10 filmes que todo profissional da saúde deveria assistir

É fato que o dia a dia dos profissionais e estudantes da área da saúde é muito corrido. Para os universitários, a rotina é repleta de provas, trabalhos e as diversas obrigações acadêmicas. Já para os profissionais de saúde, os plantões, consultas e atendimentos são as atividades que consomem as horas do dia. Mas, e que tal aproveitar a dia de folga ou o final de semana para se entreter assistindo um filme que propõem reflexão sobre a profissão?

Pensando nisso, nós preparamos uma lista com 10 filmes que todos os profissionais da saúde deveriam assistir. Venha conferir!

  1. Um Estranho no Ninho (1975)

Ambientado em uma clínica psiquiátrica, o filme conta a história de Randall McMurphy, interpretado pelo legendário Jack Nicholson, um indivíduo de espírito livre que termina lá fugindo da prisão e lidera os pacientes em uma rebelião contra a equipe opressiva, chefiada pela enfermeira Ratched. O clássico do cinema aborda como a saúde mental era tratada até poucas décadas atrás: com base em medicações sedativas, castigos e rígidas regras padronizadas de tratamento. O personagem de Nicholson é internado e revoluciona a clínica psiquiátrica com sua irreverência e indisciplina melhorando até mesmo o estado de saúde dos outros internos.

  1. Tempo de Despertar (1990)

Em 1969, em Nova Iorque, o médico neurologista Malcolm Sayer, interpretado por Robin Williams, trabalha em um hospital psiquiátrico. Lá, encontram-se vários pacientes que, aparentemente, estão catatônicos. Sayer sente que eles estão só “adormecidos” e que, se forem medicados da maneira certa, poderão ser despertados. Pesquisando sobre o assunto, ele chega à conclusão de que os pacientes sofrem de encefalite letárgica, e que a droga L-DOPA, usada em pacientes com o mal de Parkinson, poderia ser o medicamento ideal para tratá-los. Sayer é autorizado pelo diretor do hospital a submeter apenas um paciente ao novo tratamento; ele escolhe Leonard Lowe (Robert De Niro), que estava “adormecido” há décadas. O filme nos mostra a importância da assistência humana dos profissionais de saúde com seus pacientes e de que forma essa humanidade pode mudar a todos, inclusive quem a pratica.

  1. Um Golpe do Destino (1991)

Cirurgião de sucesso, Jack Mckee é completamente desconectado emocionalmente de sua família e das pessoas que opera. Ao desenvolver um tumor maligno, ele começa a ver a vida da perspectiva de um paciente. Jack conhece uma mulher fatalmente doente, mas extremamente corajosa e percebe a necessidade de mostrar compaixão em sua profissão. Neste filme, é despertada a reflexão sobre a importância da relação entre médico e paciente.

  1. O Óleo de Lorenzo (1992)

Um drama real na vida de um pai e uma mãe que lutam para salvar a vida de seu filho. Augusto e Michaela Odone são pegos pelo destino: Lorenzo de cinco anos de idade é diagnosticado com uma rara e incurável doença, mas a persistência da família e sua fé os leva para a cura, salvando seu filho e mudando a história da medicina.

  1. Patch Adams – O Amor é Contagioso (1998)

Patch Adams descobre que o humor e o carinho podem fazer maravilhas e ajudar a curar pessoas hospitalizadas, mas suas ideias entram em conflito com os defensores da medicina tradicional. Este é outro grande clássico da área médica que possui o ator Robin Williams como personagem principal.

  1. Quase Deuses (2004)

Vivien Thomas, um negro na década de 30, é contratado como faxineiro mas acaba ajudando o Dr. Alfred Blalock em uma investigação médica. O problema é que o racismo não permite a entrada de Thomas na universidade, mas como ele é indispensável para o êxito do projeto, sua entrada é permitida contanto que somente Blalock receba as honras. Este filme, baseado em fatos reais, mostra a pesquisa e como foi a primeira cirurgia de coração do mundo.

