Faculdade Santa Casa de SP recebe visita de professor da Icahn School of Medicine at Mount Sinai

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Participantes do Building Bridges Medical Education & Anatomical Sciences – Brazil & USA

No dia 7 de novembro de 2015, a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo sediou o evento internacional Building Bridges Medical Education & Anatomical Sciences – Brazil & USA.

Realizado na cidade de São Paulo e destinado a todos os profissionais da área da saúde e, em especial, aos estudantes de medicina, fonoaudiologia, enfermagem, residentes de neurocirurgia, de cirurgia de cabeça e pescoço e otorrinolaringologia, o encontro foi um marco para o Departamento de Morfologia da FCMSCSP e contou com a presença do Prof. Dr. Osmar Monte, vice-diretor da FCMSCSP, representando a diretoria da Instituição.

“Todos que estavam presentes puderam aprender e discutir sobre anatomia, genética, educação médica, evolução humana e intercâmbio Brasil/Estados Unidos. O Prof. Dr. Jeffrey T. Laitman, por meio de seu vasto conhecimento e sua fala clara e objetiva, mostrou como a anatomia e a evolução caminham juntas e se complementam. Ele nos encheu de energia quando falou como trabalha tais temas com seus alunos da Icahn School of Medicine at Mount Sinai, em Nova York”, explica a Dra. Mirna Duarte Barros, chefe do Departamento de Morfologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e coordenadora do evento, juntamente com a Dra. Daniella Curcio, professora da Faculdade e pós-doutoranda no Laboratório do Prof. Dr. Laitman.

Entre os principais momentos do Building Bridges, a Dra. Mirna Barros aponta: “o Prof. Dr. Luiz Alonso, ex-aluno do curso de Graduação em Medicina da FCMSCSP, geneticista e especialista do desenvolvimento de malformações craniofaciais, chefe do Departamento de Anatomia da Unifesp e professor da Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein, falou de genética, anatomia, aconselhamento genético e relação com o paciente, usando as craniosinostoses, objeto de estudo de sua linha de pesquisa, apresentando as informações mais atualizadas da área”, ressalta.

Coordenaram os painéis de discussão os professores Antonio Cardoso Pinto, Bianca Maria Liquidato; Denival Soares Galdeano e Vivian Alessandra Silva, do Departamento de Morfologia. “Contamos com a valiosa contribuição do Dr. Wagner Montor, professor do Departamento de Ciências Fisiológicas da FCMSCSP, representando o Núcleo de Relações Internacionais (NRI) da Instituição e mostrando o quanto a FCMSCSP já caminhou nas relações internacionais, levando nossos alunos para estágios em instituições de renome e recebendo alunos de fora”, comenta a Dra. Mirna Barros.

Durante o evento, o Prof. Dr. Richard Halti Cabral, Presidente da Sociedade Brasileira de Anatomia (SBA), instituiu o Prêmio Prof. Dr. Jeffrey T. Laitman, destinado aos membros da SBA que contribuíram para o estreitamento das relações científicas, médicas e educacionais entre Brasil e EUA na área de Anatomia. Foram agraciadas com tal Prêmio as doutoras Daniella F. Curcio e Mirna D. Barros, organizadoras do evento.

Seguindo o objetivo principal do evento – construir pontes entre a FCMSCSP e a Icahn School –, o Dr. Valdir Golin e o Dr. Osmar Monte, respectivamente, diretor e vice-diretor da FCMSCSP e o Dr. José Eduardo Lutaif Dolci, diretor do curso de Graduação em Medicina da FCMSCSP, receberam em reunião o Prof. Dr. Jeffrey Laitman, juntamente com as doutoras Mirna Duarte Barros e Daniella F. Curcio, organizadoras do evento. “Em breve, os frutos deste contato e deste aprendizado poderão ser partilhados por todos”, finaliza a Dra. Mirna Barros.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 78, em 24/11/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

12ª Edição do Programa Expedições Científicas e Assistenciais da FCMSCSP (PECA) acontece em Palmital

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Dr. Paulo Carrara de Castro

Em 20 de janeiro de 2016, alunos e professores da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo embarcarão para o Programa Expedições Científicas e Assistenciais da FCMSCSP. O PECA é um programa de extensão universitária, criado em 2004, no qual, durante uma semana, a população de uma cidade do estado de São Paulo recebe atendimentos na área da saúde.  “O PECA 2016 acontecerá em Palmital, entre os dias 20 e 27 de janeiro, já estivemos lá, no início de 2015. Iremos à cidade novamente porque é importante realizar uma análise do ano anterior, se o que fizemos lá foi positivo, se repercutiu na vida das pessoas, se houve mudança no quadro ou situação em que viviam”, explica o Dr. Paulo Carrara de Castro, coordenador do programa e chefe do Departamento de Saúde Coletiva da FCMSCSP.

