Vestibular 2019 da FCM/Santa Casa

Vestibular 2019 – FCMSCSP

Os cursos da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP) têm inscrições abertas de 21/8 a 30/9. A instituição oferece cursos de Medicina (integral), Enfermagem (noturno), Fonoaudiologia (matutino), Tecnologia em Radiologia (noturno) e Tecnologia em Sistemas Biomédicos (noturno). A taxa custa R$ 60; mas, para Medicina, R$ 300.

Para o curso de Medicina, serão dois dias de provas. No primeiro dia, 20 de outubro, das 14h às 18h00, haverá uma redação e questões de conhecimentos específicos. No dia seguinte, será a vez de prova de conhecimentos gerais.

Para os demais cursos, o processo seletivo ocorrerá somente no dia 20 de outubro, também das 14h às 18h00. Os inscritos deverão produzir uma redação e responder 60 questões objetivas de conhecimentos gerais.

A previsão é que a lista de aprovados no vestibular 2019 da Santa Casa de São Paulo saia no dia 26 de novembro. Estão previstas mais três chamadas, sendo mais duas para Medicina.

O processo seletivo oferece, nesta edição, 310 vagas nos seguintes cursos de graduação:
Medicina: 120 vagas
Enfermagem: 40 vagas
Fonoaudiologia: 50 vagas
Tecnologia em Radiologia: 50 vagas
Tecnologia em Sistemas Biomédicos: 50 vagas

Inscrições: em https://www.vunesp.com.br/FAVC1802

Edital Medicina

Edital Enfermagem, Fonoaudiologia, Tecnologia em Radiologia e Tecnologia em Sistemas Biomédicos

Ficha Socioeconômica

Relação de Documentos

http://www.fcmsantacasasp.edu.br

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FCMSCSP promove seminário sobre “Células Tumorais Circulantes:onde estamos?”

Dr. Ludmilla Thomé Domingos Chinen

Amanhã, dia 1º/8, das 12h às 13h30, o Departamento de Ciências Fisiológicas da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo realizará a palestra “Células Tumorais Circulantes: onde estamos?”, ministrada pela Dra. Ludmilla Thomé Domingos Chinen, pesquisadora da Fundação Antônio Prudente.

O encontro será realizado na Sala 11 da Técnica Cirúrgica e é coordenado pela Dra. Fabiana Henriques Machado de Melo, professora do Departamento de Ciências Fisiológicas da FCMSCSP.

Cuidadores de idosos: estamos preparados para essa função?

Há algumas décadas as famílias tinham como principal foco o cuidado e a educação dos filhos que seriam seus herdeiros e continuadores.

Nos últimos anos com o acelerado processo de envelhecimento populacional as famílias se defrontaram com uma nova situação para a qual não estavam preparados por absoluta falta de experiência familiar com o assunto: como cuidar dos pais e avós que agora vivendo mais passam a apresentar diversas doenças crônicas degenerativas que limitam muito sua autonomia tornando-os dependentes de cuidados e atenção especial para manterem um mínimo de qualidade de vida.

As famílias com situação econômica adequada resolveram esse “problema” contratando cuidadores profissionais, cuja formação para essa nova função muitas vezes é duvidosa.

Esse fato tem feito com que não raramente surjam notícias de maus tratos a idosos por pessoas sem o devido preparo para essa função.

Por outro lado, a maior parte das famílias que não pode contratar cuidadores profissionais está tendo que aprender com a prática, como cuidar desses idosos, com grandes dificuldades e consequências para suas estruturas familiares.

É frequente sermos procurados nos consultórios por pessoas estressadas e com diversos problemas de saúde causados por jornadas exaustivas e muitas vezes sem apoio de outros familiares, nos cuidados de idosos doentes e incapacitados com os quais vivem.

Essa é uma realidade que só vai crescer, pois o processo de envelhecimento populacional é um fato irreversível e com a vida cada vez mais longa teremos cada vez mais idosos para cuidarmos e com o mesmo carinho com que fomos criados quando éramos crianças.