  1. Mar Adentro (2004)

Rámon sofreu um acidente que o deixou paralisado e preso a uma cama por boa parte de sua vida. Cansado, ele luta pelo direito de dar fim à sua existência e entra em conflito com a sociedade, a Igreja e sua família. Filme traz uma reflexão importante a todos os profissionais da saúde: a eutanásia.

  1. O Escafandro e a Borboleta (2007)

Aos 43 anos de idade, o editor-chefe da revista Elle, Jean-Dominique Bauby, tem um derrame devastador que o deixa paralisado e dependente, algo frustrante para um homem conhecido por aproveitar demasiadamente a vida. A única coisa capaz de mover é o olho esquerdo. Então ele aprende a se comunicar piscando e escreve um livro de memórias. O filme nos apresenta mais sobre a neurofisiologia e sobre a Síndrome do Encarceramento, rara doença chamada em que os movimentos do corpo inteiro são paralisados, mas as faculdades mentais se mantêm intactas.

  1. Mãos Talentosas – A história de Ben Carson (2009)

 O Dr. Ben Carson, neurocirurgião de fama mundial, tem origem humilde e protestante em Detroit. Ele torna-se diretor do Centro de Neurologia Pediátrica do Hospital Universitário Johns Hopkins, em Baltimore, nos Estados Unidos, aos 33 anos. Uma inspiradora história de superação da pobreza e busca pela perfeição na carreira médica.

  1. O Físico (2013)

Ainda criança, Rob vê sua mãe morrer em decorrência da doença do lado. O garoto cresce sob os cuidados de Bader, conhecido como “barbeiro-cirurgião”, que promete curar doenças. Ao crescer, Rob acumula todos os conhecimentos de Bader sobre cuidar de pessoas doentes, mas ele sonha em saber mais. Rob descobre então, que na Pérsia há um médico famoso, responsável por administrar um hospital. Para aprender com ele, Rob faz uma longa viagem rumo à Ásia, a fim de aprender a exercer a Medicina, em pleno século XI.

Gostou das nossas dicas? Agora é só preparar a pipoca e aproveitar!

 

Mestrado Profissional em Comunicação Humana da FCMSCSP: pioneirismo e inovação

mestrado-profissional-comunicacao-humana-faculdade-santa-casaAté o dia 27/7, quinta-feira, estão abertas as inscrições para o Mestrado Profissional em Comunicação Humana da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. O programa, pioneiro no estado de São Paulo, tem como principais objetivos preparar profissionais de saúde para a utilização da investigação científica como ferramenta no aprimoramento do trabalho e qualificá-los para desenvolver e conhecer métodos e técnicas inovadoras com aplicabilidade em equipamentos de saúde, na perspectiva da prevenção e tratamento nas áreas que envolvam a comunicação humana.

Paula Lavaisséri

Paula Lavaisséri

Prova de que o programa capacita profissionais e traz iniciativas inovadoras para o mercado, no início de 2016, uma pesquisa do Mestrado Profissional da FCMSCSP, desenvolveu um protótipo de aplicativo para cuidados vocais. A pesquisadora Paula Lavaissiéri, desenvolveu o aplicativo Q-Voz, fruto de sua dissertação de Mestrado “Cuidados vocais: protótipo de aplicativo para dispositivos móveis”.

O aplicativo Q-Voz oferece ferramentas para a organização pessoal, gerenciamento daQ-Voz App reabilitação vocal e material informativo sobre os cuidados relacionados: agenda de técnicas e hábitos vocais, gravador de voz, câmera de vídeo, temporizador, bloco de anotações, gráficos e premiações virtuais pelo desempenho, informativo sobre cuidados vocais e manual de instruções. O app deve ser instalado no smartphone do paciente e configurado pelo fonoaudiólogo nas sessões terapêuticas, com base em suas necessidades pessoais.

PERÍODO E PERIODICIDADE
O tempo de integralização do curso será de no mínimo 18 e no máximo 24 meses, incluindo-se neste período, disciplinas obrigatórias e optativas, e atividades orientadas de pesquisa para elaboração do trabalho de conclusão de curso. As disciplinas e as atividades do curso ocorrem às quintas-feiras à tarde; às sextas-feiras (manhã e tarde) e, eventualmente, aos sábados.

