Inscrições abertas para o Building Bridges Medical Education and Anatomical Sciences – Brazil & USA, em São Paulo

Jeffrey Laitman

No dia 7 de novembro, sábado, das 8h às 15h40, acontece na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, o “Building Bridges Medical Education & Anatomical Sciences – Brazil & USA”.

Destinado aos profissionais, estudantes da área da saúde e residentes, o evento será realizado no Auditório Dr. Christiano Altenfelder e contará com a participação de Jeffrey Laitman (Icahn School of Medicine at Mount Sinai); Richard Halt Cabral (Sociedade Brasileira de Anatomia – SBA); Valeria Fazan (USP- campus Ribeirão Preto); Luís Garcia Alonso (Unifesp); além dos professores da FCMSCSP: Mirna Duarte Barros; Antonio Cardoso Pinto; Bianca Maria Liquidato; Daniella Franco Curcio; Denival Soares Galdeano; Vivian Alessandra Silva; Wagner Ricardo Montor.

Coordenado pela Prof.ª Dra. Mirna Duarte Barros, do Departamento de Morfologia da FCMSCSP, e realizado pela Liga de Morfologia da FCMSCSP, o encontro possui vagas limitadas.

Inscreva-se agora para a edição São Paulo do Building Bridges.

A História da Anatomia

A Liga de Morfologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo realizará, no dia 27/4, segunda-feira, das 17h30 às 19h30, uma discussão sobre a História da Anatomia no Brasil e na cidade de São Paulo, com enfoque na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e no Dr. Orlando Jorge Aidar, anatomista e diretor da FCMSCSP, entre 1982 e 1984.

O encontro será realizado no Departamento de Morfologia da FCMSCSP, à Rua Dr. Cesário Motta Jr., 112, Vila Buarque, São Paulo (SP).

Inscrições no local: R$ 8,00 com CAD e R$ 10,00, sem CAD.

Amor: fenômeno químico?

Página22_edição 91A Dra. Mirna Barros, bióloga e professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, é uma das entrevistadas na reportagem “Questão de pele”, publicada na revista Página 22 (Edição 91). De acordo com a matéria, assinada por Fábio Rodrigues, o amor, em sua natureza mais fundamental,  não passa de um fenômeno químico.

Na entrevista, a Dra. Mirna, que é chefe do Departamento de Morfologia da FCMSCSP, comenta sobre os feromônios humanos. Para ler a matéria na íntegra, clique na imagem da capa da revista (ao lado). Sobre esse tema, a professora também escreveu, em 2006, um artigo científico para a Revista Arquivos Médicos, em coautoria com Mariana Dalacqua. Clique aqui para conferir.

Faculdade Santa Casa de SP inaugura novas instalações

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo - Novo PrédioFaculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo inaugurou na sexta-feira, dia 11 de abril, as instalações do novo prédio da Instituição. A solenidade contou com as presenças de alunos, ex-alunos, professores, colaboradores e diretores da FCMSCSP e da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

O evento foi realizado no complexo da Santa Casa de São Paulo, na Vila Buarque, que agora abriga o novo edifício. Ao todo, são cinco pavimentos, mais um subsolo. As áreas de Morfologia, Patologia e Ciências Fisiológicas ganham novos e modernos laboratórios, além de salas de aula e um auditório com capacidade estimada de 239 lugares.

A inauguração foi conduzida pelo provedor da Santa Casa de São Paulo, Dr. Kalil Rocha Abdalla, acompanhado do diretor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Dr. Valdir Golin. Dentre as muitas autoridades presentes, a solenidade contou com a presença do Dr. David Uip, secretário de Estado da Saúde, representando na ocasião o governador Geraldo Alckmin.

Para conferir alguns momentos da inauguração, veja o álbum de fotos na fan page da FCMSCSP no Facebook, clicando aqui.

Ausência de conhecimento em Libras limita acesso de surdos a serviços básicos da saúde

A falta de comunicação entre surdos e ouvintes gera limitações na troca de informações e no convívio social. Preocupada em formar profissionais bilíngues para facilitar o acesso desse público a serviços essenciais, como o da saúde, a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo oferece a disciplina de Língua Brasileira de Sinais (Libras) em todos os cursos da Instituição, inclusive naqueles em que o programa não é obrigatório.

A Libras é utilizada por uma expressiva parte dos surdos brasileiros e é reconhecida pela Lei Federal n° 10.436 de 24 de abril de 2002. Assim como os diversos idiomas existentes, ela é composta por níveis linguísticos como fonologia, morfologia, sintaxe e semântica. De acordo com Sylvia Lia Grespan Neves, professora da disciplina de Libras da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, e que também é surda, ainda existe uma grande dificuldade para os não ouvintes no Brasil, principalmente pela falta de preparo de profissionais nos serviços básicos, que desconhecem totalmente a língua de sinais.

