Pesquisadores do Futuro: anseio de estudar em renomadas instituições internacionais

Victor Minari Campos, aluno do 3º ano do curso de Graduação em Medicina

Victor Minari Campos, aluno de Graduação em Medicina da FCMSCSP

Com enorme interesse na área cirúrgica, especialmente em trauma, Victor Minari Campos, aluno do 3º ano do curso de Graduação em Medicina, concorreu a uma vaga no programa de intercâmbio Pesquisadores do Futuro administrado pelo Núcleo de Relações Internacionais (NRI) da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Em um breve bate-papo, o futuro médico relembra como foi estudar, por 60 dias, no St. Michael´s Hospital, University of Toronto, a maior universidade do Canadá.  Confira!

Conectar – Pode nos contar, brevemente, como foi essa experiência de intercâmbio?

Victor – Essa experiência foi muito enriquecedora para minha formação, porque fui exposto a uma realidade muito diferente da que vivemos no Brasil. As condições de trabalho e de pesquisa no Canadá são excelentes e devem servir de exemplo para nós. Tive a oportunidade de ajudar cirurgiões em suas linhas de pesquisa e de acompanhar como o serviço de trauma funciona no St. Michael´s Hospital, hospital filiado à Universidade de Toronto. Dessa forma, aprendi muito sobre trauma e sobre como a pesquisa deve ser feita para que se alcancem os melhores resultados. Além disso, o programa foi uma excelente oportunidade de melhorar meu inglês, o que considero muito importante na formação médica, especialmente na área de pesquisa.

Conectar – Durante os meses que ficou no programa, qual foi o maior desafio que enfrentou? Como você lidou com ele?

Victor – O maior desafio foi conciliar todas as atividades que tínhamos no estágio. Havia muitos textos para ler, reuniões diárias com os cirurgiões, residentes e atividades práticas. Foi importante que eu tivesse organização e força de vontade para lidar com tantos compromissos, o que possibilitou que eu aproveitasse o estágio ao máximo.

Conectar – Como você definiria o Programa Pesquisadores do Futuro?

Victor – O Programa é uma ótima oportunidade de fazer pesquisa em centros de ponta e de acompanhar como a medicina é praticada nesses lugares, sem contar o fato de que a experiência de viver fora do país amadurece e contribui com seu inglês.

Conectar – Para os alunos que venham a passar por essa experiência, o que você recomendaria?

Victor – Recomendo que meus colegas tenham organização e força de vontade para aproveitar o estágio ao máximo, o que com certeza renderá frutos.

No próximo boletim
Rafael Deyrmandjian Rosalino, aluno do 3º ano de Graduação em Medicina, conta como foi estudar na Yale University, em Connecticut, a mais antiga instituição dos EUA.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 72, em 25/8/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

 

Docentes da FCMSCSP recebem o título de Professor Titular

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Da esq. p/ dir.: Prof.ª Dra. Ligia Andrade da Silva Telles Mathias, Prof. Dr. Carlos Sérgio Chiattone, Prof. Dr. Paulo Roberto Lazarini e Prof. Dr. José Carlos Esteves Veiga.

Nesta sexta-feira, 28 de agosto, os professores Carlos Sérgio Chiattone, José Carlos Esteves Veiga, Ligia Andrade da Silva Telles Mathias, Patrícia Maria de Moraes Barros Fucs e Paulo Roberto Lazarini receberam o título de Professor Titular da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, em solenidade realizada no auditório Prof. Dr. Emilio Athié.

A mesa de abertura da Cerimônia Solene de Titulação Acadêmica de novos Professores Titulares da FCMSCSP foi composta pelos doutores Paulo de Azeredo Passos Candelaria, Eng. José Cândido de Freitas Júnior, Valdir Golin, Décio Cassiani Altimari e José Luiz Lutaif Dolci. O Prof. Dr. Wilson Luiz Sanvito homenageou os novos professores titulares da Instituição, ressaltando a responsabilidade e o marco que a titulação representa na carreira dos docentes.

