Departamento Científico Manoel de Abreu promove curso em parceria com Instituto do Sono

Sono_02O Departamento Científico Manoel de Abreu (DCMA), da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, promove o Curso de Medicina do Sono nos dias 19 e 20 de maio, terça e quarta-feira, nos anfiteatros Prof. Dr. Emilio Athié e Paulo Augusto Ayrosa Galvão. O evento conta com a presença de pesquisadores do Instituto do Sono da Unifesp e da Escola Paulista de Medicina.

Leonardo Carneiro da Silva, aluno do curso de Graduação em Medicina e um dos representantes da diretoria de cursos do Departamento Científico, conta como é a experiência de organizar o evento. “Estou muito contente porque, durante a Faculdade, é importante o aluno realizar atividades como essa, fundamentais para nossa formação. A experiência de organizar um curso agrega muito, e acho interessante a oportunidade aqui oferecida pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo aos alunos”, afirma.

Segundo Leonardo, o evento, que conta com o apoio do Instituto do Sono, tem expectativa de participação de 150 pessoas. “O Instituto nos ajudou muito e ofereceu brindes para serem sorteados no dia. Nós contamos também com o apoio da Faculdade, por meio da Comissão Científica e do setor de Desenvolvimento Institucional”, comenta.

Durante o curso serão realizados sorteios de livros, brindes e seis vagas para visita guiada ao Instituto do Sono, com atividade na Polissonografia. “Os profissionais do Instituto do Sono são referência no Brasil e no mundo. E esse é o principal diferencial do curso, que conta com palestras ministradas por eles”, finaliza o aluno.

As inscrições podem ser realizadas no local, entre 16h45 e 17h15, desta terça-feira, 19/5. Cada participante deverá pagar a taxa de 12 reais (com CAD) ou 15 reais (sem CAD).

Confira a programação:

19 de maio de 2015, terça-feira

Das 17h30 às 18h30 – O que é Sono e Fisiologia do Sono – Dra. Camila Hirotsu
Das 18h30 às 19h00 – Coffee Break
Das 19h00 às 20h00 – Principais Distúrbios e Doenças do Sono – Dra. Lia Rita Azeredo Bittencourt

20 de maio de 2015, quarta-feira

Das 17h30 às 18h30 – Ferramentas Diagnósticas dos distúrbios do sono: a polissonografia – Lenise Jihe Kim
Das 18h30 às 19h00 – Coffee Break
Das 19h00 às 20h00 – Higiene do Sono – Dra. Ligia Mendonça Lucchesi

Local:

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo
Anfiteatros Prof. Dr. Emilio Athié e Prof. Dr. Paulo A. Ayrosa Galvão
Endereço: Rua Dr. Cesário Motta Jr., 112, Vila Buarque, São Paulo (SP)

Mais informações: tel.: (11) 3361-1129 ou marketing@dcma.com.br.


Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 65, em 5/5/2015. Assine nossa newsletter: 
http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Anemia falciforme é condição genética e pode ser diagnosticada com “teste do pezinho”

Dr. Rodolfo Delfini Cançado, clínico geral e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Dr. Rodolfo Delfini Cançado, clínico geral e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

A anemia falciforme é uma doença do sangue em que o indivíduo possui uma hemoglobina alterada ou defeituosa, chamada de hemoglobina S, que não recebe a quantidade ideal de oxigênio. Assim, há uma alteração nos glóbulos vermelhos, que deixam de ter uma forma arredondada para assumir o aspecto de foice, principal característica dificultadora da oxigenação dos tecidos.

“A anemia falciforme é uma condição genética. As pessoas não contraem o mal em virtude de alguma doença ou evento, mas recebem o gene alterado com traços falciformes do pai ou da mãe”, explica o Dr. Rodolfo Delfini Cançado, clínico geral e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Segundo o professor, os sintomas podem ser muito variados e atingem cada indivíduo de formas diferentes. “Em alguns casos, os pacientes não sentem qualquer dor e desfrutam de uma vida saudável e normal. Em outros, mais graves, pode provocar crises severas que vão desde dores ósseas, articulares, dores na barriga até infecções de repetição”, explica.

Os episódios de dor podem ser sentidos em qualquer idade pelo paciente de anemia falciforme. Estes são caracterizados também por inchaços nas mãos e pés, infecções, tonturas, dores de cabeça, desmaios, vulnerabilidade a otites, amigdalites, pneumonia, entre outros.

O diagnóstico pode ser realizado por meio de exames de sangue e, principalmente pelo ‘teste do pezinho’, realizado no nascimento da criança. Assim, em situações de crise, o Dr. Cançado recomenda o acompanhamento profissional para a indicação de medicamentos mais adequados para o controle das dores. Ele ressalta que os pais devem sempre exigir que o teste do pezinho seja feito nas crianças para que o diagnóstico e controle precoces sejam efetuados.