Para que isso deixe de constituir um problema e torne-se uma nobre missão precisamos estar preparados adotando algumas atitudes fundamentais e urgentes, como:

Entender que a pessoa idosa que hoje depende de nós foi quem nos apoiou, educou e preparou para a vida adulta.

Entender que não é só de atenção física que necessitam, mas também de uma atenção essencial que é o carinho e apoio emocional que nenhum cuidador profissional pode dar como um filho ou neto.

Procurar cursos ou informações técnicas para estar adequadamente preparados para essa missão.

Partilhar esse trabalho com todas as pessoas da família evitando sobrecarregar uma só dos familiares que acabará neutralizando sua vida e adoecendo.

Pensem sobre isso e lembrem-se que existe uma grande probabilidade de você ser um desses idosos no futuro.

Antonio Monteiro, médico preventivista e clínico geral, é formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Cultura, espiritualidade e resiliência

Dr. José Toufic Thomé

Após 19 dias de apreensão e horas de delicada operação de resgate, os 12 adolescentes e o treinador do time de futebol amador “Javalis Selvagens”, foram resgatados da caverna de Tham Luang, e encaminhados ao hospital. O mundo respirou aliviado, e apesar da morte do ex-mergulhador da marinha tailandesa, durante as ações pré-resgate, o desfecho da crise que começou em 23 de junho chegou a um desfecho feliz.

O grupo resgatado, assim como os seus familiares e amigos próximos, afetados por momentos de enorme pressão emocional, receberão suporte em Saúde Mental. Os protocolos que serão oferecidos terão entre os objetivos, a prevenção do desenvolvimento de transtornos e adoecimento psíquico, e deverão ter os fatores humanos integrados ao acompanhamento oferecido, com atenção permanente às manifestações de subjetividade de cada pessoa afetada. E isso porque vivências disruptivas exigem reflexão sobre o modo como o ambiente irrompe no psiquismo humano, e devem ser analisadas em termos das reações pessoais dos danificados e do seu impacto psicológico.

Na história dos “meninos presos na caverna”, há particularidades que merecem atenção. E não apenas por conta do desfecho exitoso, com a existência de situações inesperadas, como por exemplo, a falha nas bombas de sucção nas horas finais da operação. A presença do treinador espiritualizado e na função de “cuidador”, oferecendo suporte emocional durante os dias em que o grupo esteve incomunicável e sem recursos, representa um diferencial para a sobrevivência dos meninos. E também a Cultura Tailandesa, revelada em ações de amparo simultâneo às pessoas afetadas, direta e indiretamente, pela “quase tragédia”, são dois elementos positivos em favor do resultado alcançado.

Independente da religião professada, em situações de crise e desastres, as pessoas espiritualizadas e que desenvolveram a capacidade de refletir sobre as adversidades, buscam respaldo no conhecimento para enfrentar a situação concreta e disruptiva. Essas pessoas tendem a usar essa habilidade como ferramenta emocional que as auxiliará na tomada de decisões. E nesse contexto o destino parece ter selecionado bem o treinador assistente Ekkapol “Ake” Chantawong, de 25 anos. Antes de se dedicar ao esporte, Ake foi monge budista por uma década. E na situação vivenciada pelo grupo, os princípios filosóficos ligados à compreensão e superação do sofrimento (As Quatro Nobres Verdades da doutrina do Budismo), praticados por ele, foram elementos importantes para que o grupo se mantivesse unido, motivado e, na medida do possível, calmo, diante da adversidade. Ake conseguiu que o grupo vivesse as experiências emocionais como formas de enfretamento e não de desistência da vida. E foi ele quem estimulou a capacidade de resiliência do grupo, na violenta experiência que viveram.

