Comemoração do Dia Internacional da Mulher

O curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo realiza no dia 28 de março de 2018, quarta-feira, das 7h30 às 12h, o evento de Comemoração do Dia Internacional da Mulher.

O encontro é voltado a alunos do 5º e 6º semestres do curso de Graduação em Enfermagem e docentes de Enfermagem. As inscrições são gratuitas e serão realizadas no local do evento.

Clique aqui para conferir a programação completa do evento.

Como o sistema de saúde pode ajudar na luta contra a violência a mulher

Prof.ª Dra. Maria Fernanda Terra, professora instrutora do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

Falta de dados sobre casos de violência e a não aplicação da legislação podem ser principais causas para aumento do Feminicídio no Brasil.

Ontem foi celebrado mais um Dia Internacional da Mulher, data em que mulheres de todo o mundo se unem com o objetivo de fortalecer a luta por conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, independentemente de divisões nacionais, étnicas, linguísticas, religiosas e culturais.

Apesar das muitas conquistas ao longo dos dois últimos séculos, a violência contra a mulher no Brasil e no mundo continua a crescer. Mesmo contando com o amparo de leis específicas, como a Lei Maria da Penha e a Lei do Feminicídio, a cada 7.2 segundos* uma mulher é vítima de violência física no Brasil. Mas, se nossa legislação é reconhecida internacionalmente, o que falta para o nosso país enfrentar esse problema?

Uma das dificuldades encontrada pela nossa legislação é a falta de preparo de alguns agentes da lei. Atualmente não sabemos se as ocorrências de violência contra a mulher estão sendo enquadradas de acordo com o tipo penal adequado e precisamos refletir se queremos uma legislação que apenas mude o nome dos crimes ou se esperamos que o peso político dessa categoria contribua para refletir as mortes violentas praticadas em razão de gênero.

Segundo o “Raio-X do Feminicídio em São Paulo’’, estudo divulgado no começo do mês de Março de 2018?, mais da metade das mortes de mulheres no estado aconteceu dentro de casa (66%). Em 75% desses casos a vítima tinha laço afetivo com o agressor, ou seja, era casada ou namorava. De acordo com Mariana Venturini, vice-presidente nacional da União Brasileira de Mulheres (UBM) em entrevista para o jornal Brasil de Fato, ‘essa pesquisa, infelizmente, revela que a casa ainda é o lugar mais perigoso para as mulheres’.

Agentes de Saúde na luta contra a violência a mulher 

Se os números apresentados em São Paulo refletem o restante do país, como tratar esse problema que parece ‘caseiro’ em instituições de saúde e hospitais? Para a Professora Maria Fernanda Terra, Doutora em Medicina preventiva e professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, ‘é de fundamental importância que os agentes de saúde visibilizem e incorporem o problema como parte da responsabilidade do setor saúde não ‘medicalizando’ o problema’. Para a professora, a violência contra a mulher é um problema social que deve ser combatido com ações que não vitimizem ou naturalizem a violência nos espaços assistenciais. E que a assistência às mulheres seja intersetorial.

Na visão de Maria Fernanda, é obrigação dos agentes de saúde estarem preparados para trabalhar o problema da violência junto das mulheres, o que envolve conhecer e articular o cuidado com diferentes setores como a defensoria pública, Centros de Defesa da Mulher (CDCM) e outros serviços de referência.

Outro ponto importante a ser tratado no sistema de saúde brasileiro é a questão da geração de dados da violência contra a mulher. Hoje, o país ainda não tem uma boa parametrização de situações, o que acaba prejudicando a avaliação e o funcionamento de medidas legislativas que protegem a população feminina.

A Lei Maria da Penha, compreendida como lei afirmativa, mecanismo de defesa mais conhecido pelas mulheres, é uma das leis mais prejudicadas pela falta de dados disponíveis no Brasil. Na Lei Maria da Penha, a produção de dados pode ser descrita como um quarto eixo de medidas a serem adotadas juntamente com as medidas de prevenção, proteção e responsabilização em casos de violência doméstica e familiar. Esses dados poderiam mostrar ao Estado onde a atual legislação realmente funciona e quais melhorias precisariam ser feitas.

De olho nessa lacuna, promotores envolvidos no desenvolvimento da Lei Maria da Penha criaram em meados de 2009 o Cadastro Nacional da Violência Doméstica e Familiar. Essa iniciativa, como o próprio nome já diz, lançou uma base de dados nacional em que todos os Estados são capazes de lançar ocorrências de violência doméstica e familiar, aglutinando os dados em um só lugar.

