Persistência, dedicação e respeito pela equipe multidisciplinar são pilares que sustentam o sucesso profissional

Aline Reche Franco - Faculdade Santa Casa de SPGraduada em Enfermagem pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa da São Paulo, Aline Reche Franco é chefe de Enfermagem da UTI do Hospital Santa Isabel (Veridiana). A ex-Santa é pós-graduada em Terapia Intensiva e atualmente está concluindo MBA em Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas. Na entrevista abaixo, ela conta como chegou ao seu atual cargo e revela os motivos pelos quais recomendaria a FCMSCSP aos futuros enfermeiros.

Conectar – Como foi o processo para alcançar o seu cargo atual?
Aline – Durante a graduação, eu já atuava como instrumentadora cirúrgica em outra instituição de saúde. Assim, logo depois de formada, ingressei no departamento de UTI Adulto da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, onde atuei como enfermeira assistencial. Após um período, me tornei enfermeira de Educação Continuada da UTI. Depois comecei a atuar como chefe de Enfermagem das UTIs da Santa Casa e do Hospital Santa Isabel. Atualmente estou somente no Santa Isabel.

Conectar – Quais desafios você enfrenta em seu atual cargo?
Aline – O maior desafio é a gestão de pessoas, desde a capacitação até a manutenção da qualidade da assistência. É necessário manter os colaboradores engajados no processo do cuidado com o paciente, envolvendo-os como seres ativos e não passivos.

Conectar – O que você pode destacar da sua formação na FCMSCSP?
Aline – Eu posso dizer que o grande diferencial da FCMSCSP é o lado assistencial. Muitas faculdades não se importam com isso e apresentam um campo de estágio restrito. Nós atuamos na Santa Casa desde o segundo semestre, aplicando essa assistência ao paciente. Isso trouxe muita qualidade ao meu atendimento. Além disso, há a postura e a tradição da Faculdade, cultura que também é cobrada dos alunos, como o respeito pelo ser humano. Eu utilizo esses fatores no meu cotidiano com os pacientes e os colaboradores.

Conectar – Além da graduação, você desenvolvia alguma outra atividade na FCMSCSP?
Aline – Somada à graduação, a partir do segundo ano, eu realizava trabalhos multidisciplinares, em que havia contato com alunos de outros cursos. Nesse período, eu e mais quatro alunos da Medicina fundamos o “Santa Maluquice”, projeto que tem como objetivo promover ações que tornem mais humanizado o período em que as crianças permanecem internadas no complexo hospitalar da Santa Casa.

Conectar – Por que você recomendaria a FCMSCSP para pessoas que desejam cursar Enfermagem?
Aline – Pela qualidade do ensino e pelo corpo docente conceituado no mercado. A Instituição conta com excelentes professores. Além disso, existe o hospital-escola que traz essa proximidade com os pacientes e desenvolve no aluno maturidade no processo de aprendizagem.

Conectar – Quais dicas você pode dar para aqueles alunos que almejam uma colocação como a sua no mercado de trabalho?
Aline – Persistência, dedicação e respeito pela equipe multidisciplinar são pilares que sustentam o sucesso profissional. Além disso, são poucos os enfermeiros que possuem formação em gestão de pessoas. É importante que os novos profissionais se interessem por esta formação, sejam gestores de verdade e tenham uma equipe de qualidade.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 41, em 20/5/2014. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

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Brasil conta com 0,9 enfermeiro para cada mil habitantes

Mercado de trabalho para os profissionais da Enfermagem é vasto e oferece oportunidades em diversas áreas

Dra. Maria do Carmo Querido AvelarNo dia 12 de maio, comemora-se o Dia Internacional do Enfermeiro, um dos profissionais mais importantes da área da saúde. De acordo com a Dra. Maria do Carmo Querido Avelar, diretora do Curso de Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo: “a categoria de Enfermagem representa, hoje, 60% dos trabalhadores da área da saúde, sendo que 81% desse total atuam na rede privada e 19% na rede pública”.

A Dra. Maria do Carmo explica que atualmente o Brasil conta com 0,9 enfermeiro para cada mil habitantes, e meio profissional para cada médico, porém a Organização Mundial da Saúde recomenda um enfermeiro para cada 500 pessoas.

“A maior parte dos profissionais de Enfermagem está concentrada no Estado de São Paulo que possui 200 cursos de graduação na área, dos quais 29 estão na capital paulista. Hoje, a área representa o quinto maior curso no que diz respeito ao número de matrículas do país”, afirma.

De acordo com a professora, o mercado de trabalho é vasto e promissor, oferecendo excelentes oportunidades, visto que, além das instituições de saúde, o enfermeiro pode atuar em diversas áreas, tais como:

Indústrias – O profissional de Enfermagem integra a equipe de saúde do trabalho de determinadas empresas em que é obrigatória a presença do enfermeiro especializado no segmento.

