Catarata é uma das principais causas de cegueira no mundo, segundo OMS

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Prof.ª Dra. Maria Auxiliadora Monteiro Frazão, oftalmologista e professora da FCMSCSP

Caracterizada pela opacidade do cristalino – estrutura que funciona como uma lente dentro dos olhos e  responsável pela focalização da imagem para longe e perto – a catarata é uma das principais causas de cegueira no mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde.

As causas para o desenvolvimento da catarata são várias, sendo mais comum a catarata senil, decorrente do processo natural do envelhecimento e surge, em geral, após os 60 anos. “Vale ressaltar que outros fatores como diabetes, catarata traumática, inflamações intraoculares e uso de corticoide por tempo prolongado podem desencadear o processo mais precocemente”, afirma a Dra. Maria Auxiliadora Monteiro Frazão, oftalmologista professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e diretora do Departamento de Oftalmologia da Irmandade da Santa Casa de São Paulo.

Outro tipo de catarata é a congênita. Geralmente observada ao nascimento, é decorrente de doenças adquiridas pela mãe durante a gestação, mais frequentemente as infecciosas e pode estar acompanhada de outras alterações sistêmicas.

O principal sintoma da catarata é o embaçamento progressivo da visão. Essa perda de visão vai aumentando à medida que a catarata fica mais madura, podendo levar o paciente à cegueira. “O tratamento da catarata é realizado por meio de cirurgia, quando é retirado e substituído o cristalino opaco por uma lente intraocular com o objetivo de restabelecimento da visão, portanto a catarata é uma causa de cegueira reversível, diferente de outras doenças como, por exemplo, o glaucoma, explica a oftalmologista.

Além disso, com o avanço das técnicas para a cirurgia de catarata, a Dra. Maria Auxiliadora explica que a recuperação dos pacientes tem sido cada vez mais rápida e tranquila: “Hoje a técnica mais realizada para a extração da catarata é a facoemulcificação, com uso de ultrassom, em que a abertura do olho é de milímetros, sem necessidade de pontos em quase todos os pacientes e implante de lentes intraoculares dobráveis. Como essas lentes são cada vez mais compatíveis com a anatomia e fisiologia do olho, a recuperação, tanto da visão como do paciente, está muito mais rápida.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 114, em 4/7/2017. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.  

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Quando chega o momento de se decidir pela especialização em Medicina

Dr. José Eduardo Lutaif Dolci

Dr. José Eduardo Lutaif Dolci

Após seis anos de dedicação, chega a hora do jovem médico pensar em sua especialização. Segundo dados do Conselho Federal de Medicina, o país possui cerca de 400 mil médicos, sendo que, de acordo com estudo de 2012 do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), há no estado de São Paulo 106.418 médicos em atividade, dos quais 55,96% têm uma especialidade médica ou até mais. Ainda de acordo com o órgão, pediatria, ginecologia e obstetrícia, cirurgia geral, anestesiologia, clínica médica, ortopedia e traumatologia, cardiologia, oftalmologia, radiologia e diagnóstico por imagem e medicina do trabalho são as dez primeiras especialidades mais preenchidas no estado.

Nesta matéria, o Dr. José Eduardo Lutaif Dolci, diretor do curso de Graduação em Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, esclarece como a FCMSCSP tem se preocupado com a qualidade de ensino na formação de seus alunos, inclusive para que conheçam os caminhos necessários no caso de optarem por uma especialização na área. Acompanhe.

Conectar – Como tem sido a experiência da FCMSCSP na orientação a seus alunos a respeito da especialização a seguir?
Dr. Dolci – Na verdade, não fazemos nenhum direcionamento do aluno para a escolha de especialidade, principalmente porque nossa Escola sempre se orgulha por formar médicos generalistas – e muito bem formados. Desde o primeiro ano, os alunos têm amplo contato com os pacientes do Hospital Central e Unidades Básicas de Saúde (UBS), reforçando o conceito de formar o médico com ampla visão biopsicossocial. Os alunos começam a ter uma visão das especialidades entre o 3º e o 4º ano, visão esta mais teórica, mas é no internato que terão uma vivência das especialidades. Temos ainda o eletivo no 6º ano, que é um período de seis semanas no final do ano, no qual o aluno escolhe uma das especialidades – inclusive a clínica médica – em que passará por esse período para conhecer melhor a área e ajudá-lo a decidir qual aquela que deverá seguir em sua carreira de médico.