Serviço
Inscreva-se aqui: Mestrado Profissional em Saúde da Comunicação Humana
Coordenação: Prof.ª Dra. Kátia de Almeida
Vagas: 25
Prazo para inscrições: até 27 de julho de 2017

 

FCMSCSP realiza o 9º Encontro de Ética em Enfermagem

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Prof.ª Dra. Maria Angela Reppetto, curso de Graduação de Enfermagem da FCMSCSP

Com o objetivo de envolver estudantes e profissionais da área de saúde em um processo de reflexão sobre a humanização da assistência de enfermagem como uma prática ética, o curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo realiza no dia 26 de agosto, sábado, o 9º Encontro de Ética em Enfermagem.

A importância dos assuntos discutidos para o público-alvo do encontro, de acordo com a Dra. Maria Ângela Reppetto, professora do curso de Graduação em Enfermagem da FCMSCSP e coordenadora do evento está em oferecer subsídios para discussão sobre as boas práticas de enfermagem e os aspectos éticos na assistência, ensino e pesquisa. Dentre os temas que serão abordados no evento, estão a importância do sigilo profissional na prática da assistência de enfermagem e a ética em pesquisa em seres humanos.

“Minha expectativa é que o encontro conte muitos participantes entre professores, alunos e enfermeiros para enriquecer discussão dos temas que serão apresentados e que, além disso, contribua para a prática profissional de enfermeiros”, afirma a professora.

Serviço
9º Encontro de Ética em Enfermagem
Organização: Curso de Graduação em Enfermagem da FCMSCSP
Local: Auditório Prof. Dr. Cristiano Altenfelder – 4º andar – Novo Prédio
Data e horário: 26 de agosto de 2017, sábado, das 7h às 13h00
Inscrições no local

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 115, em 18/7/2017. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.  

Albinismo precisa ser acompanhado desde a infância

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Idealizadores do Programa Pró-Albino, Dr. Marcus Maia, professor da disciplina de Dermatologia da FCMSCSP e a Dra. Carolina Marçon, dermatologista

O albinismo é uma desordem genética associada à deficiência da melanina, pigmento que dá cor à pele, aos cabelos e aos olhos e tem a função de proteger a pele contra a radiação solar. Indivíduos portadores de albinismo têm, portanto, pele clara – pela ausência da melanina – extremamente sensível e suscetível ao câncer da pele, além de problemas oculares que são bem específicos e característicos, como a fotofobia, o estrabismo, entre outros.

De acordo com a Dra. Carolina Marçon, dermatologista e uma das idealizadoras do Programa Pró-Albino, como as pessoas portadoras de albinismo não têm a produção de melanina, elas têm uma pele completamente desprotegida que requer diversos cuidados. “A melanina é um pigmento que quando recebe a radiação na pele, tem um estímulo para a produção e forma uma espécie de ‘capinha’ ao redor do núcleo da célula, que tem a função de proteger o DNA contra o dano causado pela radiação. Desta forma, é fundamental no paciente albino a proteção solar. Eles não podem, de jeito nenhum, se expor nos horários entre 10h e 16h. Em outros horários, é necessária a proteção solar, com o uso do protetor solar ou com o uso de roupas com tecido apropriado que impede a radiação de atingir a pele”, comenta.

A dermatologista explica ainda que essa proteção deve ser feita desde a infância da pessoa com albinismo, uma vez que a falta de cuidado pode acarretar em uma série de problemas na vida adulta: “A proteção é fundamental porque o dano vai se acumulando e, na vida adulta, começa a se manifestar. Se a proteção for feita desde a infância, evitando a exposição ao sol, é possível chegar à idade adulta com a pele completamente saudável.”

Além disso, pessoas portadoras de albinismo também devem fazer a suplementação de vitamina D, já que 90% da vitamina vêm da exposição ao sol. “Outra questão importante é a oftalmológica. Se diagnosticada na infância, uma criança albina tem a possibilidade de um desenvolvimento estudantil normal. Hoje existem vários tratamentos para adequar essa criança com deficiência visual ao ambiente”, ressalta a Dra. Carolina.

