Princípios Metodológicos e Aplicabilidade Clínica do NGS

flavia-piazzonNo dia 1º de setembro, sexta-feira, das 9h às 10h30, será realizada a aula de encerramento da disciplina de Medicina Molecular, coordenada pelo Prof. Dr. Carlos Longui, do Departamento de Ciências Fisiológicas da FCMSCSP. A aula que tem como tema “Princípios Metodológicos e Aplicabilidade Clínica do NGS”, contará com a presença da Dra. Flavia Piazzon, doutora pela Universidade de São Paulo (USP) e Geneticista da Mendelics Análise Genômica.

O encontro acontece nos auditórios Prof. Dr. Paulo Ayrosa e Prof. Dr. Emilio Athié, rua Dr. Cesário Motta Jr., 112, Vila Buarque, São Paulo (SP) e é destinado aos alunos e professores do curso de Graduação em Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Enfermagem em Saúde Coletiva: nova especialização da FCMSCSP

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Prof.ª Dra. Lívia Keismanas de Ávila, coordenadora do programa de Pós-graduação em Enfermagem em Saúde Coletiva da FCMSCSP

Estão abertas até o dia 21/8, segunda-feira, as inscrições para o curso de Pós-graduação em Enfermagem em Saúde Coletiva. A nova especialização da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo tem como objetivo permitir o desenvolvimento de competências técnicas, políticas e administrativas de enfermeiros para o trabalho na Atenção Primária à Saúde, no Sistema Único de Saúde, contribuindo para o desenvolvimento das práticas de enfermagem em Saúde Coletiva e da saúde como um direito humano no país.

De acordo com a Prof.ª Dra. Lívia Keismanas de Ávila, coordenadora do programa, na saúde coletiva o profissional enfermeiro possui papel específico e, para tanto, necessita continuamente de instrumentos para praticar a interdisciplinaridade na saúde, a fim de assumir os desafios de transformação e consolidação da saúde como um direito universal.

“O curso de Pós-graduação em Enfermagem em Saúde Coletiva oferecido pela FCMSCSP se destaca no mercado de formação lato sensu, pois foi concebido para a formação de enfermeiros no âmbito do gerenciamento do serviço e na assistência de enfermagem em saúde coletiva, ampliando a formação do profissional para todas as configurações de modelos tecno-assistenciais em saúde vigentes”, afirma.

Ainda segundo a professora, o curso possibilitará ao enfermeiro que atua ou pretende atuar em atenção primária à saúde, o aprimoramento de competências e habilidades na gestão de serviços de saúde na atenção básica: “Além disso, o curso também promoverá a capacitação na assistência, considerando o reconhecimento dos problemas e necessidades de saúde da população, dos processos de produção e reprodução social, o processo de trabalho da enfermeira e sua articulação com as práticas sociais.”

Serviço
Inscreva-se aqui: Enfermagem em Saúde Coletiva
Coordenação: Prof.ª Dra. Lívia Keismanas de Ávila
Supervisão Técnica: Prof.ª Dra. Maria Fernanda Terra
Vagas: 40
Prazo para inscrições: até 21 de agosto de 2017
Carga horária total: 420 horas
Duração: 18 meses
Horário: 2 vezes por semana – às segundas e quartas-feiras, das 19h às 22h00
Investimento total: 18 parcelas de R$ 480,00
Para Ex-alunos da FCMSCSP e Funcionários da ISCMSP (10% de desconto): 18 parcelas de R$ 432,00.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 116, em 1º/8/2017. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.  

Colesterol: entenda consequências e saiba como prevenir

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Prof. Dr. Renato Jorge Alves, professor da disciplina de Cardiologia da FCMSCSP

Com o objetivo de alertar a população brasileira em relação aos cuidados com a saúde, o dia 8 de agosto é marcado como o Dia Nacional do Combate ao Colesterol. Um lipídeo necessário para o funcionamento do organismo, quando elevado, o colesterol pode provocar doenças ateroscleróticas, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC), duas das doenças cardiovasculares que mais matam no mundo.

O colesterol é um tipo de gordura presente em diversos alimentos e é dividido em dois tipos: o mau colesterol (LDL) e o bom colesterol (HDL). A falta de controle sobre os fatores de risco como alimentação inadequada e o sedentarismo são atitudes que podem auxiliar no acúmulo do mau colesterol nas artérias e veias do corpo.

Segundo o Dr. Renato Jorge Alves, professor da disciplina de Cardiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, a doença aterosclerótica pode se manifestar por sintomas clássicos, como dor no peito, falta de ar, cansaço aos esforços, mas também sem sintomatologia. “Nesse último caso, sendo detectada primariamente por um ataque cardíaco (infarto) ou AVC, como primeira manifestação”, afirma.

