FCMSCSP promove nova edição do Portas Abertas em 2016

Portas-Abertas-Medicina-portal-fcmscsp-noticiaNo dia 21/6, terça-feira, a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo promoverá mais uma edição do Portas Abertas para os interessados em conhecer o tradicional curso de Graduação em Medicina da Instituição. Na ocasião, professores da FCMSCSP irão apresentar palestras sobre o curso e os visitantes poderão conhecer o complexo hospitalar e as instalações da Faculdade.

Haverá também apresentação das organizações acadêmicas, com a participação de alunos e ex-alunos. A realização deste evento é do Departamento Científico Manoel de Abreu (DCMA) e da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. O investimento é de 30 reais por participante.

As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo site www.dcma.com.br/portasabertas.

 

 

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Pesquisadores do futuro: oportunidade singular para o desenvolvimento acadêmico

Livia-Maria-Gruber-Holland

Livia Maria Gruber Holland

Motivada pelo crescimento pessoal e científico que um programa de intercâmbio poderia lhe render, Livia Maria Gruber Holland, aluna do 4º ano de Graduação em Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, se candidatou a uma bolsa pelo Programa Pesquisadores do Futuro, edição 2014/2015. Acompanhe a seguir a experiência de 60 dias da futura médica no Dana-Farber Cancer Institute – Harvard Medical School.

Conectar – Como foi essa experiência e o que lhe acrescentou?
Lívia – Brevemente, posso contar que foi uma experiência fantástica em que aprendi o quanto a tecnologia e a infraestrutura adequadas podem facilitar o exercício da pesquisa científica e da Medicina, sem substituir a dedicação para aprender e ensinar, para trabalhar em grupo, e sem substituir o contato humanizado com o paciente em que impere a comunicação e o respeito. Também aprendi muito sobre o peso da ética em um ambiente de pesquisa e hospitalar.

Conectar – Durante os meses em que participou do programa, qual foi o maior desafio que enfrentou? Como você lidou com ele?
Lívia – O maior desafio foi tentar viver à altura da oportunidade que me foi confiada. Tal responsabilidade implicava uma dedicação intensa a minha pesquisa e constante manutenção de uma imagem acadêmica a fim de assegurar uma oportunidade semelhante para os alunos dos anos seguintes. A cobrança pessoal pode preocupar até o momento em que você percebe que basta acreditar no seu potencial e usá-lo com dedicação, pois os frutos serão positivos.

Conectar – Como você definiria o Programa Pesquisadores do Futuro?
Lívia – Trata-se de um programa que promove o intercâmbio acadêmico com instituições estrangeiras consagradas pela produção de conhecimento. Em um período de dois meses, o aluno participante tem a oportunidade de diversificar a sua formação acadêmica, edificando o profissional que ele será no futuro.

Conectar – Para os colegas que venham a passar por essa experiência, o que você recomendaria?
Lívia – Recomendo que tenham a curiosidade e a coragem para usufruir todas as vantagens que o intercâmbio tem a oferecer. Não só academicamente, mas também no sentido de conhecer pessoas, formar laços, provar comidas diferentes, praticar a língua nativa, explorar os costumes e aprender muito sobre como, sim, você é capaz de sobreviver morando fora do Brasil.

Conectar – Há algo que não perguntamos sobre a experiência ou sobre a iniciativa que acha interessante descrever?
Lívia – Acho interessante comentar que o “Pesquisadores do Futuro” depende de um esforço mútuo, tanto do estudante quanto da instituição que o recebe, ou seja, o profissional envolvido também escolheu participar do programa: ele tem interesse em ensinar, em enriquecer a experiência do aluno visitante. Assim, embora o aluno pense que embarcou em uma viagem sozinho, ele contará com pessoas dispostas a ajudá-lo e a orientá-lo o tempo todo.

No próximo boletim

Rodrigo Salmeron de Toledo Aguiar, aluno do 4º ano de Graduação em Medicina, conta como foi sua experiência de pesquisa e ensino no St. Michael´s Hospital, University of Toronto, a maior universidade do Canadá. Confira!

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 74, em 22/9/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Pesquisadores do Futuro: inúmeros motivos para vivenciar o programa

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Rafael Deyrmandjian Rosalino

Estão abertas as inscrições para o Pesquisadores do Futuro, programa de intercâmbio administrado pelo Núcleo de Relações Internacionais (NRI) da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Dessa forma, entre os dias 14 e 22 de setembro, a FCMSCSP selecionará 15 alunos do 2º e 3º anos dos cursos de graduação em Medicina, Enfermagem e Fonoaudiologia da Instituição, para estágios em universidades e centros de pesquisa nos Estados Unidos e Europa. “A iniciativa é um grande privilégio que permite aos alunos vislumbrarem como a pesquisa é desenvolvida em centros de ponta, permitindo uma visão além da realidade nacional a que somos limitados”, define Rafael Deyrmandjian Rosalino, aluno do 4° ano de Medicina que teve a oportunidade de conhecer por 60 dias a Yale University, em New Haven, Connecticut, Estados Unidos.