Home care – Trata-se da assistência domiciliar prestada por enfermeiros.

Casas de parto – Locais em que trabalham enfermeiros, atuando no pré, durante e no pós-parto.

• Casas de repouso ou de longa permanência – O profissional atua no atendimento e cuidado, em locais específicos para idosos ou pessoas com determinadas moléstias.

• Clínicas de reabilitação – Espaços que podem ser dedicados à reabilitação física ou psicológica, em que o enfermeiro oferece cuidados, treinos e reeducações.

• Clínicas de terapias naturais ou complementares – Locais que oferecem tratamentos como acupuntura, massagem, termoterapia, reflexologia e outros.

• Centros diagnósticos – Os enfermeiros atuam no gerenciamento das instituições e na orientação, preparo e coleta de exames.

• Creches e escolas públicas – O profissional de Enfermagem acompanha o desenvolvimento e crescimento das crianças, como altura, peso e visão. Somada a isso, há a orientação sobre os cuidados com a saúde, entre eles: higiene e vacinação.

• Casas de apoio ou alojamentos – Nesses espaços, que recebem desabrigados ou moradores de rua, o enfermeiro pode orientar os indivíduos quanto aos cuidados básicos sobre a higiene; prevenção de moléstias infectocontagiosas e encaminhá-los para centros médicos.

• Pesquisa clínica – A área busca enfermeiros especializados e engloba instituições de ensino superior, centros de pesquisa privados, agências regulatórias e indústrias farmacêuticas.

• Área de assessoria e consultoria – O papel do enfermeiro é realizar o diagnóstico e a formulação de soluções, oferecendo orientação nas tomadas de decisões, o que irá refletir diretamente nos resultados desejados pela instituição.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 40, em 9/5/2014. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Comemoração do Dia do Enfermeiro

O Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo celebra o Dia do Enfermeiro (12/5) com palestras sobre saúde, terapia automotivacional e momento cultural (música vocal e instrumental). O encontro acontece na manhã desta sexta-feira, dia 9, nos auditórios Dr. Emilio Athié e Paulo A. Ayrosa Galvão, na Rua Dr. Cesário Motta Jr., 61, na Vila Buarque, em São Paulo (SP).

Dia do Enfermeiro

 

Ex-aluna conta sua experiência como chefe de Enfermagem no Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário

Eliane Redondo - Enfermagem FCMSCSPGraduada em 2008, pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Eliane Redondo é chefe de Enfermagem responsável técnica do Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário. A instituição atende pacientes do sistema prisional do Estado de São Paulo, prestando atendimento médico, cirúrgico e internação. Ao Conectar, a ex-aluna do curso de Enfermagem fala sobre a relação dos enfermeiros com os detentos, os desafios enfrentados com esse público e como a FCMSCSP contribui no desenvolvimento da sua gestão.

Conectar  Como era sua rotina quando você estudava na Faculdade?
Eliane – Quando eu iniciei o curso, tinha a certeza do que eu iria fazer, porém não sabia se estava no local correto. Mas durante a graduação, a FCMSCSP me mostrou que é a melhor Instituição de Ensino. Foram quatro anos bastante difíceis, pois eu ia para a aula de manhã, trabalhava na parte da tarde e atendia pacientes particulares durante a noite no home care. Mas tudo valeu a pena! A maior parte dos alunos que se formaram comigo atuam na Santa Casa, são chefes ou profissionais que ocupam posições muito boas no mercado de trabalho. Devemos tudo isso a formação que tivemos na Faculdade.

Conectar – Conte um pouco sobre sua trajetória profissional até chegar ao seu atual cargo.
Eliane – Comecei como auxiliar de Enfermagem na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Depois, fui promovida para trabalhar como enfermeira da Pediatria, cargo que permaneci durante oito meses. Logo, fui convidada para integrar o departamento de Educação Continuada, em que fiquei dois meses, cobrindo o cargo da gestora da área. Em seguida, me tornei chefe das UTIs Pediátricas e Neonatal. Após quatro anos nessa posição, recebi o convite para atuar como chefe de Enfermagem responsável técnica do Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário.

Conectar – Quais são os desafios que você enfrenta no atendimento desse público?
Eliane – Por estarmos em um centro hospitalar tão diferenciado e com um público bastante específico, o maior desafio é colocar em prática tudo o que aprendemos na Faculdade, que inclui cuidar do próximo e ver o outro com humanização. Nesse setor, existem fatores que não são comuns, como o toque, algo tão presente na Enfermagem, mas que aqui, deve ser realizado com cuidado para não criar uma liberdade mal interpretada. Além disso, temos que trabalhar com grades e seguranças, visto que os pacientes não ficam presos e circulam entre nós. Contudo, o mais importante é prestar o atendimento de qualidade que qualquer ser humano merece e tem direito.

