Mestrado Profissional em Comunicação Humana da FCMSCSP: pioneirismo e inovação

mestrado-profissional-comunicacao-humana-faculdade-santa-casaAté o dia 27/7, quinta-feira, estão abertas as inscrições para o Mestrado Profissional em Comunicação Humana da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. O programa, pioneiro no estado de São Paulo, tem como principais objetivos preparar profissionais de saúde para a utilização da investigação científica como ferramenta no aprimoramento do trabalho e qualificá-los para desenvolver e conhecer métodos e técnicas inovadoras com aplicabilidade em equipamentos de saúde, na perspectiva da prevenção e tratamento nas áreas que envolvam a comunicação humana.

Paula Lavaisséri

Paula Lavaisséri

Prova de que o programa capacita profissionais e traz iniciativas inovadoras para o mercado, no início de 2016, uma pesquisa do Mestrado Profissional da FCMSCSP, desenvolveu um protótipo de aplicativo para cuidados vocais. A pesquisadora Paula Lavaissiéri, desenvolveu o aplicativo Q-Voz, fruto de sua dissertação de Mestrado “Cuidados vocais: protótipo de aplicativo para dispositivos móveis”.

O aplicativo Q-Voz oferece ferramentas para a organização pessoal, gerenciamento daQ-Voz App reabilitação vocal e material informativo sobre os cuidados relacionados: agenda de técnicas e hábitos vocais, gravador de voz, câmera de vídeo, temporizador, bloco de anotações, gráficos e premiações virtuais pelo desempenho, informativo sobre cuidados vocais e manual de instruções. O app deve ser instalado no smartphone do paciente e configurado pelo fonoaudiólogo nas sessões terapêuticas, com base em suas necessidades pessoais.

PERÍODO E PERIODICIDADE
O tempo de integralização do curso será de no mínimo 18 e no máximo 24 meses, incluindo-se neste período, disciplinas obrigatórias e optativas, e atividades orientadas de pesquisa para elaboração do trabalho de conclusão de curso. As disciplinas e as atividades do curso ocorrem às quintas-feiras à tarde; às sextas-feiras (manhã e tarde) e, eventualmente, aos sábados.

Serviço
Inscreva-se aqui: Mestrado Profissional em Saúde da Comunicação Humana
Coordenação: Prof.ª Dra. Kátia de Almeida
Vagas: 25
Prazo para inscrições: até 27 de julho de 2017

 

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Fonoaudiologia: ​qual ​área a seguir dentro da ​ carreira?

Dra. Ana Luiza Navas, diretora do curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade Santa Casa de São Paulo

Dra. Ana Luiza Navas, diretora do curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade Santa Casa de São Paulo

Para esclarecer os pontos mais comuns sobre a carreira de Fonoaudiologia, confira esta entrevista com a Dra. Ana Luiza Navas, diretora do ​curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.​

Conectar: Quais são as áreas de especialização em Fonoaudiologia?
Dra. Ana Luiza: As áreas reconhecidas pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia são Voz, Linguagem, Audição, Saúde Coletiva, Motricidade Orofacial – tudo que tem a ver com a parte motora da fala; Disfagia, Fonoaudiologia Educacional, Fonoaudiologia do Trabalho, Gerontologia, Neuropsicologia e Fonoaudiologia Neurofuncional.

Conectar: Como ​podemos definir o mercado ​d​e trabalho para um ​fonoaudiólogo?
Dra. Ana Luiza: O mercado de trabalho da Fonoaudiologia é muito amplo, porque as áreas são muito diversas. Temos grande contingente trabalhando na área da saúde, no serviço público ou em clínicas particulares​,  mas existe o fonoaudiólogo que trabalha  ​no ambiente corporativo  ou  ​no setor educacional, dando consultoria tanto em escolas públicas ​quanto  nas p​articulares.