O estudante se candidatou no programa para ter a oportunidade de conhecer um centro de pesquisa de referência mundial e saber como a ciência e a medicina são desenvolvidas nele. “A experiência foi única. Conheci um dos grandes pesquisadores da área da neurociência, em um laboratório com uma dinâmica única de participação mútua e respeito entre todas as pessoas independentemente do nível hierárquico. Isso me permitiu observar a possibilidade de se desenvolver trabalhos em projetos em um ambiente leve e que favorecia a integração”, relembra com entusiasmo.

Durante os meses de duração do programa, Rafael conta que o maior desafio foi o de adaptação. “Foram coisas básicas, como aprender a me locomover pela cidade, me adaptar aos horários, entender alguns costumes e práticas americanas. Tive muita ajuda da dona da casa em que me hospedei, mas essas questões são solucionadas com a prática e a passagem do tempo”, completa o futuro médico. Rafael, inclusive, recomenda aos alunos que venham a passar por essa experiência de intercâmbio que “estejam de mente aberta para essa experiência nova, e não deixem o medo ou a ansiedade os atrapalharem”. E também reforça: “Aprendam tudo o que puderem, em todos os âmbitos. Não tenham medo; corram atrás”.

Para participar do Programa Pesquisadores do Futuro, os alunos da FCMSCSP devem consultar as informações disponíveis no Portal FCMSCSP.
No próximo boletim

Livia Maria Gruber Holland, aluna do 4º ano de Graduação em Medicina, revela como foi vivenciar 60 dias de pesquisa e ensino no Instituto de Câncer Dana-Farber – Harvard Medical School.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 73, em 9/9/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Pesquisa de alunos da FCMSCSP fica em 1º lugar no 31º Congresso Brasileiro de Cirurgia

31º Congresso Brasileiro de Cirurgia.Significativa nas instituições de ensino superior, a pesquisa científica auxilia o aluno a ter uma visão mais ampla daquilo que se propõe a estudar e investigar. Com dedicação, esse estudo pode vir a dar mais visibilidade ao pesquisador junto ao mundo acadêmico. Na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, isso não é diferente, diversos grupos de estudos são formados, utilizando-se de diferentes abordagens e linhas de investigação, sob a coordenação dos professores da FCMSCSP.  Os grupos e suas respectivas pesquisas são incluídas na base do Diretório de grupos de Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Para os alunos, do curso de Graduação em Medicina da FCMSCSP, Joyce Francisco, do 6º ano, Camilla Bilac Oliari e Juliano Mangini Dias Malpaga, ambos do 5º ano, a dedicação à pesquisa já apresenta seus primeiros resultados com o trabalho Indicadores de lesões intra-abdominais em vítimas de trauma fechado admitidas sem dor abdominal ou alterações no exame físico do abdômen, que foi premiado com o 1º lugar no 31º Congresso Brasileiro de Cirurgia. “A delegação da FCMSCSP foi a maior no evento; levamos 16 alunos que já faziam parte de grupos de estudos da Faculdade, dos quais o Prof. Dr. José Gustavo Parreira, outros professores e eu fomos os responsáveis pela coordenação. Sempre os estimulamos a inscreverem seus trabalhos e a Faculdade ajudou, neste caso, custeando a inscrição deles no Congresso e liberando os alunos de suas atividades”, explica o Dr. Tércio de Campos,professor adjunto do departamento de Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

O evento que ocorreu, entre os dias 2 e 5 de agosto, em Curitiba (PR), reuniu estudantes e profissionais da área cirúrgica de todo o país.  “Foram cerca de 2 mil trabalhos inscritos com temas livres, deste total 42 foram apresentados e 4 eram da FCMSCSP, sendo dois na área de trauma e dois focados no serviço de emergência”, acrescenta o Dr. José Gustavo Parreira, professor assistente do departamento de cirurgia da FCMSCSP e coordenador do trabalho vencedor.

Os dois professores ressaltam que a conquista trouxe entusiasmo para os alunos, pois a chance é muito pequena em um evento deste porte, acaba sendo muito concorrido, e isso é um grande estímulo para os próximos passos, completam.