Programa Pró-Albino

Com o objetivo de prevenir, diagnosticar, tratar e acompanhar os pacientes com albinismo, foi implantado o programa Pró-Albino na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. O projeto faz uma abordagem multidisciplinar do albinismo, que é contemplada por equipe de dermatologistas, oftalmologistas, psicólogos e uma assistente social.

Segundo o Dr. Marcus Maia, professor da disciplina de Dermatologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e também idealizador do programa, a ideia de criar o Pró-Albino, a princípio, veio da importância de realizar o diagnóstico precoce do câncer de pele.

“Os pacientes albinos chegavam aqui com câncer extremamente avançado e, alguns casos mais graves, até perdíamos alguns pacientes em função desse câncer. Chegamos à conclusão, portanto, que precisaríamos fazer esse acompanhamento no albino bebê. O problema do albino é muito maior do que a gente imagina. E a única forma de ajudá-los é incluí-los socialmente na saúde, na educação e na profissão. Isso nos estimulou a criar uma política de inclusão social para este grupo”, afirma.

“Nosso trabalho, principalmente por acompanharmos muitas crianças, é muito gratificante, pois conseguimos impedir que coisas graves aconteçam e que essa criança cresça com qualidade de vida”, afirma a Dra. Carolina.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 115, em 18/7/2017. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.  

 

Pós-graduação em Medicina Hiperbárica tem inscrições abertas até 12 de setembro

Especializacao-Medicina-Hiperbarica-Faculdade-Santa-CasaA Medicina Hiperbárica está regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina desde 1995 e dedica-se ao estudo dos efeitos do aumento da pressão barométrica (hiperbarismo) sobre o ser humano, incluindo os efeitos terapêuticos do oxigênio hiperbárico e os problemas relacionados ao mergulho e ao trabalho em ambiente pressurizado. Estes últimos tem normatização do Ministério do Trabalho, a qual exige que a avaliação médica de trabalhadores e de candidatos a trabalho em ambiente hiperbárico e de mergulhadores profissionais deve ter formação específica, não bastando o título de médico do trabalho.

De acordo com a coordenação do curso de Pós-graduação em Medicina Hiperbárica da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, o curso tem como objetivos a capacitação do aluno para realizar a avaliação de trabalhadores e de candidatos a trabalho em ambiente pressurizado, realizar os exames médicos direcionados aos mergulhadores, reconhecer e tratar os problemas do mergulho e indicar e orientar o uso do oxigênio hiperbárico.

Além disso, no programa serão abordados pontos importantes do uso seguro de equipamentos hiperbáricos e de mergulho, propiciando uma ferramenta indispensável ao profissional médico que atende candidatos a mergulhador ou mergulhadores profissionais e recreativos, e trabalhadores que exercem atividades em ambiente pressurizado, bem como aos médicos que trabalham ou pretendem trabalhar em serviços médicos hiperbáricos. “Deste modo, além de abordar os aspectos fisiológicos e clínicos do oxigênio hiperbárico, este curso fornecerá ao aluno a formação fundamental para atuar com segurança na avaliação e apoio a mergulhadores e trabalhadores submetidos ao hiperbarismo”, afirma a coordenação.

Serviço
Inscreva-se aqui: Medicina Hiperbárica
Coordenação Técnica: Prof. Eduardo Vinhaes
Vagas: 30
Prazo para inscrições: até 12 de setembro de 2017
Carga horária total: 400 horas
Duração: 12 meses
Horário: Quinzenalmente às sextas-feiras e aos sábados (aulas teóricas e práticas): Sextas-feiras: das 19h às 23h00 Sábados: das 8h às 12h e das 13h às 17h00
Investimento total: 12 parcelas mensais de R$ 1.500,00

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 115, em 18/7/2017. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.  