As populações de Santo Anastácio, Narandiba, Ituverava, Itapeva, Votuporanga e São Sebastião são algumas das comunidades que já receberam o PECA. “Alguns dos critérios para a escolha da cidade são: comportar o número de pessoas participantes, em geral 250, sendo 150 alunos e o restante composto por professores, residentes e médicos. Também buscamos contemplar várias regiões do estado de São Paulo, costumávamos estudar quais precisam mais, mas todas precisam”, esclarece o Dr. Paulo Carrara.

Mantido por meio de patrocínios de hospitais, laboratórios, associações, com o apoio da FCMSCSP e de sua mantenedora, a Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho, o Programa tem como objetivo, de acordo com o Dr. Carrara, auxiliar as prefeituras e a população, no que for possível, do ponto de vista da saúde.  “Há duas frentes no programa: o atendimento clínico, realizado em uma escola da cidade escolhida, na qual montamos uma estrutura de atendimento; e mutirões de cirurgias no hospital local, que, em geral, é uma Santa Casa. Fazemos cirurgias de hérnia, vesícula, ginecológica, oftalmológica e otorrinolaringológica. Há casos mais complexos em que não realizamos e há outros que transferimos para a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo”, detalha o Dr. Carrara.

Ainda, de acordo com o coordenador do PECA, alunos, médicos e profissionais de outras instituições costumam participar da iniciativa. “Isso é combinado entre os alunos da FCMSCSP, pois eles organizam tudo. Nós, professores, apoiamos, intermediamos com as prefeituras, mas eles que fazem tudo. Acredito que isso faz com que o programa tenha o pique e motivação que ele tem. Os alunos dão valor, é um Programa reconhecido pela Faculdade e conta pontos para o desenvolvimento acadêmico.”

Para a fila de atendimento, os participantes do PECA utilizam como base a estrutura local do Sistema Único de Saúde da cidade. No início de 2015, logo no primeiro dia de atendimento, houve uma demanda de atendimento muito maior do que a esperada, sendo necessário realizar o agendamento para os outros dias. Na edição 2016, está previsto um agendamento prévio, pois o PECA busca somar o atendimento com o aprendizado aos alunos e precisa ser medido e organizado.  “O sentido fundamental do PECA é que, por meio de um programa de extensão, os alunos tenham contato com realidades diferentes daquela que eles vivenciam na FCMSCSP, localizada no centro de São Paulo. Essa é uma iniciativa oposta do que os alunos costumam vivenciar, pois deixam a realidade do centro para vivenciar o interior, aprender a se comunicar e a se relacionar com outras culturas. Isso é muito importante na área da saúde, precisa haver esse tipo de abertura de horizonte da vida, para não ficar limitado”, finaliza o Dr. Paulo Carrara.

 

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 78, em 24/11/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Lesões no joelho na prática esportiva

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Dr. Osmar Pedro Arbix de Camargo

O joelho é uma das articulações mais solicitadas durante as atividades da vida diária, que ocorre na arte, como a dança, e, principalmente, no esporte que envolve os membros inferiores, tais como corrida, salto, futebol e lutas marciais, entre outras. “Toda atividade física exige um joelho sadio, firme, estável, com boa musculatura e movimentação”, explica o Dr. Osmar Pedro Arbix de Camargo, especialista em Trauma de Joelho, vice-diretor do curso de Graduação em Medicina e professor adjunto do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Para o especialista, é primordial o acompanhamento de um educador físico ao realizar qualquer atividade física, pois são várias as lesões que podem afetar o joelho. “Em nosso aparelho locomotor, temos basicamente os músculos que são as estruturas que promovem o movimento através de sua contração quando agem nos ossos e nas articulações. Então precisamos de músculos treinados, com ligamentos e com as cartilagens articulares íntegras. E isso só é alcançado mediante treinamento progressivo e bem orientado, para que o indivíduo desenvolva um condicionamento físico compatível com o esporte que ele pratica”, adverte Dr. Camargo.

