2ª Semana de Radiologia da FCMSCSP: inscrições abertas

semana_da_radiologia_faculdade_santa_casa_de_spA Diretoria dos Cursos de Graduação em Tecnologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo realizará nos dias 10, 11 e 12 de novembro de 2016, quinta, sexta-feira e sábado, a 2ª Semana de Radiologia. Com inscrições abertas até o dia 9 de novembro, quarta-feira, o evento discutirá o tema: “Acompanhando a Evolução Tecnológica, Agregando Novos Saberes”.

O evento é destinado aos tecnólogos em Radiologia e demais profissionais da área da saúde e tem a coordenação dos professores Bergman Nelson Sanchez Muñoz, Erik da Silva Lima e Leandro Nobeschi, da FCMSCSP.

Data e horário:
Dia 10/11, quinta-feira, das 19h às 22h40; dia 11/11, sexta-feira, das 19h às 22h40; e 12/11, sábado, das 9h às 13h00.

Local:
Auditório Dr. Christiano Altenfelder – Novo Prédio da FCMSCSP
Rua Dr. Cesário Motta Junior, 112, 4º andar, Vila Buarque, São Paulo (SP)

Inscrições:

  • Alunos de Graduação da FCMSCSP: gratuito;
  • Alunos de Graduação Tecnológica da FCMSCSP: gratuito;
  • Alunos de Pós-graduação da FCMSCSP: 40 reais
  • Ex-alunos da FCMSCSP: 50 reais
  • Alunos de Graduação de outras instituições: 60 reais
  • Associados a instituições parceiras: 75 reais
  • Demais participantes: 100 reais

Para conhecer a programação e se inscrever, acesse a página oficial da 2ª Semana de Radiologia “Acompanhando a Evolução Tecnológica, Agregando Novos Saberes”.

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Dislexia: esclareça dúvidas sobre o distúrbio

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Prof.ª Dra. Ana Luiza Navas, diretora do curso de Graduação em Fonoaudiologia da FCMSCSP

De acordo com estudos internacionais, a dislexia, distúrbio de herança genética que afeta o aprendizado da leitura e da escrita, afeta cerca de 4% da população mundial, estimada atualmente em 7,2 bilhões de pessoas. Em prol da Semana Internacional da Dislexia, que ocorreu entre 5 e 12 de outubro de 2016, a Dra. Ana Luiza Navas, diretora do curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, esclarece dúvidas sobre o distúrbio, que atinge crianças e adultos. Segundo a professora, em todas as fases da vida escolar e até profissional haverá necessidade de apoio especializado, adaptações educacionais, além do apoio de amigos e familiares.

Mesmo sem cura, as manifestações da dislexia podem ser minimizadas em qualquer idade e, diferentemente do que prega o senso comum, não ocorrem só na infância, mas também na vida adulta. É quando a pessoa deve encarar, além do distúrbio, o mercado de trabalho. “A dislexia é geralmente associada ao período da infância, quando começa o aprendizado da leitura e escrita. De fato, a alfabetização é um período de descobertas e é comum que, neste período, as crianças demonstrem os primeiros sintomas, principalmente a partir dos 8 anos de idade. No entanto, na vida adulta, o disléxico enfrenta desafios em dobro. Um deles é superar as dificuldades impostas pelo distúrbio e os diversos obstáculos que o mercado de trabalho impõe”, comenta a Dra. Ana Navas.

Para que o adulto disléxico consiga tirar o melhor proveito da vida profissional, o tratamento deve ter início na infância, na manifestação dos primeiros sintomas, e contar com o apoio da família, professores e profissionais capacitados, como o fonoaudiólogo. “Em casa, é um erro comum os pais acharem que as crianças estão com preguiça ou fazendo ‘corpo mole’ quando apresentam dificuldades para ler ou escrever, e as deixam de castigo. Caso o filho apresente os primeiros sintomas, é importante que um profissional especializado, como o fonoaudiólogo, neuropediatra ou o neuropsicólogo faça os primeiros testes para verificar se há dislexia”, complementa.

