Imaginologia aplicada ao Membro Inferior: inscrições até 9/6

Imaginologia aplicada ao Membro InferiorO curso de atualização em Imaginologia Aplicada ao Aparelho Locomotor: Módulo II: Membro Inferior da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo tem como objetivo tornar o aluno apto a observar exames de imagem aplicados ao aparelho locomotor, especificamente, ao membro inferior, utilizando diversos métodos de exames de imagem.

As inscrições estão abertas até o dia 9/6. Vagas limitadas. Saiba mais.

Especialização em Engenharia Clínica é um dos novos cursos de Pós-graduação da FCMSCSP

A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo abre inscrições até 8 de agosto para o curso de Especialização em Engenharia Clínica. O programa se destaca por apresentar o instrumental necessário para que profissionais possam atuar no gerenciamento de tecnologias da área médica, em seus diferentes níveis.

Entre os objetivos do curso está a orientação para a aquisição de novas tecnologias, envolvendo planejamento, controle, a supervisão da instalação de novos equipamentos e sua manutenção. Além disso, o profissional estará apto a avaliar a obsolescência do maquinário com treinamento direcionado para a realização de reparos.

Dr. Homero Melo, diretor dos cursos de Tecnologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São PauloA Especialização em Engenharia Clínica se diferencia por ser voltada aos profissionais que poderão, especificamente, lidar com os equipamentos hospitalares, englobando ainda as frentes laboratorial e de radiologia. “O curso contempla toda a estrutura hospitalar e não envolve apenas o funcionamento dos equipamentos, mas também o desenvolvimento e o discernimento em sua gestão desde a efetivação da compra, armazenamento, adequação ambiental e orientação para a manutenção preventiva”, esclarece o Dr. Homero Melo, diretor dos cursos de Tecnologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Outro aspecto do curso de Engenharia Clínica diz respeito ao público-alvo, que vai além dos profissionais da área de saúde. “Quem atua nos segmentos relacionados às áreas de humanas e exatas também se beneficiará do conteúdo do curso, que apresenta as etapas de gestão, organização e orientação estrutural, além de orientações sobre contratos de compra e venda dos equipamentos”, destaca o diretor.

Os alunos terão a oportunidade de usufruir, por meio deste programa de pós-graduação, a estrutura do Hospital da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo para vivenciar, na prática, como são conduzidos os processos de gestão dessa área dentro da instituição. “O mercado de trabalho em Engenharia Clínica é vasto. Vários profissionais já atuam nesse setor, mas ainda não possuem a certificação acadêmica para se atualizar e se adaptar às necessidades da crescente demanda do segmento.

Para mais informações sobre a Especialização em Engenharia Clínica, acesse www.fcmsantacasasp.edu.br.

Serviço:
Curso: Pós-graduação em Engenharia Clínica 
Período de inscrição: até 8/8/2014
Prova e Entrevista: dias 13, 14 e 15 de agosto de 2014
Resultado: 20/8/2014
Início das aulas: 15/9/2014
Duração do curso: 15 meses
Vagas: 40
Investimento: 15 parcelas de R$ 508,00*
*Para ex-alunos da FCMSCSP e funcionários da ISCMSP: 15 parcelas mensais de R$ 405,00

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 44, em 2/7/2014. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Tire suas dúvidas sobre o exame de mamografia

Um dos exames mais importantes no cuidado da saúde da mulher é a mamografia, procedimento que se utiliza dos raios-x, permitindo a visualização da região interna das mamas e que deve ser feito a partir dos 40 anos. Atualmente, ainda é o método mais indicado para detectar precocemente o câncer de mama e diagnosticar ainda calcificações, nódulos, cistos e linfonodos comprometidos. Porém, muitas dúvidas envolvem sua realização e devem ser sanadas para assegurar a qualidade de vida do público feminino.

Cuidados prévios no momento de realizar o exame

Dr. Homero de Melo, diretor dos cursos de  tecnologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São PauloDe acordo com o Dr. Homero Melo, diretor dos cursos de Tecnologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, existem alguns cuidados que devem ser tomados antes de realizar a mamografia, como não utilizar creme, talco ou desodorante na região das mamas e axilas no dia do procedimento.

