Novo manual da Anvisa sobre prevenção de Endoftalmites tem colaboração de professor da FCMSCSP

reginaldo-luz-faculdade-santa-casa

Prof. Mestre Reginaldo Adalberto de Luz, do curso de Graduação em Enfermagem da FCMSCSP

Durante o V Seminário Internacional sobre Redução do Risco para segurança do paciente e qualidade em serviços de saúde, promovido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), realizado entre os dias 7 e 10 de agosto, em Brasília (DF), foi lançado o manual “Medidas de Prevenção de Endoftalmites e de Síndrome Tóxica do Segmento Anterior (TASS) Relacionadas a Procedimentos Oftalmológicos Invasivos”. Endoftalmite é o termo utilizado para as infecções intraoculares, que podem ocorrer após procedimentos oftalmológicos invasivos, como, por exemplo, as cirurgias de catarata.

O manual da Anvisa, que servirá como importante fonte de informações para os profissionais que prestam assistência aos pacientes na área da oftalmologia, contou com a colaboração de profissionais de diferentes formações, como enfermeiros e médicos oftalmologistas e infectologistas, e teve como um dos autores o Prof. Reginaldo Adalberto de Luz, do curso de Graduação em Enfermagem e coordenador do curso de Pós-graduação em Enfermagem em Centro Cirúrgico, RPA e CME da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. O professor colaborou em todos os capítulos do manual, abordando gravidade, incidência, fatores de risco e prevenção da endoftalmite, entre outros assuntos.

“Por conta da minha experiência de mais de 10 anos com cirurgias oftalmológicas e minhas pesquisas e publicações neste campo do conhecimento, eu tive a oportunidade de dar minha colaboração em todos os capítulos deste manual. Fazer parte de um grupo de profissionais criteriosamente escolhidos pelo reconhecimento da expertise nesta área é, sem dúvida, um marco importante na minha carreira profissional e reforça o alto grau de competência dos professores da FCMSCSP quando vinculados a trabalhos tão importantes e de nível nacional. Além disso, o mais importante é poder ter prestado um serviço à comunidade, em que os maiores beneficiados serão os pacientes”, afirma o professor Reginaldo.

Para baixar o manual “Medidas de Prevenção de Endoftalmites e de Síndrome Tóxica do Segmento Anterior (TASS) Relacionadas a Procedimentos Oftalmológicos Invasivos”, clique aqui.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 117, em 22/8/2017. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br. 

Anúncios

Antes de viajar, turistas devem verificar as vacinas exigidas pelo local de destino

Viajar é uma experiência positiva, mas, durante o planejamento para conhecer novos destinos, é preciso estar atento não apenas aos objetos que serão levados na mala. É importante pesquisar e checar se o local a ser visitado exige ou recomenda algum tipo de vacina. “Muitas vezes, as viagens se tornam o momento ideal para aproveitar e colocar a vacinação em dia”, afirma o Dr. José Cassio de Moraes, professor adjunto do departamento de Medicina Social da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

No BrasDr. José Cássioil, não é obrigatória a apresentação do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia. Esse documento atesta que a pessoa foi vacinada contra algumas doenças definidas pelo Regulamento Sanitário Internacional. Contudo, outros países exigem esta comprovação.

Para obter este certificado, é preciso comparecer a um Centro de Orientação de Viajantes, portando o Cartão Nacional de Vacinação, preenchido e assinado pelo profissional que aplicou a dose, e a identificação da unidade de saúde, além de documento de identidade oficial com foto ou Certidão de Nascimento.

“Apesar da vacinação não ser obrigatória tanto para estrangeiros quanto para brasileiros que pretendem visitar algumas regiões epidêmicas do país, é importante conhecer quais sãos as vacinas recomendadas e que devem ser tomadas 10 dias antes da viagem”, alerta o Dr. José Cássio.

Vacinas indicadas no Brasil

  • Prevenção para sarampo, rubéola e poliomielite: mesmo que estejam erradicadas no Brasil, estão presentes em outros países;
  • Prevenção contra a febre amarela: é recomendada para quem irá visitar áreas de matas ou praticar turismo ecológico ou rural;
  • Prevenção contra a malária: é importante consultar se o destino pretendido apresenta casos o ano todo. No Brasil, a transmissão ocorre nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. “Quem estiver nesses locais, deve estar atento a sinais como febre, e dores na cabeça e corpo. O ideal é procurar uma unidade de saúde, em até 48 horas após o surgimento desses sintomas”, finaliza o Dr. José Cássio.

Serviço
O Centro de Orientação para a Saúde do Viajante mais próximo pode ser encontrado no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Mais orientações estão publicadas no Guia de Bolso da Saúde do Viajante, organizado pela agência.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 45, em 15/7/2014. Assine nossa newsletter:
http://www.fcmsantacasasp.edu.br.