“Imagine um surdo chegar a um hospital e não poder se comunicar. Certa vez, fui realizar uma ressonância e os atendentes da instituição de saúde não estavam seguros o suficiente para me recepcionar. Nós, os surdos, percebemos que há uma carência de pessoas bilíngues, sendo importante que as empresas também disponibilizem intérpretes”, afirma. Sylvia comenta ainda que vivenciou muitas situações que causaram constrangimento pela falta de compreensão e conhecimento por parte das pessoas ouvintes.

Em pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 9,7 milhões dos entrevistados declararam ter deficiência auditiva (5,1%). A deficiência severa foi admitida por mais de 2,1 milhões de pessoas. Destas, 344,2 mil são surdas e 1,7 milhão têm grande dificuldade de ouvir. De acordo com a professora do curso de Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Guadalupe Marcondes de Moura, a surdez pode ter causas pré, peri e pós-natais, entre elas: quadros hereditários/genéticos, doenças adquiridas pela mãe durante a gestação – como a rubéola, sífilis e toxoplasmose, por exemplo –, uso de remédios ototóxicos, anóxia, meningite e otites, entre outras. “Traumatismos cranianos e a exposição contínua a ruídos ou a sons intensos também podem prejudicar a audição”, completa.

Guadalupe explica que a Libras é considerada a língua natural das pessoas surdas, porém algumas conseguem desenvolver a oralidade, contudo, o desenvolvimento dessa habilidade depende de inúmeros fatores. “Não utilizamos o termo “surdo mudo”, visto que, mesmo que o indivíduo não tenha desenvolvido a fala, não significa que ele não tenha a capacidade de utilizar o seu aparato vocal na emissão de sons. A terapia fonoaudiológica pode contribuir para que pessoas surdas consigam falar; esses são os chamados surdos oralizados. Porém, existem questões como a idade, tipo e grau da perda auditiva que vão impactar no desenvolvimento dessa habilidade”, diz.

A fonoaudióloga refere que o grau da perda auditiva influencia no uso do aparelho de amplificação sonora individual (AASI) e na indicação do implante coclear. “Para se beneficiar do AASI é necessário que o indivíduo apresente resíduos auditivos, pois a prótese amplifica os sons externos. Já o implante coclear é colocado por meio de um procedimento cirúrgico e geralmente indicado para pessoas que não se beneficiam do aparelho auditivo convencional”, afirma.

Segundo Guadalupe, a aquisição da Libras não é incompatível com o desenvolvimento da oralidade, podendo até mesmo facilitar o processo de compreensão de uma segunda língua, como o português escrito, por exemplo. “Nós trabalhamos dentro de uma proposta bilíngue. Acreditamos que nossos pacientes têm o direito de desenvolver a língua de sinais e a língua portuguesa escrita, bem como usufruir das tecnologias existentes para que também tenham a opção de desenvolver a língua oral. Precisamos somar os esforços; é preciso garantir o direito ao desenvolvimento pleno dessas pessoas com o objetivo de melhorar ainda mais sua qualidade de vida. Nossos alunos aqui da Faculdade Santa Casa de São Paulo, em sua formação, são estimulados a olharem para essas pessoas com ética e respeito. Isso é essencial”, finaliza.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 28, em 18/10/2013. Assine nossa newsletter http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Dr. Carillo: nossas homenagens ao mestre

Faleceu nesta segunda-feira, dia 27/5, o Prof. João Carillo, que atuava no Departamento de Morfologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Deixamos aqui registrado o nosso profundo agradecimento pela convivência e por todo o aprendizado que o Dr. João Carillo nos proporcionou, esperando que seus familiares encontrem o conforto necessário para este momento tão difícil.

Nascido em São Paulo, capital, Dr. João Carillo era formado pela Escola Paulista de Medicina (1951). Trabalhou como plantonista do PS da Santa Casa durante a década de 1950. Com o advento da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, continuou trabalhando como cirurgião do INPS até completar 35 anos de trabalho e aposentar-se. Foi também auxiliar do Prof. Dino de Almeida durante 18 anos.

Dr. Carillo era professor instrutor do Departamento de Morfologia desde 1985. Seu vínculo com a instituição foi de 61 anos, sempre atuando como voluntário. Chegava ao Departamento de Morfologia às 5h15, todos os dias, e trabalhava até às 11h45.

Nestes registros de reconhecimentos a seu trabalho, a seguir, manifestamos também todo o carinho que tínhamos por ele.