Catarata é uma das principais causas de cegueira no mundo, segundo OMS

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Prof.ª Dra. Maria Auxiliadora Monteiro Frazão, oftalmologista e professora da FCMSCSP

Caracterizada pela opacidade do cristalino – estrutura que funciona como uma lente dentro dos olhos e  responsável pela focalização da imagem para longe e perto – a catarata é uma das principais causas de cegueira no mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde.

As causas para o desenvolvimento da catarata são várias, sendo mais comum a catarata senil, decorrente do processo natural do envelhecimento e surge, em geral, após os 60 anos. “Vale ressaltar que outros fatores como diabetes, catarata traumática, inflamações intraoculares e uso de corticoide por tempo prolongado podem desencadear o processo mais precocemente”, afirma a Dra. Maria Auxiliadora Monteiro Frazão, oftalmologista professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e diretora do Departamento de Oftalmologia da Irmandade da Santa Casa de São Paulo.

Outro tipo de catarata é a congênita. Geralmente observada ao nascimento, é decorrente de doenças adquiridas pela mãe durante a gestação, mais frequentemente as infecciosas e pode estar acompanhada de outras alterações sistêmicas.

O principal sintoma da catarata é o embaçamento progressivo da visão. Essa perda de visão vai aumentando à medida que a catarata fica mais madura, podendo levar o paciente à cegueira. “O tratamento da catarata é realizado por meio de cirurgia, quando é retirado e substituído o cristalino opaco por uma lente intraocular com o objetivo de restabelecimento da visão, portanto a catarata é uma causa de cegueira reversível, diferente de outras doenças como, por exemplo, o glaucoma, explica a oftalmologista.

Além disso, com o avanço das técnicas para a cirurgia de catarata, a Dra. Maria Auxiliadora explica que a recuperação dos pacientes tem sido cada vez mais rápida e tranquila: “Hoje a técnica mais realizada para a extração da catarata é a facoemulcificação, com uso de ultrassom, em que a abertura do olho é de milímetros, sem necessidade de pontos em quase todos os pacientes e implante de lentes intraoculares dobráveis. Como essas lentes são cada vez mais compatíveis com a anatomia e fisiologia do olho, a recuperação, tanto da visão como do paciente, está muito mais rápida.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 114, em 4/7/2017. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.  

Pós-graduação da FCMSCSP qualifica enfermeiros para atuar com Saúde Mental

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Prof.ª Mestra Juliana Elena Ruiz, coordenadora do curso de Pós-graduação em Enfermagem Psiquiátrica e Saúde Mental

A atenção em saúde mental no Brasil, nas últimas três décadas, tem passado por mudanças de paradigma assistenciais iniciadas com a Reforma Psiquiátrica. Diante desse cenário, percebe-se claramente a importância e a exigência por melhores qualificações e de capacitação dos profissionais que trabalham com saúde mental.

A fim de suprir a demanda de enfermeiros em busca de qualificação e formar profissionais especializados para que tenham conhecimento de suas responsabilidades no cuidado da saúde, no processo de reabilitação psicossocial e para que permitam aprimorar suas competências para atuar na rede de saúde mental, a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo oferta o curso de Pós-graduação em Enfermagem Psiquiátrica e Saúde Mental.

Como diferencial, a especialização se destaca no mercado principalmente por proporcionar aos alunos, cerca de 100 horas destinadas a atividades práticas e visitas técnicas em serviços e equipamentos variados: “Isso permite que os alunos vivenciem e conheçam a rede de atenção à saúde mental, uma vez que as atribuições do enfermeiro psiquiátrico passam por mudanças significativas enquanto campo de atuação e prática profissional”, conta a Mestra Juliana Elena Ruiz, professora e coordenadora do programa.

Serviço
Inscreva-se aqui: Enfermagem Psiquiátrica e Saúde Mental
Coordenação: Prof.ª Mestra Juliana Elena Ruiz
Vagas: 20
Prazo para inscrições: até 17 de julho de 2017
Carga horária total: 430 horas
Duração: 18 meses
Horário: Quinzenalmente: às terças-feiras, das 14h às 20h, e aos sábados, das 8h às 16h00
Investimento total: 18 parcelas mensais de R$ 470,00.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 114, em 4/7/2017. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.