“Nas salas de aula, a sensibilidade dos professores é muito importante. A falta dela pode levar a diagnósticos precipitados e até ao afastamento social de quem sofre com o distúrbio. Em países mais desenvolvidos, como Inglaterra, Estados Unidos e Canadá, tanto no Ensino Médio como no Ensino Superior, há programas especiais para alunos disléxicos. Lá eles podem gravar as aulas e ouvir o conteúdo novamente em casa, ter horários flexíveis e adaptações na grade de estudos. No Brasil, ainda temos um longo caminho a trilhar neste sentido”, pontua a professora.

“Com o disléxico, é importante que educadores utilizem métodos de ensino que equilibrem a quantidade de informação transmitida por escrito, com a possibilidade de gravação das aulas, para que o aluno possa ouvir novamente em casa, e uma ajuda mais visual, como mapas e gráficos, de assimilação mais fácil. É bom evitar que o aluno leia textos em voz alta nas salas de aula. Eles devem contar ainda com um tempo adicional para a elaboração de respostas em provas escritas, por exemplo”, finaliza.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 99, em 18/10/2016. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Quero estudar Radiologia. Onde fazer?

radiologia_faculdade_santa_casa_vestibular_2017A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo recebe até 28 de outubro, sexta-feira, inscrições para o Vestibular 2017 – 1º Semestre para o curso de Tecnologia em Radiologia. O programa é oferecido no período noturno e tem a duração de 3 anos.

Neste processo seletivo, os candidatos podem ingressar com apresentação do boletim Enem (acima de 450 pontos) ou como portadores de diploma (Segunda Graduação), sem a necessidade de prestarem prova presencial. Para mais informações, acesse a página do  Curso Tecnológico em Radiologia da Faculdade Santa Casa de São Paulo.

Se quiser falar diretamente com o diretor dos cursos tecnológicos e esclarecer suas dúvidas, preencha os campos abaixo:

Pós-graduação da FCMSCSP prepara psicólogos para atuação na Rede Básica de Saúde

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Flavia Fusco Barbour, coordenadora do curso de Pós-graduação em Psicologia na Rede Básica de Atenção à Saúde

Destinado a profissionais graduados em Psicologia interessados em atuar em Unidades Básicas de Saúde, a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo oferece o curso de Pós-graduação lato sensu em Psicologia na Rede Básica de Atenção à Saúde, com objetivo de habilitar o profissional para trabalhar em equipes multiprofissionais em interface com equipes da Estratégia de Saúde da Família (ESF) e Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), além de capacitar esse profissional para elaborar relatos científicos e pareceres técnicos.

De acordo com Flavia Fusco Barbour, coordenadora da especialização, o curso auxilia, principalmente, na ampliação da concepção das necessidades da população e do entendimento de saúde no Sistema Único de Saúde (SUS). “Precisamos pensar a Psicologia nesse campo de atuação com certa urgência, caso contrário, teremos uma prática não condizente com a realidade e a proposta do Sistema Único de Saúde”, explica.

Para que isso seja possível, os alunos do curso realizam o estágio em uma Unidade Básica de Saúde com Estratégia de Saúde da Família (ESF), onde o estudante tem uma ação direta com as equipes de saúde: “A ideia é que eles entendam como funciona esta rede, pois, caso contrário, a atuação do psicólogo será completamente desconectada da realidade e das práticas que vem sendo pensadas ao longo dos últimos anos”, comenta a professora. Algumas das atividades desenvolvidas pelos alunos são as reuniões de matriciamento com as equipes de Estratégia de Saúde da Família, articulação da rede de serviços e visitas institucionais, triagem em saúde mental, visitas domiciliares, entre outras.

As inscrições para o curso de Pós-graduação em Psicologia na Rede Básica de Atenção à Saúde da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo já estão abertas. Caso tenha se identificado com o curso, acesse o Portal da FCMSCSP e inscreva-se.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 99, em 18/10/2016. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Professor de Sistemas Biomédicos da FCMSCSP participa de congresso internacional

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Diego Vergaças de Sousa Carvalho, professor do curso de Graduação Tecnológica em Sistemas Biomédicos da FCMSCSP

De 26 a 29 de setembro de 2016, foi realizado o 8th World Congress on Industrial Process Tomography, organizado pela International Society for Industrial Process Tomography, na cidade de Foz do Iguaçu (PR). O Congresso teve como objetivo reunir profissionais internacionais da comunidade científica e da indústria de todo o mundo e contou com a presença de Diego Vergaças de Sousa Carvalho, professor do curso de Graduação Tecnológica em Sistemas Biomédicos da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

De acordo com o professor, essa foi uma oportunidade para trocar pontos de vista e experiências nas áreas de tecnologias de tomografia: “Foi possível acompanhar os últimos avanços na imagem dinâmica, a medição de processos industriais e escoamentos multifásicos, o uso de tomógrafos computadorizados (TC) aplicado ao exame e ensaio de produtos industriais (controle de qualidade) e os seus meios de produção”, explica.

