Seminário do Departamento de Ciências Fisiológicas da FCMSCSP discute quimioresistência e melanoma

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Prof.ª Dra. Silvya Stuchi Maria-Engles, da Universidade de São Paulo

Em mais uma edição dos seminários promovidos pelo Departamento de Ciências Fisiológicas da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, na segunda-feira, dia 3/7, das 12h às 13h30, será apresentada a palestra “Quimioresistência e melanoma”.

A convidada desta edição é a Prof.ª Dra. Silvya Stuchi Maria-Engler, Professora Associada do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (FCF-USP).

O encontro será realizado no auditório Prof. Dr. Paulo Augusto Ayrosa Galvão, rua Dr. Cesário Motta Jr. 112, Vila Buarque – São Paulo (SP) e é coordenado pela Prof.ª Dra. Fabiana Henriques Machado de Melo, professora do Departamento de Ciências Fisiológicas da FCMSCSP.

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Seminário: Cardiomiócitos, queratinócitos e neurônios humanos derivados de células iPS

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Dr. Diogo Biagi, co-fundador da PluriCell Biotech

Sob a coordenação da Dra. Fabiana Henriques Machado de Melo, professora adjunta de Bioquímica, o Departamento de Ciências Fisiológicas da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo realiza na próxima segunda-feira, 5/6, das 12h às 13h30, o seminário “Cardiomiócitos, queratinócitos e neurônios humanos derivados de células iPS. Uma nova era para pesquisa científica”. A apresentação será conduzida pelo Dr. Diogo Biagi, co-fundador da PluriCell Biotech.  O evento acontecerá no Auditório Prof. Dr. Paulo Augusto Ayrosa Galvão (Sala 2), na Rua Dr. Cesário Motta Jr., 112, Vila Buarque, São Paulo (SP). Não é necessário realizar inscrição prévia.

Seminário: Efeitos do estresse de derrota social sobre o cérebro, comportamento e glicocorticoides

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Dra. Isabel Marian Hartmann de Quadros, professora adjunta do Departamento de Psicobiologia da Unifesp

O Departamento de Ciências Fisiológicas da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo realiza na próxima segunda-feira, 10/4, das 12h às 13h30, o seminário “Efeitos do estresse de derrota social sobre o cérebro, comportamento e glicocorticoides”. A apresentação será conduzida pela Dra.  Isabel Marian Hartmann de Quadros, professora adjunta do Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O evento acontecerá no Auditório Prof. Dr. Paulo Augusto Ayrosa Galvão (Sala 2), na Rua Dr. Cesário Motta Jr., 112, Vila Buarque, São Paulo (SP). Não é necessário realizar inscrição prévia.

Seminário: Estresse oxidativo em sistemas biológicos

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Dra. Susana Llesuy, professora da Faculdade de Farmácia e Bioquímica da Universidade de Buenos Aires

O Departamento de Ciências Fisiológicas da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo realiza na próxima segunda-feira, 13/2, das 12h às 13h30, o seminário “Estresse oxidativo em sistemas biológicos”. A apresentação será conduzida pela Dra. Susana Llesuy, professora da Faculdade de Farmácia e Bioquímica da Universidade de Buenos Aires. O evento acontecerá no Auditório Prof. Dr. Paulo Augusto Ayrosa Galvão (Sala 2), na Rua Dr. Cesário Motta Jr., 112, Vila Buarque, São Paulo (SP). Não é necessário realizar inscrição prévia.

Crianças expostas ao fumo passivo apresentam diminuição no processamento auditivo

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Dra. Alessandra Spada Durante e Dra. Cristiane Lopes, professoras da FCMSCSP

No dia 29 de agosto, segunda-feira, é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Fumo no Brasil. Para ressaltar a importância da data, o Boletim Conectar relembra os resultados da pesquisa “Emissões Otoacústicas em escolares expostos ao fumo”, realizada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

O estudo, que aborda os impactos da fumaça do cigarro na audição e no processamento auditivo de crianças em idade escolar, foi conduzido pelas professoras Dra. Alessandra Durante, do curso de Graduação em Fonoaudiologia, e Dra. Cristiane Lopes, professora do Departamento de Ciências Fisiológicas da FCMSCSP, com 145 estudantes, de 8 a 10 anos, em uma escola da capital paulista. “A exposição ao fumo sofrida por crianças pode variar muito dependendo dos hábitos de fumo dos pais e familiares. Para ter uma análise objetiva do quanto a criança foi exposta ao fumo, foi feita uma avaliação de um metabólico de nicotina na urina, a cotinina”, explica a Prof.ª Dra. Cristiane Lopes. Dos estudantes participantes da pesquisa, 41% haviam sido expostos ao fumo passivo de forma significativa.