O único meio de diagnosticar o colesterol elevado, de acordo com o cardiologista, é a dosagem do colesterol no sangue: “Essa dosagem deve ser feita após os 10 anos de idade, ou antes, se houver fatores de risco envolvidos, entre os quais: doença cardiovascular precoce na família ou presença de fatores de risco cardiovasculares na criança.”

De acordo com o Dr. Renato, atualmente existe um bom arsenal terapêutico de medicamentos que abaixam eficazmente o colesterol. Entre os melhores fármacos, estão as estatinas, que além de reduzir o colesterol, reduzem também a incidência de infarto e de AVC, reduzindo-se assim, a mortalidade cardiovascular. “Outros medicamentos, coadjuvantes, ajudam na função de reduzir o colesterol, entre eles, destacam-se a ezetimiba (reduz a absorção do colesterol no intestino) e os inibidores da PCSK9 (aumentam a retirada de colesterol do sangue)”, conta.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 116, em 1º/8/2017. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.  

Perda auditiva entre adolescentes tem consequências ainda mais graves

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Prof.ª Dra. Kátia de Almeida, vice-diretora do curso de Graduação em Fonoaudiologia da FCMSCSP

Os efeitos da exposição a elevados níveis de pressão sonora são bem conhecidos. Uma das principais consequências é a perda auditiva induzida por ruído e o trauma acústico – perda de audição decorrente de uma única exposição a um som muito intenso, direto e súbito, como armas de fogo, fogos de artifício, que podem destruir a membrana timpânica e lesionar as células ciliadas da cóclea.

A perda de audição pode acontecer em qualquer idade, desde os mais jovens aos muito idosos. Além disso, pode ter sua causa em doenças, genética, traumatismos encefálicos, complicações no parto e pelo contato com determinados medicamentos. Nos adolescentes, porém, a causa mais comum é a exposição excessiva a níveis de pressão sonora elevados, o que pode ser evitável, portanto, passível de ser prevenido.

Nos jovens, a perda auditiva tem um impacto negativo ainda maior na qualidade de vida, independentemente da idade, podendo levar à solidão, ao isolamento e à frustração. Entretanto, para os jovens e adolescentes em particular, além desses malefícios, a perda auditiva também afetará os processos acadêmicos, como escolhas vocacionais e, até, a autoconfiança e socialização.

De acordo com a Dra. Kátia de Almeida, vice-diretora do curso de graduação em Fonoaudiologia e coordenadora do Mestrado Profissional em Saúde na Comunicação Humana da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, a perda da audição tem aumentado principalmente pela superexposição a ruídos, sendo que, uma vez constatada, se torna irreversível. “Há uma grande preocupação em relação à perda de audição induzida, ou seja, causada por fatores externos. Isso acontece principalmente com jovens que utilizam aparelhos sonoros em volumes extremamente altos. Essa perda é permanente e não há como regredi-la”, afirma.

A especialista explica que a única maneira de prevenir a perda da audição é não se expor a ruídos e altas pressões sonoras, ficando o mínimo de tempo possível em lugares com muito barulho. “Para identificar uma situação de risco auditivo, basta a pessoa se atentar ao fato de que, se estiver em um ambiente com muito barulho, ela vai precisar gritar para ser ouvida. Após ficar em ambientes barulhentos, ela pode apresentar zumbido e sensação de ouvido tampado. Caso essa exposição seja reincidente, a perda pode ser permanente. A audição que teremos na terceira idade irá depender do quanto cuidamos dela na juventude”, conclui.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 116, em 1º/8/2017. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.  

Semana Mundial de Aleitamento Materno ressalta a importância de amamentar

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Dra. Clery B. Gallacci, professora de Pediatria e Neonatologia da FCMSCSP

A Semana Mundial de Aleitamento Materno é comemorada de 1º a 7 de agosto em mais de 150 países, desde 1992, como iniciativa da Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno (Waba – World Alliance for Breastfeeding Action), ONG constituída por uma rede mundial de indivíduos e organizações empenhadas na proteção, promoção e apoio ao aleitamento materno como um direito de mães e crianças, independente de raça, credo ou nacionalidade. Em 2017, o tema será “Trabalhar juntos para o bem comum”.

A semana tem, entre os objetivos, salientar a importância do aleitamento materno, tanto para os bebês quanto para a saúde das mães. Dados mostram que crianças que são amamentadas por mais tempo têm melhor desenvolvimento intelectual – um aumento médio de 3 pontos no QI. Além disso, a cada ano que uma mãe amamenta, o risco de desenvolvimento de câncer de mama invasivo é reduzido em 6%. E o bebê também segue mais protegido de infecções, diarreias e alergias.