Depois de uma série de dificuldades de implementação, o Cadastro Nacional voltou a ganhar força em 2016, a partir de uma recomendação do Conselho Nacional do Ministério Público. Com a recomendação do MP, a maioria dos estados brasileiros buscaram se adequar às exigências, com adesão de 21 unidades federativas. Os estados que não aderiram a campanha alegaram problemas de infraestrutura, que normalmente envolvem falta de pessoal para cadastro de informações, dificuldade de adaptação de sistema informatizado e o alto volume de informações a serem registradas.

Apesar de o Cadastro Nacional ser uma medida que irá ajudar na parametrização de dados da violência doméstica e familiar, é de fundamental importância que agentes de saúde de todo o Brasil se conscientizem do papel social que exercem ao atender mulheres em situação de risco ou com traumas estabelecidos: o Cadastro irá contabilizar apenas casos registrados em ocorrências médicas e policiais, portanto, será a orientação e acompanhamento de médicos, enfermeiros, psicólogos e outros profissionais da saúde que irão inserir essas mulheres no radar do Estado.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 124, em 9/3/2018. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br. 

Oficina de Dimensionamento de Pessoal de Enfermagem

O curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo realiza no dia 4 de abril de 2018, quarta-feira, das 14h às 18h, a Oficina de Dimensionamento de Pessoal de Enfermagem.

O encontro é voltado a alunos do 7º e 8º semestres do curso de Graduação em Enfermagem e enfermeiros interessados no tema. As inscrições são gratuitas e serão realizadas no local do evento.

Clique aqui para conferir a programação completa do evento.

Inscrições abertas para o Processo de Transferência dos cursos de graduação e graduação tecnológica da FCMSCSP

A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo está com inscrições abertas para o Processo de Transferência dos cursos de graduação e graduação tecnológica. Para o curso de Graduação em Medicina são ofertadas três vagas para o segundo ano e uma vaga para o terceiro e as inscrições encerram dia 15/1, segunda-feira.

O processo de seleção para as vagas em Medicina compreende a realização de prova de conhecimentos gerais, análise de currículo e entrevista. Para participar, os candidatos precisam estar regularmente matriculados no curso de graduação em Medicina em Instituições de Ensino Superior brasileiras. Para este processo, o valor da inscrição é de R$ 650,00. Inscreva-se.

Também estão abertas inscrições para transferência para os cursos de graduação em Enfermagem e em Fonoaudiologia e para os cursos de graduação tecnológica em Radiologia e Sistemas Biomédicos. Para o curso de graduação em Enfermagem há vagas para os 2º, 3º , 4º, 5º e 6º semestres. Para o curso de Graduação em Fonoaudiologia as vagas estão disponíveis para os 2º e 3º anos. Com relação aos cursos de graduação tecnológica em Radiologia e graduação tecnológica em Sistemas Biomédicos há vagas para os 2º, 3º e 4º semestres. Para estes cursos, não há cobrança de taxa de inscrição e é possível se cadastrar até 29/1. Inscreva-se.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 122, em 12/1/2018. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br. 

Conheça a origem do Outubro Rosa

Laço cor-de-rosa é um símbolo internacional usado por indivíduos, empresas e organizações na luta e prevenção do câncer de mama

O movimento popular conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo e o nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama.

Este movimento nasceu nos Estados Unidos (EUA), onde, no mês de outubro, vários estados tinham ações isoladas referentes ao câncer de mama e mamografia. Posteriormente, com a aprovação do Congresso Americano, outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.

A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de- rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade.

A popularidade do Outubro Rosa conquistou o mundo de forma elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos e culturas.

Os principais focos da campanha são:

  • Divulgar informações gerais sobre câncer de mama;
  • Promover o conhecimento e estimular a postura de atenção das mulheres em relação às suas mamas e à necessidade de investigação oportuna das alterações suspeitas;
  • Informar sobre as recomendações nacionais para o rastreamento e os benefícios e os riscos da mamografia de rotina, possibilitando que a mulher tenha mais segurança para decidir sobre a realização do exame.

Em comemoração ao Outubro Rosa, o serviço de Quimioterapia Ambulatorial da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo realiza no dia 30/10, das 9h às 11h40, uma palestra com o tema “Saúde da Mulher”, ministrada pela Dra. Marineide Prudêncio do Departamento de Oncologia Clínica da ISCMSP e coordenadora do evento. Após a palestra, acontece uma apresentação do Ballet Cisne Negro, no local XXXXX

Por dia, o serviço de Quimioterapia Ambulatorial da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo atende de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, em média, 45 pacientes.