 

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 64, em 5/5/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Exposição “História dos esquecidos” em cartaz na Santa Casa de São Paulo

JpegSensibilizar tanto alunos, quanto profissionais de saúde do Hospital Central para a história de pessoas em situação de rua, resgatando a humanidade delas, que muita gente se esquece. Todos têm uma história de vida, sonhos, desejos, queixas e não podemos reduzi-los a uma pessoa de rua que nem sequer olhamos nos olhos”, diz Luiza Arcas, aluna do 2º ano do curso de Graduação em Medicina e atual presidente do comitê IFMSA Brazil da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, quanto à exposição “História dos esquecidos”, em cartaz na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

Composta por fotos e relatos de pessoas em situação de rua, a mostra que permanece até o dia 18/5, segunda-feira, foi idealizada pelo comitê de direitos humanos e paz da IFMSA Brazil – FCMSCSP. “Ela faz parte de uma campanha desenvolvida em três fases: a primeira consistiu em entrevistar 30 moradores de rua durante a Macarronada Social do Projeto de Integração dos Primeiro-anistas (PIPA) no Largo Santa Cecília; a segunda é a exposição de fotos e histórias relatadas; e a terceira será a palestra que encerra a ação, no dia 18, às 17h, nos Anfiteatros Prof. Dr. Emilio Athié e Paulo A. Ayrosa Galvão”, completa Luiza.

Na data, ainda de acordo com a aluna, temas como Gestão Hospitalar, Drogas e Vícios e Direitos Humanos serão abordados para ressaltar a conscientização de alunos e profissionais da área da saúde. “O intuito é mostrar o que a estrutura hospitalar pode fazer por pessoas em situação de rua. Falar sobre dependência química já que esse ainda é um dos principais motivos pelos quais as pessoas saem de casa. E trazer relatos emocionantes do psicólogo social Fernando Braga da Universidade de São Paulo (USP) que fingiu ser gari por nove anos para entender como é o funcionamento da vida na rua”, elucida a futura médica que finaliza ressaltando o apoio da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo neste projeto: “O comitê local IFMSA Brazil – FCMSCSP faz parte da esfera local da IFMSA-Brazil. A Faculdade nos permite desenvolver essas ações, seja com apoio do Departamento de Comunicação e Marketing ou com o da própria Diretoria. A FCMSCSP é receptiva com os nossos projetos e tenta nos ajudar da maneira que for possível a por em prática nossos eventos”.

Depressão atinge cada vez mais crianças no Brasil

img4Um dos distúrbios que mais provoca discussões no meio científico, a depressão, também pode ser observada em crianças. Conhecida por “mal do século XXI”, o estado anormal de comportamento e a perda do interesse em atividades cotidianas podem ser sentidos na fase infantil. Porém, os sintomas podem ser diferentes da depressão apresentada por adultos, fato que muito dificultou o reconhecimento do mal nessa fase. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o transtorno já é apontado como principal causa na incapacidade de conclusão de tarefas rotineiras entre crianças e jovens de 10 a 19 anos.

“A criança que sofre de depressão pode se apresentar mais irritada, mais agitada, inquieta ou irrequieta do que habitual. Ela também pode se desinteressar pelas atividades da escola ou de lazer, parecer cansada o tempo todo e, algumas vezes, apresentar perda de sono e alterações de apetite. Esses são sintomas comuns em crianças deprimidas e bastante diferentes dos apresentados pelos adultos”, explica a Dra. Anne Maia, psiquiatra e professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Ela explica que nem sempre o quadro de depressão infantil tem relação com algum episódio estressor, mas pode acontecer sem que haja algo pontual. “É importante comentar que a depressão é multifatorial. Por isso, nem sempre é possível identificar um ponto de início do distúrbio. A ‘tendência a deprimir’ também pode ser um traço herdado”, afirma.

Para o diagnóstico é fundamental que os pais, professores e parentes mais próximos da criança observem qualquer comportamento incomum, além do desinteresse por atividades de lazer e da falta de reação frente a uma situação em que é contrariada. Assim como outros distúrbios, nessa fase, é importante que haja uma detecção precoce para evitar possíveis complicações.

“As abordagens terapêuticas para a criança deprimida devem ser as mais amplas possíveis. Com o avanço nas formulações dos antidepressivos (com menos efeitos colaterais e mais seguros), hoje o tratamento da depressão infantil já é realizado com psicoterapia e psicofarmacoterapia. Conjugadas, essas medidas comprovadamente auxiliam na melhora dos sintomas e do desempenho escolar”, explica.

