Curso de Graduação em Enfermagem da FCMSCSP tem inscrições abertas

medical and nurse looking for something on a digital tabletEstão abertas até o dia 7/6, quarta-feira, as inscrições para o Vestibular 2017 – 2º semestre do curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. O ingresso pode ser feito por Prova Tradicional, por Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). 

Sobre o curso de Graduação em Enfermagem da FCMSCSP
O programa iniciou suas atividades didático-pedagógicas em 2001 e suas bases estão fundamentadas no ser humano, tendo como foco a assistência, bem-estar, prevenção e promoção da saúde em diferentes âmbitos. Na FCMSCSP, o curso de Graduação em Enfermagem conta com uma estrutura pedagógica alinhada às atuais transformações científicas e sociais, visando à formação de profissionais competentes para atuar no mercado de trabalho atual e encarar os desafios relacionados à saúde pública.

Desde o início, o aluno passa por uma intensa vivência prática no complexo hospitalar da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, o que proporciona plenas condições de atuação e desenvolvimento das habilidades necessárias para exercer de forma ética e humana a profissão.

Saiba mais sobre o curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade Santa Casa de São Paulo e participe deste processo seletivo.

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Ex-Santa: Dr. Antônio Wagner Rosino conta sua trajetória na carreira médica

Dr. Antônio Wagner Rosino, formado pela 9ª turma de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

Dr. Antônio Wagner Rosino, formado pela 9ª turma de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

Dr. Antônio Wagner Rosino é formado pela 9ª turma de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Especializou-se em cirurgia geral e medicina ocupacional. É graduado em Direito, tendo ocupado cargos diretivos em hospitais e instituições vinculadas à área da saúde. Atualmente é professor universitário e presta consultoria para pessoas fisicas e jurídicas quanto às responsabilidades legais: objetiva (hospitais) e subjetiva (médicos).

Por que o Sr. optou por cursar a área médica? E por quais motivos na Faculdade Santa Casa de São Paulo?

A Faculdade Santa Casa de São Paulo sempre foi a melhor. É uma Instituição que preza pela tradição e qualidade no ensino da Medicina. Além disso, o alto nível técnico dos professores e a grade curricular aplicada resultavam em aprendizado, mesmo sem querer.

Desde o início do curso tive contato com conteúdo aprofundado e abordagens diferentes em cada matéria, segundo a experiência de cada professor, o que me fez obter conhecimento amplo e diversificado.

É oportuno comentar que existe uma diferença entre ser formado em Medicina e ser Médico. É o momento único, que cada aluno percebe que além da técnica é necessário ter ternura no exercício da profissão. Acredito que me tornei médico no 4º ano da Faculdade, quando, em uma situação trivial (esperava o resultado de uma biópsia de pele lida pelo Dr. Donato Prospero), vivenciei, 48 horas, de expectativa relacionada a um grave diagnóstico, que não se confirmou. Porém, a lição foi assimilada e, desde então, passei a ver pessoas doentes e não mais doenças, entendi a fragilidade que se encontra no enfermo, e a atenção e carinho que se fazem necessários.

Fale um pouco sobre sua formação acadêmica e experiência profissional.

Sou formado na 9ª turma de Medicina da FCMSCSP, em 1976. Iniciei a residência em cirurgia, que foi interrompida pelo serviço militar. Fui chamado para a Força Aérea, onde permaneci por um ano. Ao dar baixa, busquei uma especialidade que, na época, se mostrava como um desafio: a Medicina Ocupacional. Vale citar que até hoje a aliança entre os interesses do trabalho e a segurança do trabalhador são por vezes ignorados, apesar das Normas Regulamentadoras datarem 1978. Após isso, ao observar que o trabalho médico passou a ser questionado na orbe jurídica, em muitas ocasiões de forma leviana, busquei a formação jurídica, e me formei em Direito em 1989. Assumi, após concurso público, a titularidade da matéria Medicina Legal em uma faculdade de Direito, atividade que exerço até hoje.

Qual era sua matéria favorita? De que forma a Faculdade Santa Casa de São Paulo contribuiu para a sua profissão?

Sem dúvida, a Cirurgia foi minha primeira paixão. É necessário, porém, um alerta, afinal o sucesso da cirurgia exigia que o aluno tivesse um bom fundamento em Clínica. São faces da mesma moeda. Aliás, o conhecimento na Clinica facilitou meu envolvimento com a Medicina Ocupacional.

A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo me proporcionou condições para adquirir o melhor conhecimento da arte médica, e buscar as melhores opções da vida profissional.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 54, em 18/11/2014. Assine nossa newsletter:
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Mal-estar digestivo pode esconder diagnóstico das hepatites virais

A datDr. Vascoa de 28 de julho marca o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais. Trata-se de uma iniciativa brasileira junto à Organização Mundial de Saúde (OMS) para desenvolver uma série de metas e ações integradas de prevenção e controle para enfrentamento das hepatites virais no Brasil.

 

As hepatites virais dos tipos A, B, C, D e E são causadas por vírus que possuem receptores no fígado e que parasitam suas células com o objetivo de reproduzi-los. “Os principais sintomas são: náuseas, vômitos, e diarreias. Pode causar também, em alguns casos, manifestações cutâneas como icterícia, e físicas como o aumento e dor no fígado, perceptíveis em exame realizado por meio da palpação”, afirma o Dr. Vasco Carvalho Pedroso de Lima, professor da disciplina de Moléstias Infecciosas da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

O especialista ainda acrescenta que, por se tratar de uma doença que causa mal-estar digestivo, um grande problema no diagnóstico é a procura tardia pelo médico especializado. “O brasileiro tem o hábito de se automedicar, o que provoca ainda mais dificuldades na resolução da enfermidade”, afirma.

