Coquetel de Comemoração ao Dia Internacional da Síndrome de Down

O Elo 21 sabe que o momento da notícia da Trissomia 21 pode dificultar a nova dinâmica familiar, fundamental para a saúde integral de todos. Dessa forma, o Elo 21 criou um produto e uma estrutura de orientação à família e à equipe de saúde, como médicos, pediatras,enfermeiros e demais profissionais da saúde que lidam com pessoas com Trissomia 21.

A equipe do Elo 21 (Universo Down), juntamente da Dra. Carla Franchi Pinto, professora do Departamento de Ciências Patológicas da FCMSCSP, convida a todos para este lançamento. O evento será realizado no dia 21 de março de 2018, das 19h às 21h00, no Espaço Elo 21.

Serviço:

Coquetel de Comemoração ao Dia Internacional da Síndrome de Down

Data: 21/3/2018
Horário: Das 19h às 21h00
Local: Rua Eça de Queiroz, 488 – 2º andar – Vila Mariana – São Paulo (SP)

RSVP
Tel.: (11) 5088-6677 / contato@elo21down.com.br
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Envelhecimento na síndrome de Down: inclusão e desafios

O dia 21 de marçProf.ª Sandra Pireso marca, anualmente, o Dia Internacional da síndrome de Down. O objetivo da data é, principalmente, mostrar a importância da luta das pessoas com síndrome de Down e também a dos pais, amigos e parentes, para que tenham direitos iguais e que sejam inclusos na sociedade.

De acordo a Dra. Sandra Cristina Fonseca Pires, professora instrutora do curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, inclusão social vai além de questões como inserção escolar. “É entender como trabalhar e atingir uma funcionalidade do indivíduo, do ponto de vista fonoaudiológico, promover a comunicação e proporcionar qualidade de interação e relacionamentos, o que é essencial para o desenvolvimento saudável das pessoas”, afirma.

Se a inclusão social para uma pessoa jovem com síndrome de Down já pode ser um desafio, essa situação se torna ainda mais difícil quando se atinge o envelhecimento. Isso porque, segundo a Dra. Sandra, há uma carência de oportunidades nessas fases da vida. “Sejam oportunidades consideradas de inclusão regular ou atividades que agrupem pessoas com SD, o que também se faz necessário uma vez que a identificação de grupo é também importante”, complementa.

Ainda no que diz respeito à inclusão social, principalmente no envelhecimento, a professora ressalta ainda que incluir é permitir que a pessoa esteja ativa e se relacione, o que contribui na motivação e condição para um melhor desenvolvimento e envelhecimento do indivíduo. “Incluir é respeitar, não é igualar ninguém a nenhum padrão, mas respeitar as diferenças e olhar o potencial de cada um”, pontua.

Para marcar a data, o curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo realiza nos dias 17 e 18 de março, quinta e sexta-feira, o “3º Encontro de Atenção à síndrome de Down”. O evento, que é aberto ao público, acontecerá das 17h às 20h, no Auditório Dr. Christiano Altenfelder (Novo Prédio), na rua Dr. Cesário Motta Júnior, 112, Vila Buarque – São Paulo (SP).

Sobre as expectativas para o encontro, Dra. Sandra comenta que será possível incentivar ideias novas, além de evidenciar o Circolando, projeto voltado para a estimulação e o trabalho da pessoa com SD. “Esperamos ter um olhar mais amplo de cada participante no tratamento da pessoa com SD, além de propiciar aprendizados específicos”, finaliza.

As inscrições devem ser feitas pelo site do encontro – https://goo.gl/Sm0kgo – e o investimento é de 20 reais para interessados que tenham vínculo com a Faculdade Santa Casa de São Paulo ou com a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, e 25 reais para o público em geral.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 83, em 8/3/2016. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

2º Encontro de Atenção à síndrome de Down

A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo realiza nos próximos dias 19 e 20 de março de 2015, quinta e sexta-feira, das 17h às 20h,  a segunda edição do Encontro de Atenção à síndrome de Down. A coordenação é da Dra. Sandra Cristina Fonseca Pires, professora do curso de Graduação em Fonoaudiologia da FCMSCSP.

loganNa programação deste evento, serão abordados temas como:

  • “A Vida com Logan”
  • Atenção da Enfermagem
  • Avaliação cardiológica
  • Educação e inclusão
  • Fonoaudiologia: praxia
  • Nutrição funcional
  • Ortopedia
  • Pediatria e multidisciplinaridade
  • Psicologia e família

Local do evento: Auditório Dr. Christiano Altenfelder, na Rua Dr. Cesário Motta Jr., 112, 4º andar (Novo Prédio da FCMSCSP), Vila Buarque, São Paulo (SP).