Além do tratamento medicamentoso, a Dra. Anne acrescenta que o suporte familiar é indispensável na recuperação da criança. Segundo ela, esse apoio e orientação também são medidas de prevenção para eventuais recaídas ou continuidade do problema na fase adulta.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 64, em 5/5/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Infarto: exercícios aeróbicos são fundamentais para a prevenção

Dr. Luiz Antonio Rivetti, professor de cirurgia cardiovascular na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Dr. Luiz Antonio Rivetti, professor de cirurgia cardiovascular na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

O infarto do miocárdio, ou ataque do coração, é oficialmente uma das doenças cardiovasculares que mais matam no mundo. Apontado como um grande vilão na vida de muitos brasileiros, mais de 300 mil pessoas morrem anualmente no Brasil em virtude do mal, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O Dr. Luiz Antonio Rivetti, professor de cirurgia cardiovascular na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, define que o infarto está associado ao entupimento agudo de uma artéria responsável por irrigar o coração, gerando a falta de oxigenação, de nutrientes e sangue. “Com o aumento da obstrução da artéria coronária, o sintoma mais comum aparece: a dor no peito. Este é um sinal importantíssimo que certamente ocasionará o infarto” alerta.

A predominância para o aparecimento dos sintomas está fortemente ligada ao fator da faixa etária, marcando presença na transição para a terceira idade, entre 50 e 70 anos. Atualmente, também pode ser observada em pessoas mais jovens entre os 40 e 50 em função do estilo de vida.

“Entre outros fatores, o gênero sexual também pode ser apontado. Até os 60 anos de idade, o homem tem mais chances de sofrer um infarto, mas após os 70, os dois sexos têm a mesma propensão“. O professor Luiz Antonio também alerta sobre outros fatores de risco que podem ocasionar ataques cardíacos, como: o fumo, a pressão alta (hipertensão), o diabetes, a obesidade, o sedentarismo e até a predisposição genética em alguns dos casos.

Para a prevenção, o especialista indica algumas medidas:

• Alimentação balanceada e equilibrada, destacando – ingestão de proteínas, carboidratos, verduras, legumes, ovos, frutas (de 3 a 4 vezes ao dia);

• Praticar exercícios aeróbicos – Esse tipo de atividade deve ser exercida regularmente, pois auxilia na melhor oxigenação das células musculares e no elevado gasto calórico. Podem ser caminhadas, natação, ciclismo, corrida e entre outras;

• Check-up médico – É extremamente importante tornar hábito essa medida. Visitas anuais a consultórios e laboratórios médicos são indicadas para pessoas que não possuem históricos de doenças que podem ajudar a ocasionar o infarto. Para pacientes com histórico, é indicado uma adoção mais regular da medida.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 64, em 5/5/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Cerca de 10% dos brasileiros têm asma, segundo OMS

Dr. Roberto Stirbulov, pneumologista e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

Dr. Roberto Stirbulov, pneumologista e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

Caracterizada por uma inflamação crônica dos brônquios, que provoca um bloqueio no fluxo do ar e dificuldade em respirar, a asma é uma doença genética cujas crises podem se tornar mais frequentes em função da exposição ambiental.

No Brasil, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 10% da população sofre de asma em níveis que podem variar de leve a grave – quando o paciente chega à internação. Segundo o Dr. Roberto Stirbulov, pneumologista e professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, asmáticos e pessoas que sofrem de alergias respiratórias devem redobrar a atenção durante o inverno.

“A asma é uma doença extremamente variável. Os sintomas, a duração da crise e o intervalo entre as crises variam de pessoa para pessoa. O fato é que todas as doenças respiratórias se agravam durante o inverno, em virtude do tempo seco e de maior aglomeração das pessoas. Por isso, é necessário redobrar alguns cuidados nesse período do ano”, afirma o professor.

Entre os sintomas destacados estão o chiado no peito e, principalmente, a falta de ar. Ambos podem piorar em função de fatores climáticos como exposição à fumaça de cigarro, ao mofo e à poeira ou à falta de umidade do ar.

“O tratamento vai de acordo com o nível sofrido pelo paciente. Há pessoas que têm crises todos os dias, algumas todo mês, outras a cada ano. Basicamente, o tratamento é realizado com medicamentos inalatórios e, quando há crise, com os broncodilatadores. Em casos graves, a pessoa precisa ser internada na Unidade de Terapia Intensiva”, explica o Dr. Stirbulov.

Durante o inverno, o professor indica evitar, sempre que possível, aglomerações de pessoas ou permanecer por muito tempo em contato com poeira e mofo; buscar lavar roupas guardadas há muito tempo antes de usar, além de manter uma alimentação equilibrada para evitar possíveis infecções virais, mais presentes nessa época do ano.

