontos para o desenvolvimento acadêmico.”

Para a fila de atendimento, os participantes do PECA utilizam como base a estrutura local do Sistema Único de Saúde da cidade. No início de 2015, logo no primeiro dia de atendimento, houve uma demanda de atendimento muito maior do que a esperada, sendo necessário realizar o agendamento para os outros dias. Na edição 2016, está previsto um agendamento prévio, pois o PECA busca somar o atendimento com o aprendizado aos alunos e precisa ser medido e organizado.  “O sentido fundamental do PECA é que, por meio de um programa de extensão, os alunos tenham contato com realidades diferentes daquela que eles vivenciam na FCMSCSP, localizada no centro de São Paulo. Essa é uma iniciativa oposta do que os alunos costumam vivenciar, pois deixam a realidade do centro para vivenciar o interior, aprender a se comunicar e a se relacionar com outras culturas. Isso é muito importante na área da saúde, precisa haver esse tipo de abertura de horizonte da vida, para não ficar limitado”, finaliza o Dr. Paulo Carrara.

 

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 78, em 24/11/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.