“A recomendação é amamentar durante os seis primeiros meses de vida da criança. Após esse período, há a necessidade da introdução de outras fontes de alimentos. No entanto, o aleitamento pode ser mantido durante os dois primeiros anos de vida”, explica a Dra. Clery B. Gallacci, professora de Pediatria e Neonatologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Para garantir que a amamentação traga esses benefícios, as mães precisam ter alguns cuidados com a alimentação: “Amamentar ‘burla’ as reservas do organismo materno e, por isso, é essencial a ingestão de alimentos ricos em ferro e ômega 3 e 6, encontrados nos peixes de origem de águas frias”, esclarece a pediatra. A alimentação do bebê, por sua vez, deve incluir alimentos como frutas, verduras, legumes e proteínas, após o sexto mês de vida.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 116, em 1º/8/2017. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.  

Departamento de Ciências Fisiológicas promove seminário “Projeto Atletas do Futuro: a genômica no esporte!”

Joao-Bosco-PesqueroEm mais uma edição dos seminários promovidos pelo Departamento de Ciências Fisiológicas da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, na terça-feira, dia 8/8, das 12h às 13h30, será apresentada a palestra Projeto Atletas do Futuro: a genômica no esporte!”.

O convidado desta edição é o Dr. João Bosco Pesquero, professor Livre-docente da Universidade Federal de São Paulo, com experiência na área de Bioquímica, com ênfase em Biologia Molecular e atuante nos temas análise molecular de genes ligados aos erros inatos do metabolismo, sistema calicreína-cininas, renina-angiotensina, biologia molecular e animais transgênicos.

O encontro será realizado no Auditório Prof. Dr. Paulo Augusto Ayrosa Galvão, rua Dr. Cesário Motta Jr. 112, Vila Buarque – São Paulo (SP) e é coordenado pela Prof.ª Dra. Fabiana Henriques Machado de Melo, professora do Departamento de Ciências Fisiológicas da FCMSCSP.

  • Inscrições no local.

Mestrado Profissional em Comunicação Humana da FCMSCSP: pioneirismo e inovação

mestrado-profissional-comunicacao-humana-faculdade-santa-casaAté o dia 27/7, quinta-feira, estão abertas as inscrições para o Mestrado Profissional em Comunicação Humana da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. O programa, pioneiro no estado de São Paulo, tem como principais objetivos preparar profissionais de saúde para a utilização da investigação científica como ferramenta no aprimoramento do trabalho e qualificá-los para desenvolver e conhecer métodos e técnicas inovadoras com aplicabilidade em equipamentos de saúde, na perspectiva da prevenção e tratamento nas áreas que envolvam a comunicação humana.

Paula Lavaisséri

Paula Lavaisséri

Prova de que o programa capacita profissionais e traz iniciativas inovadoras para o mercado, no início de 2016, uma pesquisa do Mestrado Profissional da FCMSCSP, desenvolveu um protótipo de aplicativo para cuidados vocais. A pesquisadora Paula Lavaissiéri, desenvolveu o aplicativo Q-Voz, fruto de sua dissertação de Mestrado “Cuidados vocais: protótipo de aplicativo para dispositivos móveis”.

O aplicativo Q-Voz oferece ferramentas para a organização pessoal, gerenciamento daQ-Voz App reabilitação vocal e material informativo sobre os cuidados relacionados: agenda de técnicas e hábitos vocais, gravador de voz, câmera de vídeo, temporizador, bloco de anotações, gráficos e premiações virtuais pelo desempenho, informativo sobre cuidados vocais e manual de instruções. O app deve ser instalado no smartphone do paciente e configurado pelo fonoaudiólogo nas sessões terapêuticas, com base em suas necessidades pessoais.

PERÍODO E PERIODICIDADE
O tempo de integralização do curso será de no mínimo 18 e no máximo 24 meses, incluindo-se neste período, disciplinas obrigatórias e optativas, e atividades orientadas de pesquisa para elaboração do trabalho de conclusão de curso. As disciplinas e as atividades do curso ocorrem às quintas-feiras à tarde; às sextas-feiras (manhã e tarde) e, eventualmente, aos sábados.

Serviço
Inscreva-se aqui: Mestrado Profissional em Saúde da Comunicação Humana
Coordenação: Prof.ª Dra. Kátia de Almeida
Vagas: 25
Prazo para inscrições: até 27 de julho de 2017