Vale ressaltar que os autores da pesquisa receberam um certificado de melhor trabalho do Congresso, foram representados pela aluna Joyce Francisco que apresentou o trabalho no Congresso. Além do prêmio, três trabalhos de alunos do curso de Graduação em Medicina da FCMSCSP receberam menção honrosa no evento: Análise das Lesões intra-abdominais “ocultas” em vítimas de Trauma Fechado; Avaliação prospectiva da falência e função orgânica de 168 pacientes com pancreatite aguda em um único centro universitário; Alcoolização por ecoendoscopia de hemangioma gigante intra-abdominal: nova técnica de tratamento.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 72, em 25/8/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Pesquisadores do Futuro: anseio de estudar em renomadas instituições internacionais

Victor Minari Campos, aluno do 3º ano do curso de Graduação em Medicina

Victor Minari Campos, aluno de Graduação em Medicina da FCMSCSP

Com enorme interesse na área cirúrgica, especialmente em trauma, Victor Minari Campos, aluno do 3º ano do curso de Graduação em Medicina, concorreu a uma vaga no programa de intercâmbio Pesquisadores do Futuro administrado pelo Núcleo de Relações Internacionais (NRI) da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Em um breve bate-papo, o futuro médico relembra como foi estudar, por 60 dias, no St. Michael´s Hospital, University of Toronto, a maior universidade do Canadá.  Confira!

Conectar – Pode nos contar, brevemente, como foi essa experiência de intercâmbio?

Victor – Essa experiência foi muito enriquecedora para minha formação, porque fui exposto a uma realidade muito diferente da que vivemos no Brasil. As condições de trabalho e de pesquisa no Canadá são excelentes e devem servir de exemplo para nós. Tive a oportunidade de ajudar cirurgiões em suas linhas de pesquisa e de acompanhar como o serviço de trauma funciona no St. Michael´s Hospital, hospital filiado à Universidade de Toronto. Dessa forma, aprendi muito sobre trauma e sobre como a pesquisa deve ser feita para que se alcancem os melhores resultados. Além disso, o programa foi uma excelente oportunidade de melhorar meu inglês, o que considero muito importante na formação médica, especialmente na área de pesquisa.

Conectar – Durante os meses que ficou no programa, qual foi o maior desafio que enfrentou? Como você lidou com ele?

Victor – O maior desafio foi conciliar todas as atividades que tínhamos no estágio. Havia muitos textos para ler, reuniões diárias com os cirurgiões, residentes e atividades práticas. Foi importante que eu tivesse organização e força de vontade para lidar com tantos compromissos, o que possibilitou que eu aproveitasse o estágio ao máximo.

Conectar – Como você definiria o Programa Pesquisadores do Futuro?

Victor – O Programa é uma ótima oportunidade de fazer pesquisa em centros de ponta e de acompanhar como a medicina é praticada nesses lugares, sem contar o fato de que a experiência de viver fora do país amadurece e contribui com seu inglês.

Conectar – Para os alunos que venham a passar por essa experiência, o que você recomendaria?

Victor – Recomendo que meus colegas tenham organização e força de vontade para aproveitar o estágio ao máximo, o que com certeza renderá frutos.

No próximo boletim
Rafael Deyrmandjian Rosalino, aluno do 3º ano de Graduação em Medicina, conta como foi estudar na Yale University, em Connecticut, a mais antiga instituição dos EUA.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 72, em 25/8/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

 

“A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo me escolheu”

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João Carlos Chazanas

João Carlos Chazanas, ex-aluno do curso de Graduação em Medicina da FCMSCSP, é otorrinolaringologista, diretor social da Associação dos ex-alunos da Santa Casa de São Paulo (Aeasc) e fala ao Conectar sobre a relação que mantém até hoje com os colegas de turma, com a Faculdade, e como a Instituição contribui para o seu desenvolvimento profissional.

Conectar: Como foi sua escolha para a Medicina?
João: Muito difícil de lhe dizer, foi meio que natural, com certa influência do meu irmão mais velho que estudava medicina. Mas acho que desde o primeiro colegial era carreira que eu gostava e queria seguir, acredito que tinha uma imagem diferente de hoje em dia.

Conectar: Quando decidiu que faria o curso na FCMSCSP?

João: Na verdade, foi a Faculdade que me escolheu. A FCMSCSP sempre foi uma instituição de renome, desde a sua fundação em 1960, porque tem grandes professores, grandes profissionais, tem uma grande estrutura. Foi uma felicidade incomensurável meu ingresso.

Conectar: Por que optou por Otorrinolaringologia?
João: Quando comecei o 6º ano, queria uma carreira que fosse mista: cirúrgica e clínica. Passei no estágio da Otorrino, já tinha passado no 4º ano e passei novamente, desde então tive contato com a especialidade. A Faculdade tinha e tem até hoje um Departamento de Otorrinolaringologia que é muito bem estruturado, muito forte, e isso também pesou.