“Além disso, o ideal é que as pacientes levem a última mamografia para que o médico radiologista possa realizar uma comparação. Outro item importante é observar o ciclo menstrual. O período indicado às mulheres que menstruam para fazer o exame é logo após a menstruação e antes da ovulação, para as que não menstruam, seja qual for a causa, o procedimento pode ser executado em qualquer dia do mês”, afirma.

Próteses de silicone

O Dr. Melo explica que, em determinadas situações, a prótese de silicone dificulta a visualização do tecido mamário a ser analisado. Porém, atualmente, os profissionais que realizam o procedimento de aquisição de imagens mamográficas já estão treinados para realizarem a manobra de Eklund, na qual se faz o deslocamento da prótese para melhor visualização do tecido mamário, aumentando a qualidade da mamografia.

Mamografia tradicional x digital

Basicamente, o procedimento e a aquisição das imagens são iguais, ou seja, a paciente não perceberá a diferença. “O que altera é a forma da captação da imagem. A mamografia tradicional é realizada com filme-écran e, na digital, a imagem é captada por detectores de radiação”, afirma o especialista. Entre as vantagens para o uso da mamografia digital estão:
– Menor exposição à radiação;
– Menor necessidade de complementação;
– Maior rapidez no processamento das imagens;
– Maior facilidade de arquivamento e transferência das imagens.

Contraindicações

Para o professor, não existem contraindicações para a mamografia, porém alguns cuidados devem ser tomados com algumas pacientes, como as que usam marca-passo, as mastectomizadas e as gestantes, por exemplo.

“Em mulheres mais jovens, o indicado é realizar ultrassom para que o tecido mamário não seja exposto à radiação ionizante. Temos também a ressonância magnética como método complementar”, afirma.

Qualidade do exame

No Brasil, devido à Portaria 2898/2013 do Ministério da Saúde e à Portaria 531/2012, em que foi implantado o Programa de Garantia de Qualidade em Mamografia (PGQM), a prevenção do câncer de mama está mais efetiva, tendo em vista que nesses documentos exige-se a qualidade da imagem.

Com isso, a Dra. Maria Inês Teixeira, física e professora convidada do programa Lato Sensu em Tecnologia em Diagnóstico por Imagem da Faculdade Santa Casa de São Paulo, afirma que todos os serviços estão se adequando às novas regras e, também, procurando preparar os profissionais para que trabalhem mais conscientes e com maior responsabilidade. “Existem instituições de ensino que estão oferecendo cursos de aprimoramento profissional em mamografia, inclusive para funcionários públicos que já atuam na área”, finaliza.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 35, em 25/2/2014. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Saúde: novas oportunidades de evolução da carreira

HomeroO aumento da utilização e a popularização dos exames de diagnóstico por imagem exigem profissionais altamente especializados. Porém, de acordo com o Dr. Homero Melo, diretor dos cursos de tecnologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, há uma carência de pessoas qualificadas para este segmento no mercado de trabalho, deficiência que pode resultar em diagnósticos imprecisos.

“A área de tomografia computadorizada e a ressonância magnética, assim como as demais áreas da radiologia, apresentaram grande expansão nos últimos anos. Com a atual defasagem de profissionais especialistas, todas as iniciativas que capacitem esta mão de obra serão bem-vindas, pois também abrem novas oportunidades de evolução da carreira no mercado da saúde”, afirma o Dr. Melo.

Dessa forma, a Faculdade Santa Casa de São Paulo lança a pós-graduação lato sensu em Tecnologia em Diagnóstico por Imagem Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética. Com duração de 12 meses, o curso é direcionado a tecnólogos em radiologia, biomédicos, médicos, médicos veterinários e demais profissionais graduados com interesse na área.

O programa fornece os princípios físicos empregados na formação das imagens e de funcionamento dos equipamentos. Além disso, a pós-graduação capacita os profissionais para orientação do paciente quanto aos procedimentos, identificação dos meios de contraste utilizados em tomografia computadorizada e ressonância magnética e suas implicações, conhecimento dos protocolos de aquisição, aplicação do processamento digital das imagens e conhecimento dos fatores que afetam a qualidade dos exames.