Na ocasião, estiveram presentes autoridades da Faculdade e da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, além de amigos e familiares dos novos Professores Titulares da FCMSCSP.

“A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo me escolheu”

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João Carlos Chazanas

João Carlos Chazanas, ex-aluno do curso de Graduação em Medicina da FCMSCSP, é otorrinolaringologista, diretor social da Associação dos ex-alunos da Santa Casa de São Paulo (Aeasc) e fala ao Conectar sobre a relação que mantém até hoje com os colegas de turma, com a Faculdade, e como a Instituição contribui para o seu desenvolvimento profissional.

Conectar: Como foi sua escolha para a Medicina?
João: Muito difícil de lhe dizer, foi meio que natural, com certa influência do meu irmão mais velho que estudava medicina. Mas acho que desde o primeiro colegial era carreira que eu gostava e queria seguir, acredito que tinha uma imagem diferente de hoje em dia.

Conectar: Quando decidiu que faria o curso na FCMSCSP?

João: Na verdade, foi a Faculdade que me escolheu. A FCMSCSP sempre foi uma instituição de renome, desde a sua fundação em 1960, porque tem grandes professores, grandes profissionais, tem uma grande estrutura. Foi uma felicidade incomensurável meu ingresso.

Conectar: Por que optou por Otorrinolaringologia?
João: Quando comecei o 6º ano, queria uma carreira que fosse mista: cirúrgica e clínica. Passei no estágio da Otorrino, já tinha passado no 4º ano e passei novamente, desde então tive contato com a especialidade. A Faculdade tinha e tem até hoje um Departamento de Otorrinolaringologia que é muito bem estruturado, muito forte, e isso também pesou.

Conectar: Hoje, qual a sua relação com a Faculdade?
João: Tenho uma ligação muito forte com a Instituição, faço parte da Associação dos ex-alunos. A FCMSCSP é uma família. Na profissão da gente isso não é tão difícil de acontecer, porque são grupos pequenos, passamos muito tempo juntos, período integral. Quando entramos, já sentimos a diferença, ao menos era assim quando entrei pela primeira vez na Faculdade, há 36 anos. Não tem aula sobre isso, ninguém te ensina.

Conectar: Como funciona a Aeasc?
João: A Associação dos ex-alunos da Santa Casa de São Paulo tem por objetivo manter a nossa estrutura, a história, a nossa família. Toda família, por maior que seja, tem aqueles que você se relaciona mais e os que se relaciona menos, mas todos vestem a mesma camisa e empunham a mesma bandeira. Nós tínhamos um objetivo nobre que era a manutenção de uma área, desapropriada pela prefeitura, para a prática de esporte e reunião social na Barra Funda, isso unia a nossa diretoria, mas infelizmente nós perdemos o espaço. Antigamente, bem no início, quando fundamos a Aeasc, ajudei minimamente, mas apoiei o pessoal mais velho, que participava de reuniões semanais, depois mensais. A associação é relativamente atuante na sua área, sem interesse político nenhum.

Conectar: Já pensou em voltar para a Faculdade?
João: A relação com a Santa Casa é de amor à camisa, isso tem tão pouco e tem diminuindo tanto no mundo. Sempre me cerquei do melhor, os melhores da turma são meus amigos, tenho vontade de voltar, para fazer uma assistência voluntária, ajudar na formação dos alunos, dentro do que eu sei fazer. Eu iria. Sinto falta, é uma questão de tempo para eu voltar para um ambiente que é como a extensão da minha casa.

Conectar: Quais dicas você daria para quem deseja cursar Medicina?
João: Bom, hoje em dia, a pessoa que entra nessa profissão tem que ter mais paixão ainda e respeito pelos mestres. Meu conselho seria: valorize a Instituição que você está entrando, dê valor que você dá para a sua casa. Certamente há outras instituições importantes, mas a FCMSCSP faz parte do hospital-escola mais antigo do estado de São Paulo, tem uma raiz, tem história, exemplos de vida, tem que valorizar.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 72, em 25/8/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Medicina FCMSCSP é tricampeã no 11º Desafio Fleury

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Dr. José Eduardo Lutaif Dolci, diretor do curso de graduação em Medicina, Dr. Valdir Golin, diretor da Faculdade e alunos do 6º ano de Medicina, vencedores do 11º Desafio Fleury

Participante desde a primeira edição do Desafio Fleury, a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo venceu a décima primeira edição realizada no dia 22 de agosto, sábado.  Com o feito, a Faculdade, que já conquistou o primeiro lugar em duas outras oportunidades, em 2005 e 2006, sagrou-se tricampeã.