Na foto à esq.: docentes do Departamento de Morfologia da FCMSCSP, com o Prof. Dr. Richard Halti Cabral, na época presidente da Sociedade Brasileira de Anatomia, quando o Dr. Carillo recebeu homenagem como Anatomista pelos 200 Anos da Anatomia no Brasil, em 2008. À dir., Dr. João Carillo recebe o Prêmio da Sociedade Brasileira de Anatomia, durante o Congresso Brasileiro de Anatomia, em outubro de 2010, na cidade de Ribeirão Preto (SP)

Na foto, à esq.: docentes do Departamento de Morfologia da FCMSCSP, com o Prof. Dr. Richard Halti Cabral, na época presidente da Sociedade Brasileira de Anatomia, quando o Dr. Carillo recebeu homenagem como Anatomista pelos 200 Anos da Anatomia no Brasil, em 2008. À dir., Dr. João Carillo recebe o Prêmio da Sociedade Brasileira de Anatomia, durante o Congresso Brasileiro de Anatomia, em outubro de 2010, na cidade de Ribeirão Preto (SP)

Curso de Morfologia para Residentes de Otorrinolaringologia

A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, por intermédio de seu Departamento de Morfologia, acaba de anunciar o lançamento da segunda edição do Curso de Morfologia para Residentes de Otorrinolaringologia. A novidade, no ano em que a Faculdade Santa Casa de São Paulo completa 50 anos, é que o programa também será aberto para residentes de outras instituições e para médicos otorrinolaringologistas, interessados em participar do curso.

Um dia por mês, com início em março e término em junho

Ao todo, o curso terá 20 horas-aula e será oferecido em quatro encontros presenciais. Dessa forma, os residentes em Otorrinolaringologia e médicos otorrinolaringologistas poderão planejar, com antecedência, a participação no programa, sem prejuízo às demais atividades de sua rotina diária.

Curso de Morfologia

Com a coordenação da Dra. Bianca Maria Liquidato e Dra. Mirna Duarte Barros, professoras da Faculdade Santa Casa de São Paulo, o Curso de Morfologia para Residentes de Otorrinolaringologia prevê aulas expositivas e aulas práticas com peças anatômicas dissecadas e pranchas com fotomicroscopias de histologia, embriologia e neuroanatomia. “É uma forma de promovermos a revisão e a atualização para os residentes de Otorrinolaringologia sobre os temas de Morfologia relacionados a essa especialidade”, explica a Dra. Bianca M. Liquidato.

O corpo docente do programa é formado por professores doutores da Faculdade Santa Casa de São Paulo. “Este curso, desenvolvido a partir da ampla experiência e vivência de nossos professores na área de Morfologia, é reconhecido pela qualidade que caracteriza outros programas oferecidos pela Instituição. Será uma experiência enriquecedora receber residentes de outras instituições, que estejam em seu 1º ano de residência, e médicos otorrinolaringologistas nesta 2ª edição do Curso de Morfologia, pois queremos compartilhar com todos o que há de melhor em nosso conhecimento e vivência prática”, conclui Dra. Mirna Barros.

Confira a programação:

Data Horário Tema Carga horária
20/3, quarta-feira (MANHÃ)
  • 9h às 11h
  • 11h às 12h
  • Aula teórica: Embriologia da face e arcos faríngeos
  • Aula prática: Pranchas de Embriologia
3h
17/4, quarta-feira (MANHÃ / TARDE)
  • 9h às 12h
  • 13h às 17h
  • Aula teórica: Anatomia e Histologiados Sistemas Respiratório e Digestório
  • Aula prática: Peças anatômicas, pranchas e lâminas
7h
8/5, quarta-feira (MANHÃ / TARDE)
  • 9h às 12h
  • 13h às 17h
  • Aula teórica: Anatomia Topográfica da Região Parotídea e Pescoço
  • Aula prática: Peças anatômicas
7h
5/6, quarta-feira (MANHÃ)
  • 9h às 11h
  • 11h às 12h
  • Aula teórica: Morfologia da orelha, via auditiva e via vestibular
  • Aula prática: Peças anatômicas e pranchas de Neuroanatomia
3h

 Corpo docente

Professores doutores da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (em ordem alfabética): Antonio Cardoso Pinto, Bianca Maria Liquidato, Celina S. B. Pereira, Daniella Franco Curcio, Ieda Millas, Maria de Fátima P. Carvalho e Mirna D. Barros.

 Público-alvo

  • Residentes de Otorrinolaringologia da Santa Casa de São Paulo e também de outras instituições
  • Médicos Otorrinolaringologistas

Vagas limitadas

Inscrições até 15/3/2013 pelo site www.fcmsantacasasp.edu.br.

Investimento

Valor integral: R$ 772,00

Associados da ABORL-CCF (Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial) contam com desconto de 30% sobre o valor integral. Total: R$ 540,00

Obs.: o pagamento poderá ser realizado em duas parcelas de igual valor, sendo a 1ª com vencimento até 15/3/2013 e a 2ª até 30/4/2013.