Além disso, foram discutidos os avanços recentes em vários temas relacionados à Tomografia Computadorizada, novos avanços na instrumentação, os algoritmos de reconstrução de imagem, geradores, detectores e tomográficos sistemas de sinais, todas as contribuições recentes aplicados à instrumentação e análise de algoritmos, hardware aplicações de gestão e de tomografia industrial: “Participei neste congresso com apresentação de pôster e como ouvinte das palestras e mesas redondas e também fiz parte do comitê organizador. Durante este congresso pude ter contato com processos comparativos entre a tomografia computadorizada médica e a de uso industrial, além de processos de ressonância magnética e capacitiva. A participação no evento e os tópicos abordados serão de grande importância para o trabalho desenvolvido na FCMSCSP e para o aprimoramento dos conteúdos apresentados aos alunos em sala de aula”, conclui o Prof. Diego Carvalho.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 99, em 18/10/2016. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Exercícios físicos podem evitar a osteoporose

osmar_monte_osmar_camargo_fcmscspCaracterizada pela diminuição progressiva da massa óssea, a osteoporose geralmente se inicia na mulher após a menopausa e no homem, mais tardiamente, por meio da andropausa. Sem sintomas, a doença só pode ser diagnosticada por meio do exame chamado densitometria óssea.

De acordo com o Dr. Osmar Monte, endocrinologista, professor titular e vice-diretor da FCMSCSP, a osteoporose pode ter diversos fatores de risco, entre eles, o fator genético: “Nós começamos a formar o tecido ósseo como embriões e vamos terminar de ganhar massa óssea, por volta de 30 a 35 anos, quando atingimos o pico de massa óssea. Essa massa óssea atingida nesse pico tem relação com a genética; então, se a mãe ou pai têm osteoporose, o filho tem mais chances de desenvolver”, explica.

Quem também explica o assunto é o Dr. Osmar Pedro Arbix de Camargo, vice-diretor do curso de Graduação em Medicina e professor adjunto do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo: “A pessoa com osteoporose tem seus ossos enfraquecidos e sujeitos a fraturas que são, muitas vezes, espontâneas. A mínima sobrecarga pode levar ao aparecimento de traços de fraturas completos ou incompletos.”

Segundo o Dr. Osmar Monte, a prevenção da osteoporose começa desde o nascimento. Uma ingestão adequada de cálcio encontrado no leite e seus derivados, a presença da vitamina D que também é importante, e de outros hormônios que também aumentam a massa óssea como paratormônio e o hormônio de crescimento. “Se o indivíduo tiver uma vida saudável, se ele for normal e tiver uma nutrição correta, uma ingestão adequada de cálcio, ele vai atingir o pico genético da massa óssea”, conta.

Outra forma importante de prevenção da osteoporose é a atividade física, de acordo com os médicos: “O osso responde com o aumento da massa óssea, quando ele é submetido a impacto. O esporte acarreta impacto ósseo e isso é um estímulo para o osso aumentar a sua massa óssea”, conta o Dr. Osmar Monte. “Quando a pessoa idosa faz exercícios aeróbicos, de alongamento e de musculação suaves, os ossos vão se fortalecendo. Então é importantíssimo que todo idoso tenha um programa de exercício, de recondicionamento físico adaptado à idade”, reforça o Dr. Osmar Camargo.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 99, em 18/10/2016. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Areguá! O reencontro emocionante da Turma I de Medicina da FCMSCSP

i_turma_medicina_fcmscspSábado, 15/10, foi um dia de muita emoção. Nessa data, em que também se celebra o Dia do Professor, a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo recebeu verdadeiros mestres, egressos ilustres que tiveram o privilégio de ver nascer o curso de Graduação em Medicina da FCMSCSP. Adjetivos para descrever o momento desse encontro não faltariam. E a principal certeza que pudemos ter é que a Turma I continua assim: alegre, espontânea e saudosa. Afinal, a cada abraço, um sentimento indescritível de uma saudade que já durava 48 anos revelando o desejo de relembrar fatos marcantes da época de estudantes e de colocar a conversa em dia.