Conectar – Quais são as diferenças entre o atendimento prestado pelo enfermeiro aos pacientes comuns e aos detentos?
Eliane – Não é muito diferente. Como em qualquer instituição de saúde, nós temos rotinas estabelecidas, que englobam horários de banho, medicação, anotações, alimentação e Sistematização da Assistência de Enfermagem. Muitas vezes, os pacientes do penitenciário têm mais facilidade em atender as normas do que os pacientes comuns, visto que eles já estão acostumados com a disciplina na penitenciária. Nós temos recebido vários elogios, pois aqui não há discriminação e a assistência prestada pelos profissionais da saúde é segura e de qualidade.

Conectar – Como é a relação dos detentos com os profissionais da saúde?
Eliane – Eles têm muito respeito e admiração por nós, pois não fazemos distinção. Os tratamos como pacientes e não como presos. Nosso trabalho não é julgar o crime que cada um deles cometeu. É nosso dever atender as necessidades básicas e promover o conforto na área da saúde.

Conectar – A Faculdade prioriza a humanização em seus cursos. Como isso influencia na sua atuação?
Eliane – A minha formação influenciou e influencia muito na minha assistência e na minha gestão. Aqui eu tenho quase 250 funcionários e 375 leitos. Somado a isso, sou chefe de um hospital que conta com clinica médica, centro cirúrgico, UTI, ambulatório e uma unidade materna com 80 mulheres e 80 bebês. Toda minha bagagem foi muito importante para o desenvolvimento do meu trabalho. A questão da humanização é importante, não somente com os pacientes, mas também com os colaboradores desta ou de qualquer outra instituição.

Conectar – O que um indivíduo que pretende cursar Enfermagem deve avaliar em seu perfil antes de ingressar na faculdade?
Eliane – Primeiro ele tem de ter certeza do que quer. Todos precisam entender muito bem o que é a Enfermagem e onde está pisando. Assistir algumas aulas e conversar com profissionais da área ajuda muito. Também é importante estar preparado psicologicamente para lidar com vidas e com a morte.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 38, em 8/4/2014. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Mulheres em Debate

No dia 31/3/2014, segunda-feira, das 7h às 13h, a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo realizará o encontro “Mulheres em Debate“. O evento tem a organização do curso de Graduação em Enfermagem da FCMSCSP, por intermédio de seu Departamento de Enfermagem na Saúde da Criança, Adolescente e Mulher , e é voltado a alunos e profissionais de Enfermagem.

As inscrições estão abertas no site da Faculdade Santa Casa de São Paulo. Acesse: http://goo.gl/PHFLRC.

Mulheres em Debate - Faculdade Santa Casa de SP

Programação

7h às 7h30: Recepção aos participantes

7h40 às 8h:  Abertura

8h às 9h: Palestra – Assistência de Enfermagem na Casa de Saúde da Mulher da Unifesp: Relato de Experiência
Dra. Anelise Ridel Abrahão – Prof.ª Adjunta da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenadora da Assistência de Enfermagem da Casa de Saúde da Mulher Dr. Domingos Delascio

9h às 10h: Palestra: Violência Obstétrica
Prof.ª Ruth Hitomi Osava, doutora pela Universidade de São Paulo/ USP

10h às 10h30: Intervalo

10h30 às 11h30: Palestra: Aspectos psicológicos nas diferentes fases da vida da mulher e seu impacto na saúde
Me. Adriana Fregonese, professora da FCMSCSP e coordenadora das Especialidades em Psicologia

 11h30 às 12h30: Discussão dos temas apresentados

13h: Encerramento 

Local: Auditório Dr. Emilio Athié – Rua Dr. Cesário Motta Jr., 112, Vila Buarque, São Paulo (SP)

Obs.: programação sujeita a alterações, sem prévio aviso

Disciplina de Genética e Evolução Humana oferece ao enfermeiro noções básicas sobre a área

Decio Altimari, professor da FCMSCSPA relação entre o enfermeiro e o paciente é uma questão fundamental no tratamento de um doente. É necessário que o profissional trate de maneira humanizada os indivíduos que necessitam de cuidados ou, até mesmo, de atendimento assistencial, oferecendo atenção e confiança.

De acordo com o Dr. Decio Altimari, professor da disciplina Genética e Evolução Humana do curso de Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, o enfermeiro tem um papel muito importante frente ao doente, visto que ele fica mais tempo com o paciente do que o próprio médico.

“Ele cria uma relação mais humanizada e próxima e, inúmeras vezes, é questionado sobre doenças e tratamentos. Cabe ao enfermeiro saber lidar com essas situações e ter noções básicas de determinadas áreas para auxiliar de maneira correta o paciente”, afirma.

