Professor da FCMSCSP participa de cerimônia de entrega de certificado de erradicação da rubéola no Brasil

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Dr. José Cassio de Moraes

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil está oficialmente livre a rubéola e da Síndrome da Rubéola Congênita (SRC).  O anúncio foi marcado pela entrega do Certificado de Eliminação da Rubéola ao ministro da Saúde, Marcelo Castro, no dia 2 de dezembro, quarta-feira, durante a Reunião do Comitê Internacional de Especialistas para Eliminação do Sarampo e Rubéola nas Américas, na Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), em Brasília (DF), na qual o Dr. José Cassio de Moraes, professor do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, estava presente.  O professor da FCMSCSP é colaborador da Organização Pan-Americana de Saúde, do Ministério da Saúde, e da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. Em junho deste ano, ele recebeu da Organisation Panaméricaine de la Santé (OPS) reconhecimento formal pelo trabalho que vem realizando desde 2010 como membro do Comitê Internacional de Especialistas para a documentação e verificação da erradicação do sarampo, da rubéola e da síndrome da rubéola congênita (SRC).

Leia uma matéria da Revista Hospital Brasil sobre a cerimônia e erradicação da Rubéola

 

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Curso de Ética em Pesquisa

Professores da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo estarão entre os participantes do 5º Curso de Ética em Pesquisa, promovido pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. O encontro será realizado no Anfiteatro do Departamento de Ortopedia – Pavilhão Fernandinho Simonsen, no dia 24 de setembro, quarta-feira, das 8h30 às 12h00.  As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 9/9/2014, pelo tel. (11) 2176-7689, com Beatriz, ou por e-mail: cepsc@santacasasp.org.br, com nome completo, departamento ou hospital, e-mail e telefone.

Confira a programação científica:

8h30 às 9h – Abertura

  • Prof. Dr. Raimundo Raffaelli Filho (diretor clínico da ISCMSP)
  • Prof. Dr. Valdir Golin (diretor da FCMSCSP)
  • Prof. Dr. Nelson Keiske Ono (coordenador do CEP-ISCMSP)

9h às 9h40 – Biobanco

Moderador: Prof. Dr. José Cássio de Moraes

  • 9h às 9h20 –Uso de material do biobanco em pesquisaDr. Antonio Hugo Campos (Hospital A. C. Camargo)
  • 9h20 às 9h40 – Discussão

9h40 às 10h10 – Coffee break


10h10 às 11h10 – Plataforma Brasil

Moderador: Prof. Dr. Wilmar Artur Klug

  • 10h10 às 10h30 – Eventos Adversos e Desvios de Protocolo
    Profa Dra. Maria Helena Vianello Richtzenhain
  • 10h30 às 10h50 – Uso de Placebo
    Prof. Dr. Thomaz Augusto Rocha e Silva
  • 10h50 às 11h10 – Discussão

11h10 às 12h – Mesa Redonda Moderna – Plataforma Brasil

Opinião dos Usuários

  • 11h10 às 11h20 – Facilitou – Sra. Gislaine Mancin – Hemocentro (SC)
  • 11h20 às 11h30 – Dificultou – Sra. Luciana Akemi Tagata  (CPClin)

Moderador: Prof. Dr. Nelson Keiske Ono
Debatedores: Prof.ª Dra. Maria Helena Vianello Richtzenhain
Dr. Antonio Hugo Campos (Hospital A. C. Camargo)

12h – Encerramento

Antes de viajar, turistas devem verificar as vacinas exigidas pelo local de destino

Viajar é uma experiência positiva, mas, durante o planejamento para conhecer novos destinos, é preciso estar atento não apenas aos objetos que serão levados na mala. É importante pesquisar e checar se o local a ser visitado exige ou recomenda algum tipo de vacina. “Muitas vezes, as viagens se tornam o momento ideal para aproveitar e colocar a vacinação em dia”, afirma o Dr. José Cassio de Moraes, professor adjunto do departamento de Medicina Social da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

No BrasDr. José Cássioil, não é obrigatória a apresentação do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia. Esse documento atesta que a pessoa foi vacinada contra algumas doenças definidas pelo Regulamento Sanitário Internacional. Contudo, outros países exigem esta comprovação.

Para obter este certificado, é preciso comparecer a um Centro de Orientação de Viajantes, portando o Cartão Nacional de Vacinação, preenchido e assinado pelo profissional que aplicou a dose, e a identificação da unidade de saúde, além de documento de identidade oficial com foto ou Certidão de Nascimento.

“Apesar da vacinação não ser obrigatória tanto para estrangeiros quanto para brasileiros que pretendem visitar algumas regiões epidêmicas do país, é importante conhecer quais sãos as vacinas recomendadas e que devem ser tomadas 10 dias antes da viagem”, alerta o Dr. José Cássio.

Vacinas indicadas no Brasil

  • Prevenção para sarampo, rubéola e poliomielite: mesmo que estejam erradicadas no Brasil, estão presentes em outros países;
  • Prevenção contra a febre amarela: é recomendada para quem irá visitar áreas de matas ou praticar turismo ecológico ou rural;
  • Prevenção contra a malária: é importante consultar se o destino pretendido apresenta casos o ano todo. No Brasil, a transmissão ocorre nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. “Quem estiver nesses locais, deve estar atento a sinais como febre, e dores na cabeça e corpo. O ideal é procurar uma unidade de saúde, em até 48 horas após o surgimento desses sintomas”, finaliza o Dr. José Cássio.

Serviço
O Centro de Orientação para a Saúde do Viajante mais próximo pode ser encontrado no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Mais orientações estão publicadas no Guia de Bolso da Saúde do Viajante, organizado pela agência.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 45, em 15/7/2014. Assine nossa newsletter:
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Vacina contra H1N1 protege grupo de risco e previne disseminação da doença

Anualmente, a gripe H1N1 atinge de 5% a 15% da população mundial, o equivalente a mais de 600 milhões de pessoas, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). O vírus circula o ano inteiro, sendo transmitido facilmente, o que resulta em cerca de três a cinco milhões de casos graves e em 250 mil a 500 mil mortes, sobretudo, de idosos e portadores de doenças crônicas.

Dr. José Cassio de Moraes“O quadro da gripe H1N1 pode se agravar especialmente em crianças, pacientes crônicos e idosos, além de causar a morte, sobretudo, de quem tem outras doenças como diabetes, asma e angina”, afirma o Dr. José Cassio de Moraes, professor-adjunto do Departamento de Medicina Social da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Em 2012, o vírus H1N1 provocou 2.614 internações no Brasil, contra 181 registradas ao longo de 2011. Os estados mais afetados foram Santa Catarina (743), Paraná (621), Rio Grande do Sul (520), São Paulo (370), Minas Gerais (134), Mato Grosso do Sul (60) e Ceará (53). De acordo com a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, as internações por essa cepa representaram 65,5% das 4.016, causadas pela gripe.

Por indicação da OMS, a versão 2013 da vacina contra a gripe irá proteger as pessoas das duas cepas do vírus influenza A (H1N1 e H3N2) como também de uma cepa do vírus influenza B.

“A vacina reduz em 48% o risco de problemas cardiovasculares e ainda protege o bebê dentro da barriga da mãe. A imunização é importante para diminuir a ocorrência da doença e proteger a todos, inclusive, os que estão no grupo de risco”, conclui o professor.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 14, em 2/4/2013. Assine nossa newsletter:http://www.fcmsantacasasp.edu.br.