Conectar – De que forma as atividades extracurriculares da Faculdade, como o Programa Expedições Científicas e Assistenciais (PECA), contribuem no apoio à decisão dos alunos em suas especialidades?
Dr. Dolci – As atividades extracurriculares, em especial o PECA e as ligas acadêmicas, ajudam os alunos no desbravamento das especialidades, porque eles têm a oportunidade de ver, na prática, o papel do médico na sua área de atuação e, principalmente, a repercussão de sua atuação na sociedade.

Conectar – Existem áreas de especialização que merecem atenção do futuro médico, impulsionadas por progressos tecnológicos ou fatores comportamentais da população? Quais seriam?
Dr. Dolci – Existem várias especialidades que, com certeza, já despertam o interesse do jovem médico por suas novas tecnologias e novos conhecimentos. Podemos salientar o conhecimento de biologia molecular e de genética que, sem dúvida, trarão avanços para o diagnóstico e, principalmente, novas terapêuticas. Nos avanços tecnológicos, as mudanças e os novos equipamentos chegam praticamente todos os dias. O tratamento que hoje se faz para uma doença urológica ou otorrinolaringológica é totalmente diferente do que se fazia quando me formei, há 37 anos. Com a chegada do desenvolvimento das fibras óticas, as videocirurgias são muito menos invasivas com menor morbidade para os pacientes e menor tempo de internação. É claro que toda esta tecnologia influencia a decisão dos jovens na sua escolha.

Conectar – O curso de Graduação em Medicina da FCMSCSP é um dos mais tradicionais do país e, regularmente, recebe reconhecimentos por sua qualidade. Como a Faculdade tem se preocupado em manter o curso o mais atualizado possível, facilitando, assim, a formação de excelência de seus alunos?
Dr. Dolci – O curso de Graduação em Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo é considerado um dos melhores do país, com reconhecimento dos órgãos institucionais e dos seus pares, principalmente. Por isso mesmo, temos a obrigação de manter o nosso nível de excelência – e a direção tanto do curso quanto da FCMSCSP tem se preocupado com isso. Recentemente promovemos uma reestruturação da matriz curricular com a introdução de novas disciplinas, necessárias frente aos novos conhecimentos, favorecendo uma maior integração das cadeiras básicas com a fisiologia e a fisiopatologia, ou seja, a saúde e a doença. Há, ainda, uma constante preocupação em estimular os alunos para iniciarem pesquisas por meio das ligas e de pós-graduação.

Saiba mais sobre o curso de Graduação em Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 69, em 14/7/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Homens têm maior propensão ao daltonismo do que mulheres

img4O daltonismo é uma deficiência genética de distorção na identificação de cores. O problema, diretamente ligado ao cromossomo x, é mais frequente em homens por possuírem apenas 1 cromossomo x em sua genética, enquanto as mulheres possuem 2. A característica recessiva pode ser de 3 tipos: dificuldade de reconhecimento da cor vermelha, a mais comum; dificuldade de enxergar a cor verde; e, por último, o tipo em que o indivíduo não vê as cores azul e amarelo, mais raro.

A oftalmologista Dra. Maria Auxiliadora Monteiro Frazão, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, explica que a condição é resultado de uma falha nas células responsáveis pela distinção de cores, presentes na retina. “O daltonismo acontece quando há ausência de determinado pigmento nos cones (células da retina). Quando isso acontece, a pessoa fica impossibilitada de enxergar alguma cor ou a vê em tons distorcidos”, afirma.