Conectar: Hoje, qual a sua relação com a Faculdade?
João: Tenho uma ligação muito forte com a Instituição, faço parte da Associação dos ex-alunos. A FCMSCSP é uma família. Na profissão da gente isso não é tão difícil de acontecer, porque são grupos pequenos, passamos muito tempo juntos, período integral. Quando entramos, já sentimos a diferença, ao menos era assim quando entrei pela primeira vez na Faculdade, há 36 anos. Não tem aula sobre isso, ninguém te ensina.

Conectar: Como funciona a Aeasc?
João: A Associação dos ex-alunos da Santa Casa de São Paulo tem por objetivo manter a nossa estrutura, a história, a nossa família. Toda família, por maior que seja, tem aqueles que você se relaciona mais e os que se relaciona menos, mas todos vestem a mesma camisa e empunham a mesma bandeira. Nós tínhamos um objetivo nobre que era a manutenção de uma área, desapropriada pela prefeitura, para a prática de esporte e reunião social na Barra Funda, isso unia a nossa diretoria, mas infelizmente nós perdemos o espaço. Antigamente, bem no início, quando fundamos a Aeasc, ajudei minimamente, mas apoiei o pessoal mais velho, que participava de reuniões semanais, depois mensais. A associação é relativamente atuante na sua área, sem interesse político nenhum.

Conectar: Já pensou em voltar para a Faculdade?
João: A relação com a Santa Casa é de amor à camisa, isso tem tão pouco e tem diminuindo tanto no mundo. Sempre me cerquei do melhor, os melhores da turma são meus amigos, tenho vontade de voltar, para fazer uma assistência voluntária, ajudar na formação dos alunos, dentro do que eu sei fazer. Eu iria. Sinto falta, é uma questão de tempo para eu voltar para um ambiente que é como a extensão da minha casa.

Conectar: Quais dicas você daria para quem deseja cursar Medicina?
João: Bom, hoje em dia, a pessoa que entra nessa profissão tem que ter mais paixão ainda e respeito pelos mestres. Meu conselho seria: valorize a Instituição que você está entrando, dê valor que você dá para a sua casa. Certamente há outras instituições importantes, mas a FCMSCSP faz parte do hospital-escola mais antigo do estado de São Paulo, tem uma raiz, tem história, exemplos de vida, tem que valorizar.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 72, em 25/8/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Alunos da FCMSCSP conquistam o prêmio de 1º lugar no 31º Congresso Brasileiro de Cirurgia

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Alunos do 2º ao 6º ano do curso de Graduação em Medicina da FCMSCSP durante o 31º Congresso Brasileiro de Cirurgia

Entre os dias 2 e 5 de agosto, alunos do 2º ao 6º ano do curso de Graduação em Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, sob a coordenação do Prof. Dr. Tércio de Campos e Dr. José Gustavo Parreira, professores da FCMSCSP, estiveram presentes no 31º Congresso Brasileiro de Cirurgia.

Nesta edição, o evento ocorreu em Curitiba (PR), reunindo estudantes e profissionais da área cirúrgica de todo o país que apresentaram cerca de 2 mil trabalhos temas cirúrgicos. “A delegação da FCMSCSP foi a maior no evento; levamos 16 alunos que já faziam parte de grupos de estudos da Faculdade, nos quais o Prof. José Gustavo, outros professores e eu fomos os responsáveis pela coordenação. Sempre os estimulamos a inscrever seus trabalhos e a Faculdade ajudou, neste caso, por exemplo, custeando a inscrição deles no Congresso e liberando os alunos de suas atividades”, explica o Dr. Campos.

No entanto, não foi só em número que a FCMSCSP marcou presença. Os alunos Joyce Francisco, do 6º ano, Camilla Bilac Oliari e Juliano Mangini Dias Malpaga, ambos do 5º ano, conquistaram o prêmio de 1º lugar no Congresso pelo trabalho Indicadores de lesões intra-abdominais em vítimas de trauma fechado admitidas sem dor abdominal ou alterações no exame físico do abdômen. “Fomos orientados pelo Prof. José Gustavo Parreira. Fui a responsável por representar o grupo e apresentar o trabalho no Congresso. Nós achávamos que tínhamos chance de ganhar, mas não esperávamos”, conta Joyce Francisco. O Prof. Tércio de Campos completa: “Além dos autores receberem um certificado de melhor trabalho do Congresso, aumenta-se a chance de publicação para esse trabalho.  É importante ressaltar ainda que mais três trabalhos de alunos de Graduação em Medicina da FCMSCSP receberam menção honrosa”, conclui.