Porém, é necessário que haja limites, pois geralmente o problema que leva o atleta à lesão é o treinamento ou a atividade exagerada para chegar ao máximo de sua performance. Dr. Camargo explica que cada indivíduo tem um coeficiente de resistência individual e se ele a ultrapassa chega à zona de abuso, chamada de overuse, que corresponde a utilizar em demasia – além dos limites naturais impostos pela nossa biologia –, e ficam sujeitos a lesões.

Outro ponto de destaque é a falta do uso de sapatos adequados à prática escolhida. “Em cada atividade esportiva, é imprescindível alguns complementos. O jogador de futebol usa uma chuteira com travas para permitir uma melhor aderência ao gramado, e isso confere mais estabilidade. Quem pratica corrida, geralmente usa tênis com cravos, para dar maior aderência e evitar deslizamento. No vôlei e basquete, o indivíduo usa um tênis com amortecedores para evitar um maior impacto que possa ocasionar lesões cartilaginosas ou ligamentares”, completa.

Ainda seguindo orientações do ortopedista, de uma maneira geral, para obter condicionamento a fim de se realizar qualquer prática esportiva, o ideal é, de três a quatro vezes por semana, fazer por 40 minutos exercícios que compreendam atividades aeróbicas, alongamentos, seguidas de musculação – usando aparelhos ou não –, mas imitando todos os movimentos com carga e sem carga para ganhar força muscular e amplitude de movimentos.  “Nos idosos, não há como esquecer que se deve seguir os mesmos cuidados, mas é necessário fazer uma boa análise de sua saúde geral e fazer um treinamento antes de começar efetivamente ao esporte”, ressalta.

Quer conhecer quais são as lesões mais frequentes em cada idade e os tipos de lesões frequentes em cada esporte? Confira neste post do Blog FCMSCSP mais informações a respeito com o Prof. Dr. Osmar Pedro Arbix de Camargo.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 77, em 4/11/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Profissionais de Medicina: parabéns por esta data!

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Professores e ex-alunos da FCMSCSP lançam a 2ª edição do livro “Propedêutica Médica – da Criança ao Idoso”

Propedeutica-Medica-da Criança-ao-Idoso-2a-edicaoNo dia 1º de outubro, quinta-feira, às 11h, acontece, no Salão Nobre da Provedoria da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, o  lançamento do livro “Propedêutica Médica – da Criança ao Idoso” (2ª edição).

Destinado a profissionais da área da saúde e estudantes, a obra de 456 páginas tem sua origem no curso de Graduação de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.  Com duas seções e 18 capítulos, o título com selo da editora Atheneu é assinado por professores e ex-alunos da Faculdade: Aleksandro Belo Ferreira, Camila Bianca Lecciolle Paganini, Carlos André Minanni, Irineu Francisco Delfino Silva Massaia, José Carlos Aguiar Bonadia, Karina Moraes Kiso, Marcos Daniel Saraiva e Thiago Souza La Falce.

Local: Salão Nobre da Provedoria da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo – Rua Dr. Cesário Motta Jr., 112 – Vila Buarque, São Paulo (SP).

 

Pesquisadores do futuro: oportunidade singular para o desenvolvimento acadêmico

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Livia Maria Gruber Holland

Motivada pelo crescimento pessoal e científico que um programa de intercâmbio poderia lhe render, Livia Maria Gruber Holland, aluna do 4º ano de Graduação em Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, se candidatou a uma bolsa pelo Programa Pesquisadores do Futuro, edição 2014/2015. Acompanhe a seguir a experiência de 60 dias da futura médica no Dana-Farber Cancer Institute – Harvard Medical School.

Conectar – Como foi essa experiência e o que lhe acrescentou?
Lívia – Brevemente, posso contar que foi uma experiência fantástica em que aprendi o quanto a tecnologia e a infraestrutura adequadas podem facilitar o exercício da pesquisa científica e da Medicina, sem substituir a dedicação para aprender e ensinar, para trabalhar em grupo, e sem substituir o contato humanizado com o paciente em que impere a comunicação e o respeito. Também aprendi muito sobre o peso da ética em um ambiente de pesquisa e hospitalar.