Em muitos momentos dessa história, a cultura tailandesa (antiga e influenciada por inúmeros povos orientais), pode contribuir para a solução da crise. A solidariedade, a capacidade de aceitar auxílio sem tender à vitimização, e a percepção do bem social como um valor superior aos desejos individuais, foram notáveis dentro e também fora da caverna. Nas ações da equipe de gestão de crise, por exemplo: houve atenção às famílias afetadas, quando os nomes dos primeiros jovens resgatados não foram revelados, até que todos estivessem fora de perigo. Assim como a cuidadosa restrição à imprensa, na saída da caverna, ajudou a desestimular exposições exageradas e potencialmente nocivas aos afetados pelo evento.

Por fim, a noção de pertencimento que é ensinada às crianças tailandesas, e a concepção de sucesso como objetivo a ser alcançado em grupo, foram aliadas dos garotos. Sabedoria que permitiu que se mantivessem focados para superar a adversidade, e ainda serão elementos importantes, como facilitadoras do trabalho de suporte em Saúde Mental, a ser empreendido.

Prof. Dr. José Toufic Thomé é Médico pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Psiquiatra e Psicoterapeuta Psicodinâmico especialista em situações de crises e transtornos da contemporaneidade, Presidente da Unidade Brasil da Rede Ibero-Americana de Ecobioética – Cátedra UNESCO de Bioética e Presidente da Secção Psiquiatria em Desastre e Crises da Associação Mundial de Psiquiatria (WPA na sigla em inglês).

Contaminação de celulares: o que fazer?

Muitos artigos tem sido publicados sobre a contaminação de celulares por microrganismos potencialmente patogênicos, fungos e até parasitas, inclusive em equipes de atendimento em hospitais.

Mas o que podemos fazer para prevenir estas contaminações, e qual o risco real que apresentam em nosso cotidiano?

Você limpa ou desinfeta seu celular regularmente?

Há necessidade? Cada quanto tempo?

Germes que podem provocar doenças estão por toda parte, e o contato é necessário para que o organismo desenvolva defesas contra as doenças.

Segundo alguns autores, o seu celular pode efetivamente transmitir agentes infecciosos, mas em determinadas condições, a sua limpeza ou desinfecção são recomendados.

A frequência de limpeza depende de onde você esteve e de como ou quando você manuseia seu telefone.

Por exemplo, se você nunca usa o celular enquanto come, não precisa se preocupar, pois se lavar as mãos cuidadosamente antes das refeições e não tocar em superfícies potencialmente contaminadas (como é o telefone…), não há necessidade de desinfecção frequente.

Mas se o utiliza constantemente, inclusive durante as refeições, a limpeza diária, inclusive com uma substância desinfetante, é uma boa idéia.

Estas limpezas regulares são importantes especialmente se você usa capas de borracha ou plástico, pois as bactérias tendem a aderir mais facilmente a estes materiais do que em outros.

A recomendação dos fabricantes de telefones recomendam que se desligue o aparelho antes de limpar, utilize um pano umedecido (não molhar) com desinfetante doméstico ou produto para esta finalidade.

Lembramos que todas as superfícies com as quais temos contato direto podem ser “contaminadas” por germes, inclusive alguns que podem transmitir infecções.

Há estudos sobre contaminação em teclados de computadores, balaústres de ônibus, grades de leitos em hospitais, sabonetes em barra utilizados por várias pessoas, toalhas de pano em locais públicos, e muitos outros.

Assim, o mais importante é lavar as mãos cuidadosamente sempre que possível, pois desta maneira estaremos prevenindo adquirir e transmitir infecções, na comunidade ou até em hospitais.

Prof. Dra. Lycia M. J. Mimica
Disciplina de Microbiologia
Departamento de Ciências Patológicas
Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa SP

Instabilidade psicológica da adolescência favorece uso de álcool e drogas

Prof. Dr. Guilherme Messas, docente e coordenador do curso de pós-graduação em Psicopatologia Fenomenológica da FCMSCSP

É um dado consistente no mundo, e seguramente no Brasil também, que o período de maior risco para o uso de álcool e drogas é a adolescência. Sabe-se, por exemplo, que quanto mais cedo se inicia o uso de substâncias, maior o risco de uma pessoa se tornar dependente ou de desenvolver algum transtorno mental mais tarde na vida, seja afetivo ou cognitivo.

