Cuidados contra o mosquito Aedes aegypti ao viajar no verão

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Prof.ª Ione Aquemi Guibu, professora do Departamento de Saúde Coletiva da FCMSCSP

Durante a temporada de calor e chuvas, o aumento da proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya, exige atenção e cuidados redobrados. Isso porque dois fatores são propícios à proliferação do mosquito: a temperatura média de 30°C durante o verão e o acúmulo de água parada por conta das chuvas. E para quem estiver na praia ou no campo durante as férias, os cuidados com a prevenção devem permanecer.

Segundo dados do Ministério da Saúde, divulgados em dezembro do último ano, os casos de zika e dengue devem se manter estáveis este ano enquanto deve haver um crescimento significativo de casos de infecção pelo vírus chikungunya. Os casos confirmados da doença aumentaram quase 16 vezes de 2015 para 2016 (de 8.528 para 134.910) e os de suspeitas, quase dez vezes (de 26.763 para 251.051).

A Dra. Ione Aquemi Guibu, professora do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo recomenda algumas medidas para quem for viajar para o campo ou para praia – ambientes em que o calor pode ser muito intenso nessa época do ano: “Podem ser usados repelentes aprovados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e mosquiteiros. É interessante também verificar se há criadouros próximos ao local onde ficará hospedado para a eliminação desses focos”, afirma.

Com as crianças, idosos e gestantes, o cuidado precisa ser ainda mais intenso: “Nessas populações, o vírus pode evoluir para formas mais graves, principalmente para gestantes, que devem usar roupas que diminuam a exposição da pele, com mangas mais longas e calças”, complementa a professora.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 104, em 14/2/2017. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br. 

FCMSCSP realiza palestras sobre o combate à Dengue e ao Chikungunya

Professores da FCMSCSP e convidados posam para a foto durante a Semana de Enfermagem.

Professores da FCMSCSP e convidados posam para a foto durante a Semana de Enfermagem.

Atualmente, o Brasil vive uma epidemia de dengue, com registro de um caso a cada 12 segundos e mais de 745 mil notificações do problema, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em virtude da comemoração do Dia Mundial do Enfermeiro, instituído em 12 de maio, nesta mesma data, a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo preparou uma programação especial, no evento Semana da Enfermagem, trazendo convidados que ministraram palestras sobre medidas de combate à dengue e ao chikungunya e doenças similares, de transmissão pela picada de mosquito.

A enfermagem, denominada como a arte de cuidar, tem uma data especial no calendário da Instituição. “É uma tradição comemorar a data com eventos acerca da profissão. Desde o primeiro ano de curso, pensamos em discussões, palestras e seminários para abordar temas atuais e discutir a carreira”, explica a Dra. Maria Lucia Costa, vice-diretora do curso de Graduação em Enfermagem da FCMSCSP.

Em 2014, a Instituição debateu o tema de Enfermagem Motivacional. “A expectativa para este ano foi de muito entusiasmo por parte dos alunos. Nós trouxemos pesquisadores que falaram sobre as possibilidades de vacinas e deram informações sobre o combate ao Aedes Aegypti. Além disso, tivemos uma ex-docente da Instituição, a mestra Tatiana Chiarella, que relatou sua experiência na África como enfermeira do programa Médicos Sem Fronteiras”, ressalta a Dra. Maria Lucia.

As demais palestras contaram com a participação da Dra. Bronislawa Ciotek de Castro, médica sanitarista, do Prof. Alessandro Giangola, coordenador das ações de combate ao Aedes Aegypti do município de São Paulo, e da Prof.ª Dra. Anna Luiza Gryschek, do departamento de Saúde Coletiva da Escola de Enfermagem da USP.

 Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 65, em 5/5/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Dengue: especialista explica como reconhecer a doença

Dra Marinella _ dengueSão Paulo e outras cidades do país vivem um momento de extrema atenção em relação ao surto de casos de dengue. Febre, vômitos, dor nas articulações e nos olhos são alguns dos principais sintomas.

Nesta reportagem ao Portal R7, Dra. Marinella Della Negra, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, explica que a dengue pode até ser fatal.

Concluída a 9ª Edição do Projeto de Expedições Científicas e Assistenciais (PECA) da Faculdade Santa Casa de SP

Alunos dos cursos de graduação em Medicina, Enfermagem e Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo realizaram a 9ª edição do Projeto de Expedições Científicas e Assistenciais (PECA), em São Sebastião (SP), entre os dias 24 e 29 de janeiro de 2013.