Geralmente reconhecida ainda na fase infantil por pais ou professores, a condição tem maior probabilidade de ocorrer caso o indivíduo tenha familiares daltônicos. A professora ressalta que o daltonismo não pode ser desenvolvido em virtude do envelhecimento. “Por ser uma característica genética, o daltonismo não pode ser adquirido durante a vida, porém, com o envelhecimento natural do organismo, é possível que algumas pessoas passem a ter dificuldade na distinção das cores. As variações são semelhantes, mas não classificamos essas pessoas como daltônicas”, comenta.

Para o diagnóstico, são feitas algumas observações pelo profissional de oftalmologia. “Verificamos o histórico do paciente, se ele possui algum familiar daltônico e fazemos perguntas como: há quanto tempo percebeu essa dificuldade? É frequente? Assim, temos a certeza que é uma condição e não alguma alteração visual consequente de outro problema. Depois disso, o paciente é submetido ao teste Ishihara, em que ele precisa identificar números em diversos pontos coloridos. Se ele apresentar dificuldade em alguma ocasião, detecta-se o daltonismo”, explica.

O cotidiano dos daltônicos pode ser mais difícil em algumas situações. Por essa razão, a Dra. Frazão afirma que eles podem ter dificuldades ao optar por profissões que exijam mais da visão, como pilotos e designers, por exemplo.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 63, em 22/4/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Saiba quais são os perigos e benefícios do uso das lentes de contato

Pessoas que apresentam vícios de refração, que incluem o astigmatismo, a miopia, a hipermetropia e a presbiopia, também conhecida como vista cansada, têm como alternativa a utilização de óculos ou lentes de contato. Uma consulta ao oftalmologista, que fará a avaliação e o exame, indicará sua necessidade.

Dr. Roberto Endo

Dr. Roberto Mitiaki Endo

“Os olhos são os órgãos mais importantes no relacionamento com o mundo. Afinal, são eles que recebem cerca de 85% de toda a informação que, analisada pelo cérebro, é direcionada para outras áreas correlacionadas, para ser selecionada para a orientação no espaço, para sua defesa e para as atividades intelectuais. Portanto, os óculos e as lentes de contato podem ajudar a proporcionar uma visão nítida e confortável, mas é preciso tomar diversos cuidados antes de se fazer uso de um desses dois recursos”, afirma o Dr. Roberto Mitiaki Endo, coordenador da disciplina de Oftalmologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Dra. Elisabeth Brandão Guimarães

Dra. Elisabeth Brandão Guimarães

Uma recomendação importante, com o início da utilização das lentes de contato, é ficar atento à troca planejada. “As lentes são produzidas e testadas para durarem determinado tempo. Assim, cada uma apresenta uma manutenção específica. Existem aquelas que são de troca única, as quinzenais, mensais, trimestrais e anuais”, afirma a Dra. Elisabeth Brandão Guimarães, chefe do setor de lente de contato do Departamento de Oftalmologia da Santa Casa de São Paulo.

A oftalmologista ainda alerta para o processo de limpeza, pois cada lente possui uma característica própria, mas, todas, sem exceção, precisam ser higienizadas com a aplicação de uma solução específica. “É necessário ouvir a indicação do especialista, pois não é recomendado limpar uma lente rígida com uma solução destinada ao modelo gelatinoso e vice-versa”, explica a Dra. Elisabeth.

Outra orientação dada pela médica diz respeito ao soro fisiológico, que não é recomendado por apresentar grande risco à saúde dos olhos. Segundo a especialista, esse produto apenas molha as lentes e não as desinfeta, sendo que, 48 horas após aberto, se torna um meio de cultura e, assim, pode contaminá-las.

A Dra. Elisabeth destaca ainda que a indicação das lentes de contato para crianças deve ser avaliada com base na necessidade e idade. “Crianças que realizam a cirurgia de catarata congênita podem utilizar as lentes imediatamente após o procedimento para evitar que o olho deixe de receber o estímulo visual correto e não se desenvolva. Já aquelas com alta miopia também podem ser beneficiadas, contudo, é fundamental a participação dos pais para a manutenção e colocação das lentes, além da maturidade da criança para conviver com o objeto nos olhos”, alerta.