 

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 64, em 5/5/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Música alta e muita exposição a ruídos são as principais causas das perdas auditivas

Byanka Cagnacci Buzo, fonoaudióloga e professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Byanka Cagnacci Buzo, fonoaudióloga e professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

No Brasil, cerca de 28 milhões de pessoas sofrem com algum problema auditivo, segundo dados de 2011 da Organização Mundial da Saúde (OMS). Número que é crescente, em função, sobretudo, do envelhecimento da população brasileira, de acordo com a organização.

“As perdas auditivas podem ser do tipo neurossensoriais, condutivas ou mistas. As primeiras podem ocorrer em função de exposição a ruídos intensos, traumas acústicos e idade, por exemplo. As condutivas, dentre outros motivos, ocorrem pela presença de secreção na orelha média ou perfuração na membrana timpânica. Um exemplo são as otites. Já as perdas do tipo mistas são resultantes da presença de componentes neurossensoriais e condutivos”, explica a fonoaudióloga e professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Byanka Cagnacci Buzo.

De acordo com a professora, atualmente, no caso das perdas neurossensoriais, grande parte está relacionada à exposição a sons considerados muito intensos. Seja em virtude de atividade profissional ou do mau uso de equipamentos que potencializam estes sons, tais como instrumentos musicais, caixas de retorno, fones de ouvido de celulares e aparelhos de mp3. “O interessante é que este é o único tipo de perda em que há medidas preventivas. Adolescentes e jovens estão mais suscetíveis, uma vez que têm o hábito de escutar músicas em aparelhos de mp3 em volumes muito fortes ou o fazem por muito tempo, e em lugares nos quais o ruído externo é muito forte”, afirma.

Por meio da Norma Regulamentadora nº15, o Ministério do Trabalho estabelece que o trabalhador pode ficar exposto no máximo oito horas diárias a ruídos de 85 decibéis (dB). A cada 5 dB a mais no ruído, o tempo de exposição decresce pela metade. “Por exemplo, se o ruído é medido a 90 dB, o indivíduo só pode ficar exposto por quatro horas”, explica a professora Byanka. Isso se aplica também aos níveis sonoros de música. Em ação recente realizada pelo curso de Graduação em Fonoaudiologia da FCMSCSP, no Pateo do Collegio, observamos que o nível sonoro médio dos mp3 dos jovens que foram entrevistados estava em torno de 95 dB, o que indica que eles só poderiam estar expostos a esse som por duas horas diárias.

Para prevenir a perda auditiva, a professora indica as seguintes medidas:

– Evitar utilizar o fone de ouvido em ambientes muito ruidosos, o que faz com o volume utilizado seja mais forte;
– Não ficar exposto a um volume muito forte de sons;
– Evitar ouvir música no fone de ouvido durante muitas horas por dia;
– Procurar utilizar protetores auriculares em atividades profissionais que exijam exposição ao barulho;
– Em caso de queixas auditivas, procurar orientação profissional.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 64, em 5/5/2015. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

 

Dia do Enfermeiro: 12 de maio

12 de maio - Dia do Enfermeiro FCMSCSPProfessores e alunos do curso de Graduação em ‪#‎Enfermagem‬ da FCMSCSP participam, neste momento, da Semana da Enfermagem, com a presença de convidados e ex-alunos.

As professoras Dra. Maria do Carmo Querido Avelar, diretora do curso de Graduação em Enfermagem, e Dra. Maria Lucia Alves de Sousa Costa, vice-diretora, abriram o encontro, ao lado do Dr. Valdir Golin, diretor da FCMSCSP.

Imaginologia aplicada ao Membro Inferior: inscrições até 9/6

Imaginologia aplicada ao Membro InferiorO curso de atualização em Imaginologia Aplicada ao Aparelho Locomotor: Módulo II: Membro Inferior da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo tem como objetivo tornar o aluno apto a observar exames de imagem aplicados ao aparelho locomotor, especificamente, ao membro inferior, utilizando diversos métodos de exames de imagem.

As inscrições estão abertas até o dia 9/6. Vagas limitadas. Saiba mais.

Cor e Cosmos – A Anatomia do coração humano: uma aventura estética

A Liga de Neurociências da FLiga-neurociencias-2aculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo promove, no dia 13/5, quarta-feira, a partir das 17h15, um encontro com a temática: Cor e Cosmos – A Anatomia do coração humano: uma aventura estética. O evento é aberto e será realizado no Anfiteatro Prof. Dr. Emilio Athié, na Rua Dr. Cesário Motta Jr., 112, Vila Buarque, São Paulo (SP). Estarão presentes os professores Dr. Luiz Antônio Rivetti e Dra. Carmen Lúcia Penteado Lancellotti.