Conectar – Durante os meses em que participou do programa, qual foi o maior desafio que enfrentou? Como você lidou com ele?
Lívia – O maior desafio foi tentar viver à altura da oportunidade que me foi confiada. Tal responsabilidade implicava uma dedicação intensa a minha pesquisa e constante manutenção de uma imagem acadêmica a fim de assegurar uma oportunidade semelhante para os alunos dos anos seguintes. A cobrança pessoal pode preocupar até o momento em que você percebe que basta acreditar no seu potencial e usá-lo com dedicação, pois os frutos serão positivos.

Conectar – Como você definiria o Programa Pesquisadores do Futuro?
Lívia – Trata-se de um programa que promove o intercâmbio acadêmico com instituições estrangeiras consagradas pela produção de conhecimento. Em um período de dois meses, o aluno participante tem a oportunidade de diversificar a sua formação acadêmica, edificando o profissional que ele será no futuro.

Conectar – Para os colegas que venham a passar por essa experiência, o que você recomendaria?
Lívia – Recomendo que tenham a curiosidade e a coragem para usufruir todas as vantagens que o intercâmbio tem a oferecer. Não só academicamente, mas também no sentido de conhecer pessoas, formar laços, provar comidas diferentes, praticar a língua nativa, explorar os costumes e aprender muito sobre como, sim, você é capaz de sobreviver morando fora do Brasil.

Conectar – Há algo que não perguntamos sobre a experiência ou sobre a iniciativa que acha interessante descrever?
Lívia – Acho interessante comentar que o “Pesquisadores do Futuro” depende de um esforço mútuo, tanto do estudante quanto da instituição que o recebe, ou seja, o profissional envolvido também escolheu participar do programa: ele tem interesse em ensinar, em enriquecer a experiência do aluno visitante. Assim, embora o aluno pense que embarcou em uma viagem sozinho, ele contará com pessoas dispostas a ajudá-lo e a orientá-lo o tempo todo.

No próximo boletim

Rodrigo Salmeron de Toledo Aguiar, aluno do 4º ano de Graduação em Medicina, conta como foi sua experiência de pesquisa e ensino no St. Michael´s Hospital, University of Toronto, a maior universidade do Canadá. Confira!

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 74, em 22/9/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

26/9 – Dia Nacional do Surdo

Confira neste vídeo, produzido para lembrar o dia 26/9, data que marca o Dia Nacional do Surdo, a importância de se aprender a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, para profissionais da área de saúde.

Participaram desta iniciativa a Mestra Sylvia Lia Grespan Neves, professora de Libras, Dra. Ana Luiza Navas, diretora do curso de Graduação em Fonoaudiologia, e alunos dos cursos de Graduação em Medicina, Enfermagem e Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Professores da FCMSCSP participam da adaptação do livro “Endocrinologia Pediátrica”

4-edição-endocrinologia-pediatricaA diabetes é uma das doenças endócrino-metabólicas mais comuns na infância. Os casos entre crianças aumentam em todo o mundo e aproximadamente 78 mil menores de até 15 anos desenvolvem a patologia, todos os anos, segundo a Federação Internacional de Diabetes. Para ajudar especialistas no diagnóstico e tratamento de uma série de distúrbios como este, a Elsevier lança no Brasil a 4ª edição de Endocrinologia Pediátrica, do professor de pediatria da Escola de Medicina da Universidade de Pittsburgh, Mark A. Sperling.

Para a adaptação do livro à realidade do país, a obra contou com a colaboração de profissionais de vários países, representantes de laboratórios avançados e com carreiras clínicas ativas, além de médicos brasileiros de renomadas instituições de ensino e saúde, como os professores Dr. Carlos Longui e Dra. Cristiane Kochi, do Departamento de Ciências Fisiológicas da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

O objetivo é estabelecer uma ponte entre o progresso crescente na ciência biomédica, com pesquisa das doenças, causas e meios de tratá-las, e a prática clínica de endocrinologia pediátrica.

Estudantes, profissionais atentos às necessidades de atualização e pesquisadores vão se beneficiar de informações sobre as mudanças na área ocorridas nos últimos cinco anos. Já as novidades sobre diabetes incluem a descoberta da betatrofina, que regula a massa de células, e a iminente aplicação dos chamados “sistemas de circuito fechado”, como o pâncreas artificial, para o tratamento de crianças com diabetes melittus tipo 1 (bombas de infusão de insulina, integradas a um sistema de monitoramento contínuo de glicose, que reduzem os períodos de hipoglicemia dos pacientes em comparação ao sistema de administração de insulina tradicional).