A frequência das visitas ao oftalmologista dos usuários de lentes de contato também será indicada pelo médico. “Indivíduos diagnosticados com ceratocone, que ocorre em adultos jovens, precisam inicialmente de um monitoramento mensal que, em seguida, deverá ser semestral. O ceratocone é uma doença não inflamatória progressiva que apresenta mudanças estruturais na córnea, tornando-a mais fina e deixando-a em formato cônico”, comenta a oftalmologista.

Perigos do uso incorreto

As pessoas que não utilizam de forma correta as lentes de contato correm riscos de desenvolver: a Síndrome de Uso Excessivo, hipóxia da córnea – caracterizada por sua baixa oxigenação –, processos infecciosos, como uma úlcera que pode resultar na perda permanente da visão, além de processos alérgicos e traumas.

Os cuidados com as lentes coloridas são os mesmos, o que engloba o acompanhamento médico e a realização de testes para verificar se o paciente poderá utilizá-las. Por serem pintadas, estas lentes acumulam mais resíduos. “Uma lente de contato pode ser considerada ‘arma’ ou ‘solução’. Tudo dependerá da forma como forem utilizadas”, conclui a Dra. Elisabeth.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 48, em 26/8/2014. Assine nossa newsletter:
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Fila do transplante de córneas em SP é zerada

Dra. Maria Cristina Nishiwaki DantasDe acordo com reportagem de Lucilene Oliveira do Diário de S. Paulo, publicada em 24/5, a fila do transplante de córnea em São Paulo foi “zerada” em 2013. A Secretaria Estadual de Saúde afirmou ter cumprido toda a demanda com a  realização de mais de 5 mil cirurgias durante todo o ano que se passou. De janeiro a abril de 2014, 1.651 pessoas já teriam recebido a membrana. Saiba mais, conferindo a matéria na íntegra, com a participação da Dra. Maria Cristina Nishiwaki Dantas, professora de Oftalmologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Clique aqui.

Se não tratado, glaucoma pode levar à cegueira irreversível

Dr. José Ricardo ReggiDados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que 1 a 2% da população acima de 40 anos é portadora de algum tipo de glaucoma, o que representa a segunda causa de cegueira no mundo. De acordo com o Dr. José Ricardo Reggi, professor instrutor de Oftalmologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, o paciente com glaucoma raramente apresenta sintomas. Isso acontece pelo fato da doença acometer inicialmente a parte periférica da visão. Nas fases mais adiantadas, quando a região central fica comprometida, o paciente começa a sentir a diminuição visual. “O glaucoma pode levar à cegueira permanente. Nos países desenvolvidos, é a principal causa de perda total da visão nos indivíduos acima de 50 anos”, diz.

Dr. Reggi explica que a única maneira de prevenir a doença é realizar a consulta anual com um oftalmologista. Por meio do exame de fundo de olho, o profissional avaliará o nervo óptico e medirá a pressão intraocular. Esse procedimento diagnosticará se a pessoa apresenta a doença. “Estudo realizado com os colaboradores da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (ISCMSP) revelou que 2% dos funcionários acima de 35 anos têm glaucoma”, aponta.

Pessoas com histórico familiar, principalmente irmãos, têm mais chances de desenvolver a doença. Segundo o especialista, o tratamento é realizado com medicamentos para diminuir a pressão intraocular. “É importante que as pessoas com mais de 40 anos façam uma consulta regular com seu oftalmologista. Ele é o único profissional capacitado para diagnosticar a doença no começo”, conclui.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 18, em 28/5/2013. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Jornada de Oftalmopediatria da Santa Casa de São Paulo

Com a realização dos departamentos de Pediatria e Puericultura e Oftalmologia da Santa Casa de São Paulo, em parceria com a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, será lançado no dia 29 de setembro, sábado, das 9h às 14h, a I Jornada de Oftalmopediatria. Para se inscrever, clique aqui.