Dessa forma, uma das disciplinas do curso de Enfermagem da Faculdade Santa Casa de São Paulo é Genética e Evolução Humana, que busca oferecer ao enfermeiro noções da área para que, então, o profissional possa interagir com o paciente no caminho para o diagnóstico e o tratamento de sua doença.

Segundo o Dr. Altimari, o enfermeiro deve conhecer os mecanismos e ferramentas que a genética oferece. Durante as aulas, são apresentados conceitos fundamentais como: o que são anomalias, más formações congênitas, sua causas, entre outros.

“Se um casal vai até um hospital porque são pais de uma criança com algum problema congênito, quem dará o diagnóstico será o médico. Porém, de modo geral, as conversas com o enfermeiro envolvem perguntas como: por que aquilo aconteceu e quais serão os cuidados. Dessa forma, o conhecimento do profissional de enfermagem deve ser sólido para corresponder às necessidades dos pacientes, em relação a diversos questionamentos”, declara.

Outro aspecto destacado pelo professor é a linguagem próxima ao universo dos pacientes utilizada pelos enfermeiros, fator que contribui na troca de informações. “Já encontrei muitos ex-alunos que me disseram que as informações recebidas nesta disciplina foram úteis no cotidiano profissional. Mas isso não se restringe a essa área, o curso inteiro oferece todo o suporte necessário para que o enfermeiro seja um excelente profissional. Inclusive, muitos de nossos formados ocupam postos de comando e desempenham importantes atividades em grandes hospitais”, finaliza.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 35, em 25/2/2014. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Ex-aluna da FCMSCSP se torna chefe de Enfermagem

Tatiane Novais se formou em Enfermagem pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo em 2006. Atualmente, a ex-Santa é chefe de Enfermagem das Unidades de Internação e Infusão do Hospital Santa Isabel (Veridiana). Em entrevista ao Conectar*, ela fala sobre suas experiências durante a graduação na FCMSCSP e sobre a carreira na área.

Conectar – Como era sua rotina quando estudava na FCMSCSP?
Tatiane – Na época, eu apenas estudava. Durante esse período, tive a oportunidade de fazer parte do Centro Acadêmico de Enfermagem, do qual fui vice-coordenadora. Eu também participava das ligas e de ações voluntárias, como o projeto Colinho, junto com a Dra. Maria Teresa Gutierrez. Até hoje participo de palestras dessa iniciativa, o que me auxilia a manter uma relação próxima com a Instituição.

Conectar – Estudar em uma Faculdade vinculada a uma instituição de saúde ajudou na sua formação?
Tatiane – Ajudou muito, pois nós tínhamos o bloco teórico e, logo em seguida, o prático. Isso me auxiliou a sedimentar os conhecimentos obtidos, algo difícil de encontrar em outras instituições de ensino, afinal, a FCMSCSP foi importante para meu crescimento profissional. Quando a gente compara a Faculdade Santa Casa de São Paulo com outras do mercado há vários diferenciais, pois estudamos em um hospital do porte como a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

Conectar – Qual foi o processo para você chegar ao cargo de chefia?
Tatiane – Eu ingressei como enfermeira assistencial da Unidade de Internação. Depois, fui promovida para enfermeira de Educação Continuada, cargo em que permaneci por quase três anos e, então, passei a ocupar meu atual cargo.

Conectar – Quais desafios você enfrenta atualmente nessa área?
Tatiane – O desafio é constante e todos os dias há algo novo. Dentro de um hospital particular, os pacientes prezam pela qualidade, atenção e habilidade técnica dos colaboradores. Dessa forma, precisamos constantemente capacitar e orientar nossa equipe para alcançar uma qualidade de atendimento que supere as expectativas dos pacientes.

Conectar – Por que você escolheu o curso de Enfermagem?
Tatiane – Desde pequena gostava da área da saúde. Quando cresci, me interessei por Enfermagem, pois eu queria ser aquela pessoa que fica um grande período no hospital com o paciente e faz a diferença no cuidado dele. Hoje, mesmo sendo chefe e cuidando da área administrativa, ainda estou muito perto dos pacientes, algo que eu sempre busquei.

Conectar – Quais dicas você poderia dar para aqueles que desejam ingressar no curso de Enfermagem?
Tatiane – É preciso gostar e entender que os pacientes estão em um momento de fragilidade emocional, além da física. É um conjunto de fatores em que o profissional tem que gostar e se identificar. Além disso, a carreira é muito promissora e com mais oportunidades. Hoje, eu acredito que quanto mais a gente consegue se desenvolver na área, mas ela exige dedicação e conhecimento. Isso tem aumentado nos últimos tempos.

*Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 34, em 12/2/2014. Assine nossa newsletter http://www.fcmsantacasasp.edu.br.