Conectar:
Quanto à área educacional, ​esse trabalho  ​seria aquele desenvolvido com crianças?
Dra. Ana Luiza: Existe sempre a imagem que o ​fonoaudiólogo só trabalha com crianças que possuem alguma dificuldade, porém ess​e profissional já vem trabalhan​do​, ​por exemplo, ​na área de Educação, na formação e capacitação de professores para o desenvolvimento de audição, linguagem e fala. ​Nesse caso, o  fonoaudiólogo atende professores prestando assessoria para o aprimoramento da comunicação expressão des​se​s​  profissiona​is, bem como pode fazer parte da equipe educacional visando a melhoria do processo de aprendizagem das crianças.

Conectar: E com as crianças, como é a atuação?
Dra. Ana Luiza: Os profissionais da ​Fonoaudiologia podem prestar orientações para o desenvolvimento de todos os alunos, e não somente ​àqueles que possuem alguma dificuldade. Eles atuam no ensino regular, com ​estudantes que não têm nenhuma dificuldade de alfabetização, para melhorar a habilidade de comunicação dessas crianças. Mas há também na Educação Especial, área inclusão, profissionais que auxiliam no processo de aprendizagem e comunicação de crianças com transtornos como a síndrome de Down, dislexia, déficit de atenção, ou com deficiências como a auditiva, prestando orientações e acompanhamentos específicos.

Conectar: Quais outros setores ​em que  o fonoaudiólogo pode atuar?
Dra. Ana Luiza: O ​fonoaudiólogo pode trabalhar com empresários, para melhorar a expressividade e comunicação oral; em veículos de comunicação com jornalistas, radialistas; e com outras várias instituições e pessoas que precisam fazer o aprimoramento da comunicação, não somente com cantor e ator, mas, por exemplo, com pessoas que precisam dar entrevistas frequentemente: técnicos de futebol, políticos e outros.

Conectar: Ao se formar,o fonoaudiólogo precisa de um registro para trabalhar?
Dra. Ana Luiza: Sim. Quando o aluno se forma, após a colação de grau, ele precisa solicitar um registro profissional no Conselho Regional de Fonoaudiologia de sua região; no caso de São Paulo, ​trata-se da 2ª Região.

Conectar: E quanto aos egressos que optem por seguir diretamente para o mercado de trabalho?
Dra. Ana Luiza: A grande maioria dos alunos que se formam tem plena condição de ingressar diretamente no mercado de trabalho sem precisar fazer especialização. E há empresas que ​já os ​contratam​ ao término do curso, pois ​reconhecem a ​formação​ de qualidade oferecida pela​ Faculdade ​Santa Casa​ de São Paulo. Há algumas áreas ​em ​que a especialização ou aprimoramento são necessárias e recomendadas, principalmente ​quando ​os egressos ​irão prestar concurso público que tem essa exigência em seu edital.

Conectar: Há um número grande de fonoaudiólogos que seguem para a área acadêmica?
Dra. Ana Luiza: ​Muitos d​os alunos ​da FCMSCSP ​têm procurado complementar sua formação em programas de pós-graduação, como mestrado e doutorado, tanto ​aqui ​quanto em outras instituições​. ​A Faculdade ​de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo ​oferece o Mestrado ​Profissional em Saúde da​ Comunicação Humana, dedicado principalmente ao ex-aluno que já teve uma experiência de mercado de trabalho e sentiu a necessidade de melhorar a sua prática profissional, fundamentar​-se​ melhor em termos científicos, desenvolver estratégias terapêuticas, manuais e guias de orientação.

Conectar: Para finalizar, como a FCMSCSP auxilia os alunos no término da Graduação?