O livro está dividido em seções, com visão geral e evolução histórica da especialidade e seus aspectos pediátricos originais, uma revisão de princípios da endocrinologia molecular e genética, e os métodos utilizados para compreender, investigar e tratar os pacientes.

Seminário “Modelagem de doenças e o projeto A Fada do Dente” na FCMSCSP

seminario-ciencias-fisiologicas-da-fcmscspNo dia 14 de setembro, segunda-feira, o Departamento de Ciências Fisiológicas da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo receberá, das 12h, às 13h30, a Prof.ª Dra. Patrícia Cristina Baleeiro Beltrão Braga, da Universidade de São Paulo (USP), que apresentará o seminário “Modelagem de doenças e o projeto A Fada do Dente”.
Especializada em cultura de células, incluindo células-tronco pluripotentes induzidas, Vetores Virais e Biologia Molecular, Dra. Patrícia Cristina é responsável pelo projeto “A Fada do Dente”, estudo que discute os mecanismo envolvidos no autismo e por outros projetos no Laboratório de Células-tronco da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP.

Destinado a alunos, professores da FCMSCSP e médicos da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo,  o evento será realizado no auditório Orlando Jorge Aidar – Sala 19 ( Rua Dr. Cesário Motta Jr. 112 – Vila Buarque – São Paulo | SP).

Pesquisa de alunos da FCMSCSP fica em 1º lugar no 31º Congresso Brasileiro de Cirurgia

31º Congresso Brasileiro de Cirurgia.Significativa nas instituições de ensino superior, a pesquisa científica auxilia o aluno a ter uma visão mais ampla daquilo que se propõe a estudar e investigar. Com dedicação, esse estudo pode vir a dar mais visibilidade ao pesquisador junto ao mundo acadêmico. Na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, isso não é diferente, diversos grupos de estudos são formados, utilizando-se de diferentes abordagens e linhas de investigação, sob a coordenação dos professores da FCMSCSP.  Os grupos e suas respectivas pesquisas são incluídas na base do Diretório de grupos de Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Para os alunos, do curso de Graduação em Medicina da FCMSCSP, Joyce Francisco, do 6º ano, Camilla Bilac Oliari e Juliano Mangini Dias Malpaga, ambos do 5º ano, a dedicação à pesquisa já apresenta seus primeiros resultados com o trabalho Indicadores de lesões intra-abdominais em vítimas de trauma fechado admitidas sem dor abdominal ou alterações no exame físico do abdômen, que foi premiado com o 1º lugar no 31º Congresso Brasileiro de Cirurgia. “A delegação da FCMSCSP foi a maior no evento; levamos 16 alunos que já faziam parte de grupos de estudos da Faculdade, dos quais o Prof. Dr. José Gustavo Parreira, outros professores e eu fomos os responsáveis pela coordenação. Sempre os estimulamos a inscreverem seus trabalhos e a Faculdade ajudou, neste caso, custeando a inscrição deles no Congresso e liberando os alunos de suas atividades”, explica o Dr. Tércio de Campos,professor adjunto do departamento de Cirurgia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

O evento que ocorreu, entre os dias 2 e 5 de agosto, em Curitiba (PR), reuniu estudantes e profissionais da área cirúrgica de todo o país.  “Foram cerca de 2 mil trabalhos inscritos com temas livres, deste total 42 foram apresentados e 4 eram da FCMSCSP, sendo dois na área de trauma e dois focados no serviço de emergência”, acrescenta o Dr. José Gustavo Parreira, professor assistente do departamento de cirurgia da FCMSCSP e coordenador do trabalho vencedor.

Os dois professores ressaltam que a conquista trouxe entusiasmo para os alunos, pois a chance é muito pequena em um evento deste porte, acaba sendo muito concorrido, e isso é um grande estímulo para os próximos passos, completam.

Vale ressaltar que os autores da pesquisa receberam um certificado de melhor trabalho do Congresso, foram representados pela aluna Joyce Francisco que apresentou o trabalho no Congresso. Além do prêmio, três trabalhos de alunos do curso de Graduação em Medicina da FCMSCSP receberam menção honrosa no evento: Análise das Lesões intra-abdominais “ocultas” em vítimas de Trauma Fechado; Avaliação prospectiva da falência e função orgânica de 168 pacientes com pancreatite aguda em um único centro universitário; Alcoolização por ecoendoscopia de hemangioma gigante intra-abdominal: nova técnica de tratamento.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 72, em 25/8/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.