Esse conhecimento, no entanto, tem pouco valor para modificar o comportamento do próprio adolescente. Um importante motivo para a baixa influência da informação no comportamento do adolescente é a instabilidade psicológica característica deste período da vida.

O universo mental do adolescente é recheado de variações emocionais, de incertezas sobre a própria identidade e de baixa capacidade de reconhecer as próprias emoções. Essa atmosfera de indeterminação favorece o uso de álcool e drogas, pois estas substâncias de certo modo se encaixam com facilidade no modo como essa faixa etária vive o próprio mundo interior.

Em suma, é muito importante que os pais saibam que o uso de álcool e drogas na adolescência brota de necessidades e estilos psicológicos próprios da idade e que não necessariamente se relacionam com problemas psicológicos.

Prof. Dr. Guilherme Messas, Psiquiatra especialista em Álcool e Drogas, é Professor e Coordenador do Programa de Duplo Diagnóstico em Álcool e Outras Drogas da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. É Coordenador da Câmara Temática Interdisciplinar sobre Drogas do Conselho Regional de Medicina de São Paulo.

Julho Verde: Assista a Vídeos de Um Minuto sobre a Campanha para Prevenção do Câncer de Cabeça e Pescoço

Campanha Julho Verde alerta para prevenção do câncer de cabeça e pescoço
Iniciativa da SBCCP e ACBG Brasil informa sobre tumores que registram mais de 43 mil novos casos no Brasil este ano.

Veja vídeos de 1 minuto cada um sobre o tema produzidos pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, com os professores Antonio José Gonçalves e Antonio A. T. Bertelli:

Você sabe o que é o câncer de cabeça e pescoço?
https://www.youtube.com/embed/YP4N9S03fI8?rel=0

Diagnóstico em fase inicial está relacionado com maiores índices de cura e menor morbidade
https://www.youtube.com/embed/53ilLTQ6pLc?rel=0

Rouquidão persistente 15 dias pode ser câncer de laringe?
https://www.youtube.com/embed/NUhwC6mIoGw?rel=0

Ferida na boca que não cicatriza pode ser câncer de boca?
https://www.youtube.com/embed/wYRHr2gfMFA?rel=0

Tabagismo como fator de risco para tumores de cabeça e pescoço
https://www.youtube.com/embed/2L0RlSn_sv0?rel=0
Etilismo associado ao tabagismo como fatores de risco para tumores de boca e faringe
https://www.youtube.com/embed/w8OQrFH9V5o?rel=0
Exposição solar como fator de risco para tumores de lábio e pele
https://www.youtube.com/embed/DOpyXLCCdTw?rel=0

HPV como fator de risco para tumores de orofaringe
https://www.youtube.com/embed/rsjHXC745yM?rel=0

Nódulo na tireoide não é sinônimo de câncer 
https://www.youtube.com/embed/0NehyeIZoow?rel=0
Sequelas dos tratamentos cirúrgico e radioterápico 
https://www.youtube.com/embed/1r1kCYqIrK4?rel=0
Nódulo cervical poder ser sintoma de câncer 
https://www.youtube.com/embed/i_Z1wnF6dYE?rel=0
O câncer de cabeça e pescoço ocorre 7 vezes mais em homens
https://www.youtube.com/embed/YBzxnaQ0Ibk?rel=0
A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP) promove ainda, dia 27/7, Dia Mundial do Câncer de Cabeça e Pescoço, transmissão ao vivo, das 13h às 14h00, sobre o tema com a participação dos professores Antonio A. T. Bertelli e Antonio José Gonçalves. A transmissão será no endereço: https://www.facebook.com/faculdade.santacasasp e permite participação dos internautas.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP) e a Associação de Câncer de Boca e Garganta (ACBG Brasil) realizam pelo segundo ano consecutivo a campanha nacional de conscientização para prevenção sobre os tumores de cabeça e pescoço, que atingem boca, língua, palato mole e duro, gengivas, bochechas, amígdalas, faringe, laringe, esôfago cervical, tireoide e seios paranasais. O #JulhoVerde divulga informações sobre esses tipos de cânceres, que têm como principais fatores de risco o tabagismo, o consumo de álcool, as infecções por HPV e o excesso de exposição solar. São cerca de 10 mil mortes por ano no país, só para os cânceres de laringe e cavidade oral. Os sobreviventes enfrentam perdas significativas na qualidade de vida durante e após o tratamento.