Para mais informações, basta se cadastrar na área “Receba nossa Newsletter” no site http://www.fcmscsp.edu.br.

O curso, com duração de seis horas, tem como objetivo oferecer uma complementação de conhecimento na área de oftalmopediatria. A abordagem do programa contemplará desde a formação e desenvolvimento da visão normal, passando pelas anomalias genéticas mais comuns, patologias oculares predominantes em crianças (com ênfase naquelas que podem passar despercebidas pela família), encerrando com a apresentação de casos rotineiros de traumas e acidentes na infância.

A I Jornada de Oftalmopediatria da Santa Casa de São Paulo tem por base a apresentação de conteúdo sob a forma de aulas teóricas e de casos clínicos, de forma dinâmica, acessível à plateia e com rico conteúdo visual.

Corpo Docente
Professores renomados, com larga experiência clínica, que promoverão uma apresentação interativa, com debates e participação da plateia, para melhor aproveitamento e fixação do conteúdo oferecido pelo curso.

A coordenação é dos professores Dr. Rogério Pecchini e Dr. José Ricardo Reggi, com a organização da Dra. Eliana Biondi Medeiros Guidoni (Pediatria), Dr. Ronaldo Boaventura Barcellos (Oftalmologia) e Dr. Luis Eduardo Rebouças de Carvalho (Oftalmologia).

Público-alvo
Acadêmicos do curso de medicina e residentes de oftalmologia e pediatria

Taxa de participação (investimento total)
Alunos, médicos e residentes Santa Casa: R$ 25,00
Demais interessados: R$ 50,00

Vagas
80 (inscrição garantida com a confirmação do pagamento)

Local
Anfiteatro Mario Altenfelder Silva
Departamento de Oftalmologia da Santa Casa (Conde de Lara, 2º andar)

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Para baixar a programação em arquivo PDF, clique aqui.

 

Hora

Aula

Docente

9h – 9h15    Abertura Rogério Pechini e José Ricardo Reggi
9h15 – 9h45 Desenvolvimento Visual Normal / Vícios de Refração / Reflexo Vermelho Luis Eduardo Rebouças de Carvalho
9h45 – 10h Anomalias do Desenvolvimento Ocular Simone Finzi

MÓDULO

1
Coordenador da mesa: Ricardo Waetge

10h – 10h45 Caso Clínico: Repercussões Oculares da Prematuridade Ricardo Waetge
Abordagem do Oftalmo Marcelo Cavalcante Costa
Abordagem do neonatologista Paulo Pachi

MÓDULO

2
Coordenador da mesa: Ronaldo Barcellos

11h15 – 11h45 Estrabismo Ronaldo Barcellos e Rodolpho Navarro
11h45 – 12h Obstrução do canal lacrimal Ricardo Kanecadan
12h – 12h15 Glaucoma Congênito Maurício Della Paolera
12h15 – 12h30 Olho Vermelho Maria Cristina Nishiwaki-Dantas
12h30 – 12h45 Vícios de Visão Marizilda Andrade
12h45 – 13h15 Celulite Sylvia Cursino / Marco Aurélio Sáfadi
13h15 – 13h45 Diagnóstico e Condução dos traumas e acidentes mais comuns em crianças Niro Kasahara
13h45 – 14h Aberto para perguntas


Frequência, avaliação e certificado

A freqüência mínima exigida no curso é de 75% da carga horária, sendo que a avaliação é a participação presencial. Atendendo a essas condições, o participante terá direito ao seu certificado, emitido pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, que equivale a um curso de curta duração (6 horas).

Sorteio para os participantes
Livros : Manual de Urgências em Oftalmologia, 2ª edição, 2009, Editora Phoenix e “120 anos – Oftalmologia”, Editora Cultura Médica