Os tipos B, C e D são considerados crônicos porque muitos indivíduos se infectam, mas não manifestam os sintomas, o que faz com que o quadro evolua ao longo do tempo. “O vírus permanece por um grande período agredindo o fígado e, muitas vezes, o caso se transforma em uma complicação mais séria, como uma agressão hepática que, em um estágio mais avançado, pode ocasionar uma cirrose ou, até mesmo, um câncer de fígado”, alerta o Dr. Vasco.

O contágio das hepatites A e E ocorre por meio do consumo de líquidos e alimentos contaminados e, principalmente, em lugares em que o saneamento básico é inadequado, onde as pessoas não possuem água potável, nem esgoto canalizado e tratado. Já as hepatites dos tipos B, C e D são transmitidas pelo sangue, o tipo B é considerado doença sexualmente transmissível.

“As hepatites dos tipos A, D e E não possuem tratamento específico. A hepatite A, em adultos, pode cursar com a forma fulminante, sendo indicado, neste caso, o transplante hepático. Já para os tipos B e C, recomenda-se um tratamento personalizado com remédios antivirais e o uso de uma proteína conhecida como interferon – produzida por todos os animais vertebrados e por alguns invertebrados – com o objetivo de melhorar a capacidade imunológica do indivíduo”, esclarece o Dr. Vasco.

O professor acrescenta que “a minha preocupação, em relação aos meus alunos e colegas médicos, é com a hepatite C, pois não dispomos de vacina. Assim, no exercício da profissão, podemos ocasionalmente sofrer um acidente e ter contato com o sangue dos pacientes. Portanto, estamos sujeitos à infecção. Contudo, os profissionais de saúde ficam protegidos das hepatites A e B, por meio da vacinação”, finaliza.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 45, em 15/7/2014. Assine nossa newsletter:
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Aulas suspensas em 10/3 na FCMSCSP por Luto Oficial

Aulas Suspensas em 10/3/2014 - Luto OficialEm respeito ao cumprimento do Luto Oficial decretado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, as aulas estarão suspensas nesta segunda-feira, dia 10 de março, nos cursos de Graduação em Medicina (1º ao 4º ano), Enfermagem (1º ao 8º semestre) e Fonoaudiologia (1º ao 4º ano) e também nos cursos de Pós-Graduação.
Para mais informações,
clique aqui.

Inchaço nas pernas durante o verão pode estar relacionado à retenção de líquido

As altas temperaturas do verão podem causar diversos incômodos: um deles é o inchaço nas pernas, comum nessa época do ano. De acordo com o Prof. Dr. Roberto Augusto Caffaro, chefe da Disciplina de Cirurgia Vascular e Endovascular do Departamento de Cirurgia da Faculdade Santa Casa de São Paulo, o sintoma está relacionado à retenção de líquido e a falta de exercícios físicos, mas pode ser amenizado com ações simples.

“No verão, as pessoas ingerem mais líquido do que o necessário, pois há mais sede. Contudo, a quantidade consumida fica acima do normal e se acumula no corpo. Além disso, a alta temperatura dilata os vasos e artérias, provocando o inchaço”, afirma.

Para reduzir o desconforto, o Dr. Caffaro indica a prática de exercícios físicos, uma vez que o movimento auxilia no bombeamento dos líquidos retidos, além de acomodar as pernas de forma elevada.

“As pessoas devem prestar atenção na quantidade de água que ingerem, e procurar manter o equilíbrio para que não provocar o excesso nem a desidratação. Diminuir o consumo de sal e manter uma dieta saudável também ajuda, pois quanto mais sódio estiver presente no organismo, mais água o corpo irá reter”, explica.

O professor afirma que o inchaço causado pelo calor não implica sérios problemas de saúde, porém se o sintoma não estiver relacionado às altas temperaturas, pode ser indício de um problema mais grave e um médico deverá ser consultado.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 33, em 28/1/2014. Assine nossa newsletter http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

PECA 2014 em São Sebastião (SP): atendimento já começou

Alunos de Medicina, Enfermagem e Fonoaudiologia já estão em ação no Projeto Expedições Científicas e Assistenciais (PECA 2014), em São Sebastião (SP).

 

Projeto Expedições Científicas e Assistenciais (PECA) chega a São Sebastião (SP) dia 22

Revista APM - dezembro 2013 - PECA Projeto Expedições Científicas e AssistenciaisNesta semana, professores e estudantes dos cursos de Medicina, Enfermagem e Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo viajam a São Sebastião, no litoral paulista, para a 10ª edição do Projeto Expedições Científicas e Assistenciais (PECA). Em 2014, a iniciativa tem o patrocínio da Associação Paulista de Medicina (APM), Biosat, Endocardio, Hospital Samaritano, Instituto do Sono e da Pfizer, com o apoio da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, Samsung, Prefeitura de São Sebastião e Urubupungá e colaboração da Wickbold.

Entre os dias 22 e 29 de janeiro, os participantes irão manter a estrutura de um ambulatório na cidade visitada, em que os pacientes deverão passar por uma triagem para avaliação dos sinais vitais, como pressão arterial, temperatura e peso e teste de diabetes. Além de atendimento e consultas em diversas especialidades, o PECA prevê a realização de cirurgias, a disposição de medicamentos receitados no local, o encaminhamento de pacientes com doenças de maior complexidade, palestras e oficinas sobre temas diversos.

Para conhecer a história do Projeto, confira a reportagem da edição de dezembro de 2013 da Revista da APM, assinada por Adriane Pancotto. Clique aqui para conferir.