“Essa especialização vem com a proposta de aprimorar a qualidade dos exames, principalmente, na aplicação médica, além de facilitar o laudo e a conduta clínica”, enfatiza o Dr. Melo.

O processo seletivo será realizado por meio de análise curricular e entrevistas. As inscrições podem ser feitas pelo site da Faculdade: www.fcmsantacasasp.edu.br.

Serviço:
• Curso: Especialização lato sensu em Tecnologia em Diagnóstico por Imagem Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética
• Período de inscrição: de 20/6/2013 a 7/8/2013
• Processo Seletivo: 12/8/2013 a 15/8/2013
• Divulgação dos aprovados: 20/8/2013
• Período de matrícula: 21/8/2013 e 22/8/2013
• Início das aulas: 29/8/2013
• Duração do curso: 12 meses
• Investimento: 12 parcelas mensais de R$ 596,00
• Vagas: 30

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 21, em 10/7/2013. Assine nossa newsletter http://www.fcmsantacasasp.edu.br

Prescrito por médico radiologista, meio de contraste em ressonância magnética é seguro para a realização do diagnóstico por imagem, diz especialista

Dr. Homero MeloUtilizada para o diagnóstico de alterações morfológicas e funcionais e no acompanhamento de doenças preexistentes, a ressonância magnética se tornou um dos exames mais presentes e importantes na avaliação dos quadros clínicos dos pacientes. De acordo com o Dr. Homero Melo, diretor dos cursos de tecnologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, “uma das explicações para o uso recorrente deste procedimento está ligado ao fato do meio de contraste aplicado ser o mais seguro dentre os utilizados no diagnóstico por imagem quando comparado com aos métodos que utilizam raios-X, por exemplo. Além disso, com o avanço tecnológico e o investimento dos fabricantes, os equipamentos têm se tornado mais rápidos na execução dos exames e mais confortáveis aos pacientes”, diz.

Segundo o Dr. Melo, antes de realizar o procedimento, o paciente passa por uma avaliação médica e, com base nessas informações, será inserido em um protoloco de exame. Nessa etapa, é decidida a necessidade ou não do uso do meio de contraste. “A pessoa será posicionada no equipamento de ressonância de acordo com a região a ser estudada. Para o paciente, a única indicação de que o exame está sendo realizado é a emissão de ruídos altos. Para isso, é entregue um protetor de ouvido”, afirma.

O diretor explica que, nas análises de radiodiagnóstico, as imagens estão na chamada “Escala de Cinza” que vai do branco ao preto. Os meios de contraste são usados para aumentar a diferença entre os tecidos e permitir a melhor visualização dos órgãos do corpo. “Vale ressaltar que para cada método de imagem existe um contraste específico, com propriedades físicas e químicas totalmente diferentes. Por exemplo, na ressonância magnética, ele é baseado no gadolínio, já na tomografia computadorizada, utiliza-se o iodo”, conta.

Os meios de contraste são classificados como um produto farmacêutico e, por isso, seguem todas as regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Sobre o risco que esse método oferece, o acadêmico destaca: “como todo fármaco, a substância deve ser prescrita por um médico radiologista, que verifica, de acordo com a indicação do exame, a necessidade de sua administração. Da mesma forma que estamos sujeitos a uma reação alérgica a determinado medicamento, alimento ou produto industrializado, existe uma possibilidade de se apresentar alergia após a utilização de um meio de contraste”.

O especialista ressalta ainda que as indústrias farmacêuticas investem em novas formulações para tornar essas substâncias cada vez mais seguras. “Para cada tipo de meio de contraste há contraindicações, por exemplo, algumas doenças respiratórias, insuficiência renal, alergias anteriores, entre outras. Enfatizo que existem possibilidades de risco, mas que não implicam necessariamente que o paciente não possa realizar a chamada fase contrastada. A decisão fica a critério da equipe médica que irá avaliar o risco-benefício”, analisa.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 12, em 5/3/2013. Assine nossa newsletter:http://www.fcmsantacasasp.edu.br