Texto elaborado por Caroline Souza Gomes Bernardo, na disciplina Estágio Curricular em Enfermagem II, do 8º semestre, do curso de Graduação em Enfermagem da FCMSCSP, durante o estágio no Unidade de Quimioterapia/Hemocentro, supervisionado pela Prof.ª Mestra Luzia Nahoyo Oka Horiuchi.

Referências: Gazeta do Povo. Você conhece a história do outubro rosa? [online]. Disponível em: http://www.gazetadopovo.com.br/viver-bem/comportamento/voce-conhece-historia-outubro-rosa/; Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva [online]. Disponível em: http://www.inca.gov.br/wcm/outubro-rosa/2015/movimento-outubro-rosa.asp

Profissionais da saúde e a responsabilidade com os direitos humanos

imagem_carta_conviteAs professoras Dra. Cell Regina da Silva Noca e a Dra. Maria Fernanda Terra, do curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, realizam neste sábado, 7/10, o evento “Relação Interpessoal na Perspectiva dos Direitos Humanos”. O objetivo principal do encontro é promover a reflexão de aspectos da relação interpessoal de modo a garantir o respeito à dignidade humana.

De acordo com as organizadoras, em um momento marcado por uma crise de confiança nas relações de cuidado entre profissional de saúde com usuários do sistema, torna-se necessário que futuros enfermeiros dialoguem a cerca do tema de direitos humanos e de suas responsabilidades em garantir esses direitos.

“Acreditamos que esse evento pode contribuir para que possamos refletir sobre como construímos as nossas práticas e relações interpessoais cotidianas no espaço da faculdade para então melhorá-las e promover um espaço respeitoso e diverso”, afirmam as professoras.

A expectativa é que o evento proporcione uma reflexão que amplie a compreensão da responsabilidade cotidiana dos profissionais da saúde em promover e garantir o respeito a diversidade sob à perspectiva dos direitos humanos, seja no ambiente acadêmico ou assistencial. “Além disso, buscaremos lembrar que, ao estudarmos para nos tornarmos profissionais de saúde, já assumimos a responsabilidade em garantir direitos, principalmente pelo fato da saúde ser compreendida como um direito fundamental em nossa Constituição de 1988”, finalizam.

Serviço 
Evento: Relação Interpessoal na Perspectiva dos Direitos Humanos
Realização: Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo
Local: Auditório Prof. Dr. Orlando J. Aidar (sala 14)
Endereço: Rua Dr. Cesário Motta Júnior, 112, Vila Buarque, São Paulo (SP)

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 119, em 6/10/2017. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br. 

10 filmes que todo profissional da saúde deveria assistir

É fato que o dia a dia dos profissionais e estudantes da área da saúde é muito corrido. Para os universitários, a rotina é repleta de provas, trabalhos e as diversas obrigações acadêmicas. Já para os profissionais de saúde, os plantões, consultas e atendimentos são as atividades que consomem as horas do dia. Mas, e que tal aproveitar a dia de folga ou o final de semana para se entreter assistindo um filme que propõem reflexão sobre a profissão?

Pensando nisso, nós preparamos uma lista com 10 filmes que todos os profissionais da saúde deveriam assistir. Venha conferir!

  1. Um Estranho no Ninho (1975)

Ambientado em uma clínica psiquiátrica, o filme conta a história de Randall McMurphy, interpretado pelo legendário Jack Nicholson, um indivíduo de espírito livre que termina lá fugindo da prisão e lidera os pacientes em uma rebelião contra a equipe opressiva, chefiada pela enfermeira Ratched. O clássico do cinema aborda como a saúde mental era tratada até poucas décadas atrás: com base em medicações sedativas, castigos e rígidas regras padronizadas de tratamento. O personagem de Nicholson é internado e revoluciona a clínica psiquiátrica com sua irreverência e indisciplina melhorando até mesmo o estado de saúde dos outros internos.