A gincana
Sendo representada por 11 alunos do 6º ano de curso de Graduação em Medicina, conforme definido pelo regulamento da gincana cultural, a equipe da FCMSCSP se organizou com três alunos previamente selecionados que, por meio de um tablet, respondiam via voto eletrônico às perguntas sobre medicina diagnóstica elaboradas por assessores médicos do Fleury Medicina e Saúde.  “O Guilherme de Abreu Pereira, a Bruna Natalia Freire Ribeiro e o Alexandre Eiji Kayano foram escolhidos – e muito bem – para nos representarem. No local do evento, eles ficavam na frente em cabines e não viam as demais equipes, somente a nós, que formávamos a plateia. Mesmo assim, não podíamos nos comunicar com eles”, acrescentam os participantes.
Dividida em etapas, a gincana apresentava 15 questões na primeira fase, sem tema específico. Após a pergunta ser realizada, os três representantes da frente conversavam e davam uma resposta que valia 100 pontos, enquanto isso os outros alunos, denominados “plateia”, com palms na mão, a cada término de um turno de perguntas, respondiam simultaneamente e podiam contribuir, pois a plateia com mais pontuação em números absolutos davam 200 pontos para equipe. Na plateia da FCMSCSP, o grupo foi formado pelos alunos Albert Salviano dos Santos, Brunno Pereira Batalha, Eduardo Figueiredo de Castro, Gabriela Akinaga Kock, Joyce Francisco, Ozeas Alves de Noronha Jr., Rafael Vilela Jorge Elias e Vitor Augusto Petrilli Mazon.
Na segunda fase, a plateia podia ajudar conquistando 400 pontos e os três representantes podiam apostar, sem prévia de perguntas, somente com o tema, de 100 a 500 pontos.  E havia por fim, quatro questões de desempate utilizadas no final. “Nós não sabíamos a pergunta que seria feita; somente o tema ao qual a questão estaria relacionada. Como não tinha parcial de resultados, era como uma aposta no escuro, já que poderíamos estar mil pontos a frente ou mil pontos atrás”, detalham.
A conquista

Os futuros médicos contam ainda que, em conversa com alunos que já tinham representado a FCMSCSP em anos anteriores, todos diziam que a preparação corresponderia aos conhecimentos da formação médica e, claro, somada a um pouco de sorte. “Devemos reconhecer e dar os parabéns a esta equipe, pois conseguiram mobilizar a todos nesta iniciativa e demonstrar o quanto são comprometidos e unidos. É uma conquista especial para a Faculdade, que cumpre continuamente a missão de preparar muito bem os alunos da Instituição”, conclui Dr. Valdir Golin, diretor da FCMSCSP.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 72, em 25/8/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Portas Abertas: oportunidade de conhecer o tradicional curso de Medicina da FCMSCSP

No dia 25/8, terça-feira, a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo recebeu mais uma edição do Portas Abertas. Na ocasião, vestibulandos e estudantes tiveram a  oportunidade de visitar complexo hospitalar e as instalações da Faculdade e de conhecer mais sobre o tradicional curso de Graduação em Medicina da Instituição, por meio de palestras com professores como a Dra. Ligia Andrade da Silva Telles Mathias  e o diretor do curso, Dr. José Eduardo Lutaif Dolci. Realização: Departamento Científico Manoel de Abreu (DCMA).

