Diretora de Fonoaudiologia fala sobre fatores que interferem no processo da fala

Em entrevista à revista Viva Saúde, a diretora do curso de graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Dra. Ana Luiza Navas, falou sobre o processo de desenvolvimento da fala para crianças e os sintomas aos quais os pais devem se atentar, pois podem ser alertas para problemas como surdez, autismo, traumas psicológicos ou doenças de faringe e laringe.

Na matéria, ela diz que “é esperado que as crianças comecem a falar palavras isoladas entre um ano e um ano e meio de idade. Já as frases completas devem ser pronunciadas entre dois anos e meio e três anos”. Apesar disso, esse processo ocorre em um tempo diferente para cada criança, e não realizar essas atividades no prazo médio não é necessariamente sinal de uma doença.

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Professora de Fonoaudiologia da Faculdade participa de audiência pública no Rio de Janeiro

No dia 11 de setembro de 2012, a diretora do curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, profa. Dra. Ana Luiza Navas, participou da audiência pública no Plenário Teotônio Vilella, da Câmara dos Vereadores do Estado do Rio de Janeiro, convocada pelo Vereador Tio Carlos.

A audiência teve como finalidade a discussão entre especialistas e poder executivo para a aplicação da lei número 5.416, que dispõe sobre as diretrizes a serem adotadas pelo Município para realizar a orientação a pais e professores sobre o Transtorno do Déficit de Atenção – TDAH.

A mesa de trabalho foi composta pela coordenadora de Saúde Escolar da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, Aline Bressan; representante da Secretaria Municipal de Educação, Kátia Regina de Oliveira Rios; Iane Kestelman, presidente da Associação Brasileira de Déficit de Atenção (ABDA); Prof. Dr. Paulo Mattos (Psiquiatra – Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro), Profa. Dra. Ângela Alfano (Psicóloga – Universidade Estadual do Rio de Janeiro).

Os especialistas presentes discorreram sobre pontos importantes a serem considerados na aplicação da lei. Entre estes, destaca-se a extensa produção científica na área que confirma a natureza neurofuncional e de base genética do TDAH, o comprometimento em várias dimensões da vida destas crianças e jovens, tanto do ponto de vista de interação social como do desempenho escolar.

A Dra. Ana Luiza Navas destacou a ausência de políticas públicas no Brasil que incluam estas crianças e jovens no ensino regular. “Centenas de países no mundo já garantem, por meio de suas políticas educacionais e de saúde, o devido apoio e reconhecimento de alunos com TDAH e Dislexia, para promover o pleno desenvolvimento de suas capacidades”, ressaltou.