Para analisar os efeitos do tabagismo passivo na capacidade de desenvolver a audição e sua compreensão, foi avaliada a função coclear (um dos órgãos responsáveis pela audição). Para isso, foi colocada uma sonda que emite sons na orelha da criança. A resposta da cóclea é coletada por um microfone no aparelho e processada por um programa de computador. As professoras descobriram, então, que a capacidade de compreensão de informações verbais das crianças que foram expostas ao fumo passivo era menor em relação à das que não tinham qualquer contato com o cigarro.

De acordo com a fonoaudióloga Prof.ª Dra. Alessandra Durante, para os pais foi uma surpresa saber que o fumo passivo causaria danos ao processamento auditivo das crianças, uma vez que tinham apenas noção das questões relacionadas à respiração: “A Dra. Cristiane e eu realizamos uma oficina na escola para falar destes impactos na audição. Mostramos os resultados e conversamos sobre a sensibilização do que é a audição, a importância da audição e o impacto disso, principalmente para a criança que estava em processo de aprendizado, já que mínimas perdas de processo auditivo já causam prejuízo escolar”, afirma. “A exposição à nicotina não é o único fator ambiental a alterar o processamento auditivo, mas é um fator que pode justificar algumas dificuldades escolares das crianças”, ressalta a Dra. Cristiane.

As professoras também coordenaram, em 2011, uma pesquisa que aborda os impactos do tabagismo materno durante a gravidez. O estudo apontou que o fumo teve efeito negativo no processo auditivo do neonato, e alertou para o risco de fumar durante a gestação. A pesquisa, que conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), tem sido ampliada por meio de uma nova tecnologia no estudo das emissões otoacústicas pressurizados e imitância acústica com estímulo de banda larga.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 95, em 23/8/2016. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Palestra discute Zika vírus

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Prof.ª Dra. Patrícia Beltrão Braga

No próximo dia 31 de maio, terça-feira, das 12h às 13h30, o Departamento de Ciências Fisiológicas da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo promoverá a palestra “The Brazilian Zika virus strain causes birth defects in experimental models” (A estirpe do vírus Zika brasileiro causa defeitos de nascimento em modelos experimentais).

A palestrante convidada será a Prof.ª Dra. Patrícia Beltrão Braga da Universidade de São Paulo (USP). O evento acontecerá no Anfiteatro Dr. Emílio Athié, na Rua Dr. Cesário Motta Jr., 112, Vila Buarque, São Paulo (SP). Não é necessário realizar inscrição prévia.

Esquizofrenia e esclerose lateral amiotrófica é tema de pesquisa conduzida por docente da FCMSCSP

Tatiana Rosado Rosenstock

Dra. Tatiana Rosado Rosenstock, professora do Departamento de Ciências Fisiológicas da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

A Dra. Tatiana Rosado Rosenstock, professora do Departamento de Ciências Fisiológicas da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, acaba de ter um projeto aprovado (Projeto Jovem Pesquisador) pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). A intenção do estudo, explica a docente, é buscar correlacionar alterações de transcrição gênica e a função mitocondrial em modelos de esquizofrenia e esclerose lateral amiotrófica para encontrar mecanismos pra impedir que neurônios ou astrócitos fiquem disfuncionais e morram: “O meu projeto visa não apenas entender o mecanismo pelo qual essas células morrem, mas também tentar impedir esse processo através de modificações gênicas que possam levar ao aumento da produção de energia pelas mitocôndrias. De uma maneira bem linear seria: gene – mitocôndria – energia – sobrevivência neural”, esclarece.

Mesmo sendo a esquizofrenia uma doença psiquiátrica, ela também pode, muitas vezes, ser “encarada” como uma doença neurodegenerativa, e a intenção, com o projeto, é justamente buscar uma forma de impedir que o neurônio fique disfuncional e consequentemente degenere. “De uma forma geral, o neurônio que não funciona bem tem maior probabilidade de morrer. Pensando na clínica, um paciente não tratado ao longo de 10 anos de crises sucessivas terá maior processo degenerativo do que um indivíduo que teve apenas um surto psicótico. Por isso, o ‘tratar’ a disfunção celular inicial é tão importante”, relata a Dra. Tatiana.

Além de colaborações internas, como a do Prof. Dr. Hudson Buck, chefe do Departamento de Ciências Fisiológicas da FCMSCSP e de alunos da Instituição (IC ou pós-graduandos), o projeto conta com colaborações de docentes dos departamentos de Bioquímica e Farmacologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), do Centro de Desenvolvimento de Modelos Experimentais para Biologia e Medicina (Cedeme, Unifesp) e da Universidade de São Paulo (USP). “Quando eu escrevi o projeto, estava em fase de transição, por isso preferi ter uma rede de boas colaborações. Isso me assegura que todos os experimentos propostos possam ser realizados, aqui na Faculdade, ou em outro lugar. Sempre falo que ciência não se faz sozinho, por isso, procuro me cercar de bons profissionais e lugares de excelência para a pesquisa”, conclui a Dra. Tatiana Rosado Rosenstock.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 85, em 5/4/2016. Assine nossa newsletter: www.fcmsantacasasp.edu.br.