  1. Tempo de Despertar (1990)

Em 1969, em Nova Iorque, o médico neurologista Malcolm Sayer, interpretado por Robin Williams, trabalha em um hospital psiquiátrico. Lá, encontram-se vários pacientes que, aparentemente, estão catatônicos. Sayer sente que eles estão só “adormecidos” e que, se forem medicados da maneira certa, poderão ser despertados. Pesquisando sobre o assunto, ele chega à conclusão de que os pacientes sofrem de encefalite letárgica, e que a droga L-DOPA, usada em pacientes com o mal de Parkinson, poderia ser o medicamento ideal para tratá-los. Sayer é autorizado pelo diretor do hospital a submeter apenas um paciente ao novo tratamento; ele escolhe Leonard Lowe (Robert De Niro), que estava “adormecido” há décadas. O filme nos mostra a importância da assistência humana dos profissionais de saúde com seus pacientes e de que forma essa humanidade pode mudar a todos, inclusive quem a pratica.

  1. Um Golpe do Destino (1991)

Cirurgião de sucesso, Jack Mckee é completamente desconectado emocionalmente de sua família e das pessoas que opera. Ao desenvolver um tumor maligno, ele começa a ver a vida da perspectiva de um paciente. Jack conhece uma mulher fatalmente doente, mas extremamente corajosa e percebe a necessidade de mostrar compaixão em sua profissão. Neste filme, é despertada a reflexão sobre a importância da relação entre médico e paciente.

  1. O Óleo de Lorenzo (1992)

Um drama real na vida de um pai e uma mãe que lutam para salvar a vida de seu filho. Augusto e Michaela Odone são pegos pelo destino: Lorenzo de cinco anos de idade é diagnosticado com uma rara e incurável doença, mas a persistência da família e sua fé os leva para a cura, salvando seu filho e mudando a história da medicina.

  1. Patch Adams – O Amor é Contagioso (1998)

Patch Adams descobre que o humor e o carinho podem fazer maravilhas e ajudar a curar pessoas hospitalizadas, mas suas ideias entram em conflito com os defensores da medicina tradicional. Este é outro grande clássico da área médica que possui o ator Robin Williams como personagem principal.

  1. Quase Deuses (2004)

Vivien Thomas, um negro na década de 30, é contratado como faxineiro mas acaba ajudando o Dr. Alfred Blalock em uma investigação médica. O problema é que o racismo não permite a entrada de Thomas na universidade, mas como ele é indispensável para o êxito do projeto, sua entrada é permitida contanto que somente Blalock receba as honras. Este filme, baseado em fatos reais, mostra a pesquisa e como foi a primeira cirurgia de coração do mundo.

  1. Mar Adentro (2004)

Rámon sofreu um acidente que o deixou paralisado e preso a uma cama por boa parte de sua vida. Cansado, ele luta pelo direito de dar fim à sua existência e entra em conflito com a sociedade, a Igreja e sua família. Filme traz uma reflexão importante a todos os profissionais da saúde: a eutanásia.

  1. O Escafandro e a Borboleta (2007)

Aos 43 anos de idade, o editor-chefe da revista Elle, Jean-Dominique Bauby, tem um derrame devastador que o deixa paralisado e dependente, algo frustrante para um homem conhecido por aproveitar demasiadamente a vida. A única coisa capaz de mover é o olho esquerdo. Então ele aprende a se comunicar piscando e escreve um livro de memórias. O filme nos apresenta mais sobre a neurofisiologia e sobre a Síndrome do Encarceramento, rara doença chamada em que os movimentos do corpo inteiro são paralisados, mas as faculdades mentais se mantêm intactas.

  1. Mãos Talentosas – A história de Ben Carson (2009)

 O Dr. Ben Carson, neurocirurgião de fama mundial, tem origem humilde e protestante em Detroit. Ele torna-se diretor do Centro de Neurologia Pediátrica do Hospital Universitário Johns Hopkins, em Baltimore, nos Estados Unidos, aos 33 anos. Uma inspiradora história de superação da pobreza e busca pela perfeição na carreira médica.

  1. O Físico (2013)

Ainda criança, Rob vê sua mãe morrer em decorrência da doença do lado. O garoto cresce sob os cuidados de Bader, conhecido como “barbeiro-cirurgião”, que promete curar doenças. Ao crescer, Rob acumula todos os conhecimentos de Bader sobre cuidar de pessoas doentes, mas ele sonha em saber mais. Rob descobre então, que na Pérsia há um médico famoso, responsável por administrar um hospital. Para aprender com ele, Rob faz uma longa viagem rumo à Ásia, a fim de aprender a exercer a Medicina, em pleno século XI.

Gostou das nossas dicas? Agora é só preparar a pipoca e aproveitar!