Dra. Ana Luiza: A formação teórica e, principalmente, a prática deste ensino, bem como a carga horária e diversidade dos estágios supervisionados, que envolvem tanto a Clínica Escola de Fonoaudiologia, vários setores do hospital ​da ​ISCMSP, as Unidades Básicas de Saúde (UBS), Creches e Escolas faz com que os alunos saiam ​muito bem​ preparados. Além disso, ao longo do 4º ano, há uma tutoria, na qual professores orientam os alunos em encontros mensais sobre o que é pós-graduação, especialização, aprimoramento, gestão entre outros temas para que eles estejam ainda mais preparados para planejar suas carreiras.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 77, em 4/11/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Simpósio discute a atualidade da Psicopatologia Fenomenológica

Dr. Guilherme Messas, coordenador geral do Simpósio e do curso de Pós-graduação em Psicopatologia Fenomenológica da FCMSCSP

Dr. Guilherme Messas, coordenador geral do Simpósio e do curso de Pós-graduação em Psicopatologia Fenomenológica da FCMSCSP

A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo promoverá o 1º Simpósio Internacional de Psicopatologia Fenomenológica – Tradição e atualidade da Psicopatologia Fenomenológica, de 20 a 22 de novembro, em São Paulo (SP). “O objetivo deste evento é oferecer ao público uma reflexão mais aprofundada sobre os diversos transtornos mentais, a partir da perspectiva fenomenológica. Dessa forma, o público poderá conhecer o que vem sendo realizado nessa área da psicopatologia”, afirma o Dr. Guilherme Messas, coordenador geral do evento e do curso de Especialização em Psicopatologia Fenomenológica da FCMSCSP.

O Simpósio reunirá pesquisadores do Brasil, Chile, Itália e França, que irão enfatizar os transtornos de maior prevalência na população, como a depressão, esquizofrenia, e os problemas com álcool e drogas. “A Psicopatologia Fenomenológica, apesar de ser tradicional, conta com poucos especialistas. Por isso, o evento é uma oportunidade rara no Brasil, por reunir profissionais do nosso país e internacionais”, declara Messas. O 7º Simpósio da Sociedade Brasileira de Psicopatologia Fenômeno-Estrutural também integra a programação do 1º Simpósio Internacional de Psicopatologia Fenomenológica.

Voltado a médicos, psicólogos, enfermeiros, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, assistentes sociais e demais profissionais interessados no tema, o evento será realizado no Auditório Prof. Dr. Emilio Athié, na Rua Dr. Cesário Motta Jr., 112, Vila Buarque, São Paulo (SP). O Simpósio aceita a apresentação de trabalhos, que serão avaliados e selecionados pela comissão organizadora. A entrega destes resumos deve ser realizada até o dia 5/10, domingo, pelo site do evento. Para mais informações e inscrições, clique aqui.

Aumenta expectativa de vida de pessoas com síndrome de Down

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo realiza curso sobre o tema nos dias 20 e 21 de março, quinta e sexta-feira, das 17h às 20h, nos Anfiteatros Prof. Dr. Paulo Augusto Ayrosa Galvão e Prof. Dr. Emilio Athié

A data de 21 de março marca o Dia Internacional da síndrome de Down. De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil possui 300 mil pessoas com a alteração genética. No passado, sua expectativa de vida era, em média, de 20 anos, mas, em virtude do avanço dos tratamentos médicos, hoje existem casos de indivíduos que chegam e ultrapassam os 60 anos.

Dra. Sandra PiresDe acordo a Dra. Sandra Cristina Fonseca Pires, professora instrutora do curso de Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, uma das principais causas da morte precoce era a cardiopatia, disfunção no coração que acomete 60% dos nascidos com síndrome de Down. “Antigamente não se tinha condições de operar casos de cardiopatias que tem necessidade de intervenção no primeiro ano de vida, com o avanço tecnológico e científico, hoje essa prática é rotina e dá condições de melhor expectativa de vida. Soma-se também toda qualidade de vida que hoje se consegue promover com ações melhores na área da saúde como um todo”, afirma.