Seria impossível resumir a trajetória de cada ex-aluno aqui. Afinal, os egressos da Turma I continuam sempre por perto atuando, por exemplo, como professores na FCMSCSP e em outras instituições por todo o país, como é o caso da Dra. Tomie Umeda, ginecologista, que veio de Carajás, no Pará, para o encontro com os ex-colegas e que comemora a evolução vista na Faculdade: “Eu levei cinco horas para chegar em São Paulo, mas valeu muito a pena por ver os antigos colegas e a nova Faculdade, que não via desde a minha formação. Nós vemos como a tecnologia e o tempo mudam tudo, hoje as salas são completamente diferentes e bem mais bonitas. Mas, acima de tudo, é muito bom poder matar a saudade dos colegas.”

De acordo com o Dr. Wanderley Tadeu Sokolowski, que atua como pediatra, o reencontro causa uma sensação única. “Nós temos muita satisfação em encontrar pessoas que fizeram parte da nossa juventude, com quem convivemos durante seis anos. Nós passamos uma parte importante da nossa vida aqui, fizemos grandes amizades e é muito gostoso rever isso e ver que estão todos muito bem”, comemora.

Para o Dr. Luiz Gastão Mange Rosenfeld, especialista em hematologia e em patologia clínica e presidente do Centro de Hematologia de São Paulo (CHSP), para os que estão atuando em outras instituições, é muito bom estar de volta à Faculdade. “É extremamente importante e satisfatória a sensação de reencontrar os colegas”, conta.

encontro_02O Prof. Dr. Roberto Mitiaki Endo, que também passou a maior parte de sua vida entre a FCMSCSP e a ISCMSP, relembra os bons momentos no tempo da Graduação: “A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo quebrou muitos tabus. Nós fomos pioneiros em muitas coisas. A estrutura que nós tínhamos aqui era sonhada pelas outras faculdades e nós continuamos sendo modelo para outras Instituições”.

Segundo a Prof.ª Dra. Lygia Silveira, ex-aluna e professora do Departamento de Saúde Coletiva da FCMSCSP, que já completou 53 anos – desde que se formou – na Faculdade e na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (ISCMSP), o afeto e o carinho criados pela Instituição sempre foram mais fortes, principalmente por fazer parte da primeira turma do curso de Graduação em Medicina da FCMSCSP: “Eu sempre estive aqui e nunca quis sair. Isso eu aprendi com uma colega que me dizia ‘vista a camisa e não tire’. É uma delícia ver todo mundo reunido, ver o carinho que as pessoas têm umas pelas outras. Isso é peculiar de pessoas da nossa idade e da nossa profissão, que é muito humanista. Essa Instituição cria na gente um sentimento que é difícil de expressar, quem está aqui dentro sabe”, declara a professora.

Quem compartilha desta paixão pela FCMSCSP é o Prof. Dr. Osmar Pedro Arbix de Camargo, membro da Diretoria da FCMSCSP: “Esse reencontro nos traz conforto pelas realizações de todos esses anos e reforça o amor por essa Instituição. Tudo isso aqui faz parte da nossa vida. Eu me sinto aqui melhor do que eu me sentiria em qualquer outro lugar do mundo. Esse é o lugar onde nós nos realizamos e todos nós compartilhamos do mesmo desejo, que é ver essa Instituição progredindo sempre e alargando continuamente o seu prestígio”, afirma.

Para o Prof. Dr. Moacyr Fucs, também professor da FCMSCSP, reencontrar esses colegas e poder apresentar a eles a Faculdade de hoje, é um sentimento muito forte: “Estou encontrando aqui colegas que eu não via há 48 anos, desde que nós nos formamos. O comparecimento foi muito grande e nós já estamos inclusive programando a nossa festa de formatura de 50 anos, em 2018”, comenta o professor

Confira alguns momentos desse encontro neste álbum da Turma I, em fotos registradas no dia 15/10.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 99, em 18/10/2016. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.