Em 2018, o tema escolhido para o #JulhoVerde da SBCCP foi “Quem ama inclui” – #EntreNessa – devido às sequelas psicológicas e funcionais irreversíveis, que prejudicam a qualidade de vida do paciente e a reinserção na sociedade. O Brasil registra a cada ano cerca de 40 mil novos casos desses tumores malignos, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Os números correspondem a 4% de todos os tipos da doença, sendo terceiro mais incidente entre os homens brasileiros. No Brasil, o câncer de boca chega a ser o 3º tipo de tumor mais frequente em algumas regiões, ocorrendo 7 vezes mais em homens do que em mulheres. O tabagismo está relacionado a 97% dos diagnósticos de câncer de laringe. O álcool associado ao fumo aumenta o risco em 10 vezes para câncer nessa região. A infecção pelo HPV (papilomavírus humano) tem contribuído com o aumento na incidência da doença em jovens nos últimos anos em virtude da falta de uso de preservativos na prática do sexo oral. Esta é uma tendência mundial, que também já é identificada no Brasil.

Segundo o INCA, estima-se que serão mais 6.250 novos casos de câncer de pele só em 2018. O melanoma cutâneo é um dos que mais mata no Brasil e um dos fatores é a intensa exposição solar. “A Campanha Julho Verde é a oportunidade de trazer ao conhecimento da sociedade brasileira, a realidade da prevalência do câncer de cabeça e pescoço e alertar as autoridades sanitárias para a necessidade de identificação de casos iniciais que repercutirão nos resultados de tratamento”, explica Dr. Luís Eduardo Barbalho de Mello, médico-cirurgião e presidente da SBCCP.

Os tumores de cabeça e pescoço podem ser assintomáticos no princípio da doença. O diagnóstico das lesões iniciais é fundamental para garantir que os índices de cura se aproximem de 100%. Com o seu desenvolvimento, alguns sinais e sintomas podem aparecer, como manchas brancas na boca, dor local, lesões com sangramento ou cicatrização demorada, nódulos no pescoço, mudança na voz e rouquidão, e dificuldade para engolir.

“Por estas razões, nosso objetivo é alertar sobre os fatores de risco, muito presentes entre a população brasileira, e falar da importância do diagnóstico precoce. Em 60% dos casos, a doença já está mais avançada quando é descoberta”, destaca a presidente e fundadora da ACBG Brasil, Melissa A. R. Medeiros. As chances de cura são maiores se a doença for detectada no início. Com o autoexame, por exemplo, é possível e identificar se existem feridas na boca que não cicatrizam há mais de duas semanas ou inchaços no pescoço.

Além das terapias tradicionais, nos últimos anos algumas drogas promissoras têm conseguido melhorar o prognóstico dos pacientes, com uma ação mais eficiente e menos agressiva ao organismo, como as imunoterapias e terapias-alvo. A conscientização sobre essas doenças também reforça o trabalho de entidades como a SBCCP e ACBG, pelo maior acesso a tratamentos inovadores e suporte ao paciente pós-terapias. Em 2017, a campanha #JulhoVerde foi destaque em veículos de comunicação em 23 estados brasileiros, com presença em emissoras de rádio, TV e grandes portais de notícias.

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