A síndrome de Down é uma alteração genética resultante da presença de um cromossomo a mais, o de número 21, por isso, também é conhecida como trissomia 21. A maioria das pessoas com o problema apresenta a denominada trissomia 21 simples, o que significa que um cromossomo extra está presente em todas as células do organismo, devido a um erro na separação dos cromossomos 21 em uma das células dos pais. Esse fenômeno é conhecido como trissomia simples ou não-disjunção. Existem outros mecanismos que levam à ocorrência da trissomia do cromossomo 21: mosaicismo, que ocorre quando a trissomia está presente somente em algumas células e, por translocação, quando o cromossomo 21 extra está unido a outro cromossomo.

Segundo a doutora, pessoas com síndrome de Down devem ter o acompanhamento de um médico clínico (pediatra), endocrinologista, oftalmologista, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, dentista, entre outras especialidades que podem ser necessárias. A reabilitação acompanhada por terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo e fisioterapeuta, quando iniciada logo nos primeiros meses, é essencial para favorecer melhores condições de vida, “não se deve esperar as dificuldades e atrasos surgirem para se pensar na intervenção”. “O psicólogo também é importante, principalmente no suporte familiar, tanto na necessidade de se reformular expectativas, como também para ajudar o paciente na passagem para a adolescência e posteriormente para a fase adulta”, diz.

A professora explica que pessoas com síndrome de Down podem ter filhos, porém, há uma preocupação entre os especialistas sobre como o déficit cognitivo da pessoa com síndrome de Down pode interferir nesse processo. “Não existe a compreensão plena das responsabilidades, pois, pelo prejuízo intelectual, eles podem não apresentar a maturidade necessária para terem um relacionamento sexual com os seus devidos cuidados, nem a percepção clara das responsabilidades de se gerar um filho”, analisa.

No que diz respeito ao mercado de trabalho, a Dra. Sandra informa que as empresas estão abrindo espaços para eles e há relatos de pessoas que chegaram a cursar faculdade. “Há muitas oportunidades profissionais, porém com algumas restrições nas atividades a serem exercidas, em muitos casos. É necessária mais divulgação e, sobretudo, investimento nessa área. Com o aumento da expectativa de vida e melhores condições de reabilitação e educação, a profissionalização é uma das maiores demandas nos dias de hoje”, conclui.

Para marcar a data, a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo realiza nos dias 20 e 21 de março, quinta e sexta-feira, o curso “Síndrome de Down: Perspectivas em Foco”. O encontro, direcionado a estudantes e profissionais da área da saúde, acontecerá das 17h às 20h, nos Anfiteatros Prof. Dr. Paulo Augusto Ayrosa Galvão e Prof. Dr. Emilio Athié, rua Dr. Cesário Motta Júnior, 112, Vila Buarque – São Paulo (SP).

As inscrições devem ser feitas pelo site www.fcmsantacasasp.edu.br e custam R$ 10,00 para interessados que tenham vínculo com a Faculdade Santa Casa de São Paulo ou com a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, e R$ 15,00 para o público em geral.

Programação:

20 de março – quinta-feira

17h Abertura
Prof.ª Dra. Sandra Cristina F. Pires, Prof.ª Dra. Carla Franchi Pinto, e Sandra Reis

17h30 Longevidade e o Papel da Cardiologia
Prof.ª Dra. Maria Lúcia Bastos Passarelli (Cardiologista Pediátrica)

18h Vínculo e Aspectos Emocionais da Adolescência e Idade Adulta
Me. Patrícia Horta (Psicóloga)

18h30 Sexualidade
Prof.ª Dra. Maria José Carvalho Sant´Anna (Pediatra – Hebiatra)

19h Coffee-break

19h30 Apresentação e Discussão com a “Galera do Click”
Jovens com síndrome de Down

20h Encerramento

21 de março – sexta-feira*
*21 de março = Dia Internacional da Síndrome de Down

17h Epigenética
Prof.ª Dra. Carla Franchi Pinto (Geneticista)