Nesta reportagem, exibida em 31/1/2013 no Bom Dia São Paulo (Rede Globo), foram apresentados alguns exemplos de atendimento entre as especialidades de Clínica Médica, Ginecologia, Pediatria, Psiquiatria, Urologia, Geriatria, Otorrinolaringologia, Ortopedia, Dermatologia, Neurologia, Psicologia, Nutrição, Odontologia, Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Serviço Social, Enfermagem e Fonoaudiologia disponíveis durante este grande mutirão da saúde.

Estudantes da Faculdade Santa Casa de SP levam saúde à população

Até a próxima terça-feira, dia 29/1, alunos de Medicina, Enfermagem e Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo continuam o atendimento à população de São Sebastião (SP) nas atividades previstas no Projeto Expedições Científicas e Assistenciais (PECA). Confira mais detalhes na reportagem da TV Vanguarda, exibida no sábado, dia 26/1. Clique aqui.

Projeto Expedições Científicas e Assistenciais - PECA 2013

Alunos da Faculdade Santa Casa de SP promovem mutirão de saúde em São Sebastião

Os alunos da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo – FCMSCSP, com apoio da prefeitura de São Sebastião e da Santa Casa, promovem de 23 a 30 de janeiro um mutirão para atender a população desta região do litoral norte de São Paulo, localizada a cerca de 180 quilômetros da capital. Parte do Projeto Expedições Científicas e Assistenciais (PECA), a ação realiza cerca de 700 atendimentos, entre consultas médicas, cirurgias gerais, pequenos procedimentos, exames laboratoriais e de imagem.

A 9ª edição do PECA, que conta ainda com o patrocínio do Instituto do Sono da Unifesp, copatrocínio da Pfizer e colaboração da Associação Paulista de Medicina (APM), Audibel, Urubupungá, Samsung e Instituto do HPV é realizada com a participação de 160 alunos da FCMSCSP – sendo 115 do curso de medicina, 25 estudantes de enfermagem e 20 de fonoaudiologia. Durante seis dias (24 a 29), haverá atendimento nas especialidades de Clínica Médica, Ginecologia, Pediatria, Psiquiatria, Urologia, Geriatria, Otorrinolaringologia, Ortopedia, Dermatologia, Neurologia, Psicologia, Nutrição, Odontologia, Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Serviço Social, Enfermagem e Fonoaudiologia.

Além das consultas, a ação prevê outras atividades. Por exemplo, enquanto aguardam atendimento, os pacientes poderão participar de ações preventivas, com rodas de discussão sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), como a Aids; gravidez na adolescência; dengue e câncer de pele. Haverá visitas médicas domiciliares à população e, no dia 24/01, será realizado um curso sobre Visita Domiciliar para profissionais de saúde da região. Outra atividade, voltada para médicos, permite que estes profissionais participem de cirurgias com o objetivo de aperfeiçoamento da técnica de operação por vídeo.

Em 2012, o PECA atendeu 542 pacientes na cidade de Votuporanga. Entre atendimentos e retornos foram feitos um total de 1.729 consultas, 22 cirurgias, 42 consultas fisioterápicas, 36 atendimentos fonoaudiológicos, 123 atendimentos odontológicos e 23 consultas da equipe de psicologia, além dos 256 atendimentos da área de enfermagem e 15 consultas com equipe de nutrição.

Para o professor Paulo Carrara de Castro, do Departamento de Medicina Social da FCMSCSP, é essencial ressaltar que o PECA é uma iniciativa dos alunos, que terão despertada toda uma consciência de responsabilidade social ao entrar em contato com diferenças sociais e culturais e a influência desses fatores no processo de saúde e doença da comunidade. “O projeto permitirá oferecer assistência para uma população bem diferente daquela que demanda a Santa Casa de São Paulo”, conta. Para o diretor da FCMSCSP, Dr. Valdir Golin, é uma opção de vida louvável e uma vivência singular. “Eles deixaram as férias de lado para se dedicar ao trabalho voluntário, que muito irá contribuir para a formação nas áreas da saúde, mas acima de tudo, a humana”, conclui.

 

Confira como foi a ação realizada em 2012: