Cursos de Pós-graduação da FCMSCSP: inscrições abertas

Se você buspeca-facebookca uma especialização como forma de se manter atualizado com o mercado e ainda pretende dar um novo impulso à sua carreira, a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo vai ajudá-lo a alcançar seus objetivos. Em 2016, terão início novas turmas em diversas áreas de conhecimento nos cursos de Pós-graduação lato sensu oferecidos pela FCMSCSP. As inscrições já estão abertas e os programas têm duração de 15 ou 18 meses, de acordo com o curso escolhido.

Todas as especializações contam com docentes que possuem ampla experiência nas áreas de atuação envolvidas e também com o trabalho de experientes coordenadores que asseguram programas de pós-graduação sempre atuais. Conheça, na relação a seguir, todos os cursos que já estão recebendo inscrições no Portal FCMSCSP.

Clique sobre o nome do curso para conferir mais detalhes.

Seminário “Estudos bioquímicos e moleculares em transtornos mentais” na FCMSCSP

Prof.ª Miriamn Akemi Furuie Hayashi

Prof.ª Mirian Akemi Furuie Hayashi

No próximo dia 28 de março, segunda-feira, das 12h às 13h30, o Departamento de Ciências Fisiológicas da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo promoverá o seminário “Estudos bioquímicos e moleculares em transtornos mentais”. A palestrante convidada será Mirian Akemi Furuie Hayashi, professora adjunta do Departamento de Farmacologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

O evento acontecerá no Complexo Zeferino Veloso – Sala 5 – Rua Dr. Cesário Motta Jr., 112 – Vila Buarque – São Paulo (SP). Não é necessário realizar inscrição prévia.

Novos cursos de atualização na FCMSCSP

A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo conta com dois novos cursos de atualização: Pesquisa Clínica e Medical Science Liaison (MSL) e Bioequivalência. Em entrevista ao Conectar, o Dr. Charles Schmidt, professor à frente da coordenação, comenta a proposta desses cursos. Confira!

Dr. Charles Schmidt, coordenador dos novos cursos de atualização da FCMSCSP

Dr. Charles Schmidt, coordenador dos novos cursos de atualização da FCMSCSP

Conectar: O que é um Medical Science Liaison (MSL)?
Charles Schmidt: Medical Science Liaison (MSL) não é uma profissão tão nova, desde a década de 60 ela existia nos EUA, mas é recente no Brasil. O MSL é um profissional que se iniciou como um representante que detinha um conhecimento mais amplo na área de saúde e que fazia a interface com o médico para falar sobre produtos médicos e medicamentos de forma mais científica e específica, para tratar do que nós chamamos de off label, ou seja,daquilo que não está escrito na bula.

Conectar: O curso de Pesquisa Clínica e Medical Science Liaison é estruturado em módulos. Por quê?
Charles Schmidt: O curso é dividido em módulos justamente para atender o perfil dos profissionais que já atuam na área: pessoas que viajam muito e não têm tanta disponibilidade. Dessa forma, é possível adequar a rotina de estudos à dinâmica do trabalho. Essa estrutura também permite o ingresso do profissional da área da saúde que deseje entrar nesse segmento de mercado, pois há módulos que oferecem diferentes tipos de aprofundamento.

Conectar: Qual é o diferencial desse curso?
Charles Schmidt: Buscamos conversar com os próprios MSLs e convidar as pessoas que trabalham na área para criar a cultura brasileira de MSLs, tendo em vista que o profissional da área de MSL precisa estar preparado para enfrentar questões relacionadas à ética, compliance da indústria, conhecer legislação, ou seja, não é mais um simples representante, até por que uma das atividades do MSL é incentivar o desenvolvimento de uma pesquisa clínica. Nesse sentido, buscamos contemplar todas essas questões no desenvolvimento do curso e dar ferramentas para que o profissional de MSL possa exercer a profissão, indo além do treinamento que ele receberia da empresa onde atua.

Conectar: Sobre o curso de Bioequivalência, qual é o objetivo?
Charles Schmidt: O curso de Bioequivalência é voltado ao estudo dos medicamentos genéricos e para todos os profissionais da área da saúde que tratam do assunto, mas que não tiveram chance de aprofundar tal conhecimento. Quem trabalha em farmácia ou tem formação na área farmacêutica passa por cadeiras básicas, segue para área de laboratório ou farmacêutica clínica, mas esse profissional pode não ter tido muito contato com a área de Bioequivalência.

A proposta da FCMSCSP é a de formar profissionais para o mercado, oferecendo qualidade e certificação.

Serviço: 

Novos cursos de Atualização da FCMSCSP
Pesquisa Clínica e Medical Science Liaison (MSL) – Módulo 2: inscrições até 29/3
Bioequivalência: inscrições a partir de 1º/4 até 18/4

Para mais informações, acesse: www.fcmsantacasasp.edu.br.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 84, em 22/3/2016. Assine nossa newsletter: www.fcmsantacasasp.edu.br.

 

Esclerose múltipla: entenda os sintomas e tratamentos

Dr. Charles Peter Tilbery, professor titular do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e coordenador do Centro de Atendimento e Tratamento da Esclerose Múltipla da Santa Casa (Catem)

Dr. Charles Peter Tilbery, professor titular do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e coordenador do Centro de Atendimento e Tratamento da Esclerose Múltipla da Santa Casa de SP (Catem)

De acordo com o Ministério da Saúde, a esclerose múltipla atinge cerca de 2 milhões de pessoas no mundo e mais de 30 mil brasileiros. Mais comum em mulheres entre 15 e 30 anos, a doença é autoimune e atinge o sistema nervoso central, o que afeta os sentimentos e movimentos.

Segundo o Dr. Charles Peter Tilbery, professor titular do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e coordenador do Centro de Atendimento e Tratamento da Esclerose Múltipla da Santa Casa de São Paulo (Catem), a esclerose múltipla compromete a bainha de mielina (membrana que envolve e isola os axônios – fibras nervosas responsáveis pela condução dos impulsos elétricos – no cérebro, medula espinhal e nervos ópticos). “Como a função desta estrutura é garantir a transmissão do impulso elétrico pelo sistema nervoso central, sua lesão causa lentidão nesta transmissão responsável pelos sintomas”, afirma.

Dr. Tilbery explica ainda que os sintomas da esclerose múltipla podem ser muito variáveis de paciente para paciente: “Os mais comuns são alterações visuais, incoordenação motora e alterações sensitivas em parte do corpo, porém o extenso diagnóstico diferencial exige exames para confirmação, principalmente ressonância magnética e exame do líquido cefalorraqueano”, comenta.

Em relação à necessidade de transplante de células-tronco ou quimioterapia, o professor titular da FCMSCSP afirma ainda que esses são tratamentos indicados em poucos casos, quando o tratamento convencional falha, ou em formas iniciais graves. É importante ressaltar que a esclerose múltipla é uma doença crônica e não tem cura. No entanto, se forem adequadamente medicados, os pacientes levam uma vida normal.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 83, em 8/3/2016. Assine nossa newsletter: www.fcmsantacasasp.edu.br.

Envelhecimento na síndrome de Down: inclusão e desafios

O dia 21 de marçProf.ª Sandra Pireso marca, anualmente, o Dia Internacional da síndrome de Down. O objetivo da data é, principalmente, mostrar a importância da luta das pessoas com síndrome de Down e também a dos pais, amigos e parentes, para que tenham direitos iguais e que sejam inclusos na sociedade.

De acordo a Dra. Sandra Cristina Fonseca Pires, professora instrutora do curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, inclusão social vai além de questões como inserção escolar. “É entender como trabalhar e atingir uma funcionalidade do indivíduo, do ponto de vista fonoaudiológico, promover a comunicação e proporcionar qualidade de interação e relacionamentos, o que é essencial para o desenvolvimento saudável das pessoas”, afirma.

Se a inclusão social para uma pessoa jovem com síndrome de Down já pode ser um desafio, essa situação se torna ainda mais difícil quando se atinge o envelhecimento. Isso porque, segundo a Dra. Sandra, há uma carência de oportunidades nessas fases da vida. “Sejam oportunidades consideradas de inclusão regular ou atividades que agrupem pessoas com SD, o que também se faz necessário uma vez que a identificação de grupo é também importante”, complementa.

Ainda no que diz respeito à inclusão social, principalmente no envelhecimento, a professora ressalta ainda que incluir é permitir que a pessoa esteja ativa e se relacione, o que contribui na motivação e condição para um melhor desenvolvimento e envelhecimento do indivíduo. “Incluir é respeitar, não é igualar ninguém a nenhum padrão, mas respeitar as diferenças e olhar o potencial de cada um”, pontua.

Para marcar a data, o curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo realiza nos dias 17 e 18 de março, quinta e sexta-feira, o “3º Encontro de Atenção à síndrome de Down”. O evento, que é aberto ao público, acontecerá das 17h às 20h, no Auditório Dr. Christiano Altenfelder (Novo Prédio), na rua Dr. Cesário Motta Júnior, 112, Vila Buarque – São Paulo (SP).

Sobre as expectativas para o encontro, Dra. Sandra comenta que será possível incentivar ideias novas, além de evidenciar o Circolando, projeto voltado para a estimulação e o trabalho da pessoa com SD. “Esperamos ter um olhar mais amplo de cada participante no tratamento da pessoa com SD, além de propiciar aprendizados específicos”, finaliza.

As inscrições devem ser feitas pelo site do encontro – https://goo.gl/Sm0kgo – e o investimento é de 20 reais para interessados que tenham vínculo com a Faculdade Santa Casa de São Paulo ou com a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, e 25 reais para o público em geral.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 83, em 8/3/2016. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.