17h30 Mudanças Metabólicas
Dr. Aleksandro Belo Ferreira (Endocrinologista)

18h Comunicação e Inclusão
Prof.ª Dra. Sandra Cristina Fonseca Pires (Fonoaudióloga)

18h30 Aspectos Clínicos: Atualidades
Dra. Flávia Cristina Navarro (Pediatra – Cardiologista Pediátrica)

19h Coffee-break

19h30 Apresentações dos Integrantes da “Galera do Click”
Jovens com síndrome de Down

20h Encerramento

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 36, em 11/3/2014. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Inscrições abertas: Síndrome de Down – Perspectivas em Foco

Participe do curso “Síndrome de Down – Perspectivas em Foco”, voltado a profissionais da área de saúde, que será realizado nos dias 20 e 21 de março, quinta e sexta-feira, das 17h às 20h00. A realização é do curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. As inscrições já estão abertas e as vagas são limitadas.

Clique aqui e confira mais detalhes.

Síndrome de Down - Faculdade Santa Casa de SP

Síndrome de Down: Perspectivas em Foco

Curso: Síndrome de Down - Perspectivas em FocoNos dias 20 e 21 de março de 2014, quinta e sexta-feira, das 17h às 20h, a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo realizará o curso “Síndrome de Down: Perspectivas em Foco”. Voltado a profissionais da área da saúde, o curso tem a realização do programa de Graduação em Fonoaudiologia da FCMSCSP.


Confira a programação:

20 de março – quinta-feira

  • 17h: Abertura – Prof.ª Dra. Sandra Cristina F. Pires, Prof.ª Dra. Carla Franchi Pinto, Sandra Reis
  • 17h30: Longevidade e o Papel da Cardiologia – Prof.ª Dra. Maria Lúcia Bastos Passarelli (cardiologista pediátrica)
  • 18h: Vínculo e Aspectos Emocionais da Adolescência e Idade Adulta – Ms. Patrícia Horta (psicóloga)
  • 18h30: Sexualidade – Prof.ª Dra. Maria José Carvalho Sant’Anna (pediatra – hebiatra)
  • 19h: Intervalo
  • 19h30: Apresentação e discussão com a “Galera do Click” – Jovens com síndrome de Down
  • 20h: Encerramento


21 de março – sexta-feira
*

  •  17h: Epigenética – Prof.ª Dra. Carla Franchi Pinto (geneticista)
  • 17h30: Mudanças Metabólicas – Dr. Aleksandro Belo Ferreira (endocrinologista)
  • 18h: Comunicação e Inclusão – Prof.ª Dra. Sandra Cristina Fonseca Pires (fonoaudióloga)
  • 18h30: Aspectos Clínicos: Atualidades – Dra. Flávia Cristina Navarro (pediatra – cardiologista pediátrica)
  • 19h: Intervalo
  • 19h30: Apresentações por integrantes da “Galera do Click” – Jovens com síndrome de Down
  • 20h: Encerramento

Local: Anfiteatros Prof. Dr. Emilio Athié e Paulo A. Ayrosa Galvão

Endereço: Rua Dr. Cesário Motta Júnior, 112, Vila Buarque – São Paulo (SP)

Coordenação do evento: Prof.ª Dra. Sandra Cristina F. Pires

Realização: Curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

Período de inscrições
10/3 a 19/3/2014 – Envie uma mensagem para comunicacao.marketing@fcmsantacasasp.edu.br, informando seu nome, e-mail e telefone de contato para ser avisado sobre a abertura das inscrições.

Investimento

    • Público externo: R$ 15,00
    • Público interno: R$ 10,00 (alunos e funcionários da FCMSCSP e da ISCMSP)


Atenção
: certificados só serão disponibilizados para os participantes inscritos pelo hotsite do evento.

*21 de março = Dia Internacional da Síndrome de Down