Confira a programação e se inscreva neste link.

Síndrome de Down: inscrições em breve

Nos próximos dias 19 e 20 de março de 2015, quinta e sexta-feira, das 17h às 20h, a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo abrirá inscrições para a sua segunda edição do evento sobre síndrome de Down. A coordenação é da Dra. Sandra Cristina Fonseca Pires, professora do curso de Graduação em Fonoaudiologia da FCMSCSP.

A programação estará disponível em breve no Portal FCMSCSP. Para manifestar seu interesse neste evento, deixe abaixo seus dados para contato:

Aumenta expectativa de vida de pessoas com Síndrome de Down

Conforme dados do Ministério da Saúde, o Brasil possui hoje 300 mil pessoas com Síndrome de Down. No passado, sua expectativa de vida era, em média, de 20 anos. Em virtude do avanço dos tratamentos médicos, existem hoje casos de indivíduos que chegam e ultrapassam os 60 anos.

Dra. Sandra PiresDe acordo a Dra. Sandra Cristina Fonseca Pires, professora instrutora do curso de Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, uma das principais causas da morte precoce era a cardiopatia, disfunção no coração que acomete 60% dos nascidos com Síndrome de Down. “Antigamente, as crianças ficavam dependentes de remédios e acabavam tendo uma expectativa de vida muito baixa, pois não existia estrutura médica capaz de reverter o quadro cardiopático. Hoje, a operação para corrigir esse problema acontece nos primeiros anos de vida”, diz.

A Síndrome de Down é uma alteração genética resultante da presença de um cromossomo a mais, o par 21, por isso, também é conhecida como trissomia 21. A maioria das pessoas com o problema apresenta a denominada trissomia 21 simples, o que significa que um cromossomo extra está presente em todas as células do organismo, devido a um erro na separação dos cromossomos 21 em uma das células dos pais. Este fenômeno é conhecido trissomia simples ou não-disjunção. Existem mecanismos que levam à ocorrência da trissomia do cromossomo 21: mosaicismo, que ocorre quando a trissomia está presente somente em algumas células e, por translocação, quando o cromossomo 21 está unido a outro cromossomo.

Segundo a doutora, pessoas com Síndrome de Down devem ter o acompanhamento de um médico clínico, endocrinologista, oftalmologista, otorrinolaringologista, fonoaudiólogo e terapia ocupacional. “O psicólogo também é importante, principalmente, para ajudar o paciente na passagem para a adolescência e posteriormente para a fase adulta”, afirma.

A professora explica que pessoas com Síndrome de Down podem ter filhos, porém, há uma preocupação entre os especialistas uma vez que o déficit cognitivo da pessoa com Síndrome de Down pode interferir nesse processo. “Não existe a compreensão clara das situações, pois, pelo prejuízo intelectual, eles podem não apresentar a maturidade necessária para terem um relacionamento sexual com os seus devidos cuidados, nem a percepção clara das responsabilidades de se gerar um filho”, analisa.

A especialista destaca que, quando um dos membros do casal apresenta o problema, existem 50% de chances de a criança nascer com a Síndrome. Já se o pai e a mãe tiverem a alteração, as probabilidades chegam a 80%.

No que diz respeito ao mercado de trabalho, a Dra. Sandra informa que as empresas estão abrindo espaços para eles e há relatos de pessoas que chegaram a cursar faculdade. “Há muitas oportunidades profissionais em cargos auxiliares, por exemplo, porém com algumas restrições nas atividades a serem exercidas”, conclui.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 13, em 19/3/2013. Assine nossa newsletter:http://www.fcmsantacasasp.edu.br