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Da esquerda para a direita: diretor do curso de graduação em Medicina, Dr. José Eduardo Lutaif Dolci, Dra. Ligia Andrade da Silva Telles Mathias e membros do Departamento Científico Manoel de Abreu (DCMA)

 
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Amamentar: “Um ato de amor”

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Mestra Lenir Honorio Soares

Parte natural da vida de muitas mulheres e seus filhos, o aleitamento materno ou a amamentação até o sexto mês de vida do bebê pode evitar, anualmente, mais de 1,3 milhão de mortes de crianças menores de cinco anos, de acordo com estudos publicados, em 2008, pela Lancet (revista científica do Reino Unido, uma das mais importantes publicações na área médica).

“O leite materno contém nutrientes necessários e em quantidades adequadas para o bebê. Na sua composição cerca de 150 substâncias diferentes se reúnem para oferecer energia, proteção, além de colaborarem no desenvolvimento e maturação de alguns sistemas como: imunológico, funcionando como uma vacina natural, que não substitui o calendário de vacinação, digestório e neurológico do recém-nascido”, explica a Mestra Lenir Honorio Soares, professora das disciplinas de Enfermagem Obstétrica e Ginecológica e coordenadora do curso de Pós-graduação em Enfermagem Obstétrica da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

A especialista considera ainda que o leite materno, nos seis primeiros meses de vida da criança,atende às necessidades nutritivas do bebê e promove crescimento e desenvolvimento adequado, não sendo necessário introduzir nenhum outro alimento na dieta do bebê e que o ato traz também benefícios para a mulher como segurança, reduzindo a ansiedade, além de contribuir na recuperação do útero, fazendo com que o órgão tenha uma boa retração, diminuindo o sangramento e o risco de hemorragias e anemia pós-parto. “Também ajuda na redução do peso, queimando calorias, e minimiza o risco de desenvolver, no futuro, câncer de mama, ovários, doenças cardiovasculares e diabetes. E o mais importante é que a amamentação estabelece o vínculo afetivo entre a criança e a mãe”, completa Lenir que ressalta a importância da mulher manter uma dieta alimentar equilibrada durante o período da amamentação.

Desconforto e dor são as reclamações mais comuns entre as mães. “A dor é decorrente do abocanhar incorreto do bebê no ato. A solução é colocar o corpo da criança alinhado ao corpo da mãe, barriga com barriga. A pega correta significa colocar na boca do bebê o mamilo e o máximo possível da aréola, o queixo do bebê deve tocar a mama e o lábio inferior deve ficar virado para fora e as bochechas arredondadas, o famoso “boquinha de peixe”, e a sucção deve ser lenta e profunda”, ensina.

Quanto aos produtos indicados para ajudar na hora de amamentar, a professora é taxativa: “esses produtos se chamam amor e dedicação. As mães vão ter sucesso. Em casos de problemas como os descritos acima, elas devem ser acompanhadas por profissionais que assistem ao binômio mãe-filho, pois, muitas vezes, a manutenção da amamentação é o resultado da nossa boa atuação”, finaliza.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 72, em 25/8/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo vence Desafio Fleury

Alunos do 6º ano do curso de Graduação em Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo venceram o 11º Desafio Fleury, uma iniciativa que tem como objetivo compartilhar o conhecimento médico por meio de uma gincana interativa entre estudantes de cursos de Medicina. Ao todo, participaram 9 instituições de ensino superior no encontro realizado no sábado, dia 22/8.

Mais detalhes dessa conquista estará no próximo Boletim Conectar da FCMSCSP que circula nesta terça-feira, dia 25/8. Cadastre-se no Portal FCMSCSP e receba a nossa newsletter.

Campeões do Desafio Fleury 2015: 1º lugar é conquistado pelos estudantes de Medicina da FCMSCSP

Campeões do Desafio Fleury 2015: 1º lugar é conquistado pelos estudantes de Medicina da FCMSCSP

Dr. Valdir Golin, diretor da FCMSCSP, e Dr. José Eduardo Lutaif Dolci, diretor do curso de Graduação em Medicina, recebem representantes presentes no Desafio Fleury 2015

Dr. Valdir Golin, diretor da FCMSCSP, e Dr. José Eduardo Lutaif Dolci, diretor do curso de Graduação em Medicina, recebem representantes presentes no Desafio Fleury 2015