Aumenta expectativa de vida de pessoas com síndrome de Down

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo realiza curso sobre o tema nos dias 20 e 21 de março, quinta e sexta-feira, das 17h às 20h, nos Anfiteatros Prof. Dr. Paulo Augusto Ayrosa Galvão e Prof. Dr. Emilio Athié

A data de 21 de março marca o Dia Internacional da síndrome de Down. De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil possui 300 mil pessoas com a alteração genética. No passado, sua expectativa de vida era, em média, de 20 anos, mas, em virtude do avanço dos tratamentos médicos, hoje existem casos de indivíduos que chegam e ultrapassam os 60 anos.

Dra. Sandra PiresDe acordo a Dra. Sandra Cristina Fonseca Pires, professora instrutora do curso de Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, uma das principais causas da morte precoce era a cardiopatia, disfunção no coração que acomete 60% dos nascidos com síndrome de Down. “Antigamente não se tinha condições de operar casos de cardiopatias que tem necessidade de intervenção no primeiro ano de vida, com o avanço tecnológico e científico, hoje essa prática é rotina e dá condições de melhor expectativa de vida. Soma-se também toda qualidade de vida que hoje se consegue promover com ações melhores na área da saúde como um todo”, afirma.

A síndrome de Down é uma alteração genética resultante da presença de um cromossomo a mais, o de número 21, por isso, também é conhecida como trissomia 21. A maioria das pessoas com o problema apresenta a denominada trissomia 21 simples, o que significa que um cromossomo extra está presente em todas as células do organismo, devido a um erro na separação dos cromossomos 21 em uma das células dos pais. Esse fenômeno é conhecido como trissomia simples ou não-disjunção. Existem outros mecanismos que levam à ocorrência da trissomia do cromossomo 21: mosaicismo, que ocorre quando a trissomia está presente somente em algumas células e, por translocação, quando o cromossomo 21 extra está unido a outro cromossomo.

Segundo a doutora, pessoas com síndrome de Down devem ter o acompanhamento de um médico clínico (pediatra), endocrinologista, oftalmologista, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, dentista, entre outras especialidades que podem ser necessárias. A reabilitação acompanhada por terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo e fisioterapeuta, quando iniciada logo nos primeiros meses, é essencial para favorecer melhores condições de vida, “não se deve esperar as dificuldades e atrasos surgirem para se pensar na intervenção”. “O psicólogo também é importante, principalmente no suporte familiar, tanto na necessidade de se reformular expectativas, como também para ajudar o paciente na passagem para a adolescência e posteriormente para a fase adulta”, diz.

A professora explica que pessoas com síndrome de Down podem ter filhos, porém, há uma preocupação entre os especialistas sobre como o déficit cognitivo da pessoa com síndrome de Down pode interferir nesse processo. “Não existe a compreensão plena das responsabilidades, pois, pelo prejuízo intelectual, eles podem não apresentar a maturidade necessária para terem um relacionamento sexual com os seus devidos cuidados, nem a percepção clara das responsabilidades de se gerar um filho”, analisa.

No que diz respeito ao mercado de trabalho, a Dra. Sandra informa que as empresas estão abrindo espaços para eles e há relatos de pessoas que chegaram a cursar faculdade. “Há muitas oportunidades profissionais, porém com algumas restrições nas atividades a serem exercidas, em muitos casos. É necessária mais divulgação e, sobretudo, investimento nessa área. Com o aumento da expectativa de vida e melhores condições de reabilitação e educação, a profissionalização é uma das maiores demandas nos dias de hoje”, conclui.

Para marcar a data, a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo realiza nos dias 20 e 21 de março, quinta e sexta-feira, o curso “Síndrome de Down: Perspectivas em Foco”. O encontro, direcionado a estudantes e profissionais da área da saúde, acontecerá das 17h às 20h, nos Anfiteatros Prof. Dr. Paulo Augusto Ayrosa Galvão e Prof. Dr. Emilio Athié, rua Dr. Cesário Motta Júnior, 112, Vila Buarque – São Paulo (SP).

As inscrições devem ser feitas pelo site www.fcmsantacasasp.edu.br e custam R$ 10,00 para interessados que tenham vínculo com a Faculdade Santa Casa de São Paulo ou com a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, e R$ 15,00 para o público em geral.

Programação:

20 de março – quinta-feira

17h Abertura
Prof.ª Dra. Sandra Cristina F. Pires, Prof.ª Dra. Carla Franchi Pinto, e Sandra Reis

17h30 Longevidade e o Papel da Cardiologia
Prof.ª Dra. Maria Lúcia Bastos Passarelli (Cardiologista Pediátrica)

18h Vínculo e Aspectos Emocionais da Adolescência e Idade Adulta
Me. Patrícia Horta (Psicóloga)

18h30 Sexualidade
Prof.ª Dra. Maria José Carvalho Sant´Anna (Pediatra – Hebiatra)

19h Coffee-break

19h30 Apresentação e Discussão com a “Galera do Click”
Jovens com síndrome de Down

20h Encerramento

21 de março – sexta-feira*
*21 de março = Dia Internacional da Síndrome de Down

17h Epigenética
Prof.ª Dra. Carla Franchi Pinto (Geneticista)

17h30 Mudanças Metabólicas
Dr. Aleksandro Belo Ferreira (Endocrinologista)

18h Comunicação e Inclusão
Prof.ª Dra. Sandra Cristina Fonseca Pires (Fonoaudióloga)

18h30 Aspectos Clínicos: Atualidades
Dra. Flávia Cristina Navarro (Pediatra – Cardiologista Pediátrica)

19h Coffee-break

19h30 Apresentações dos Integrantes da “Galera do Click”
Jovens com síndrome de Down

20h Encerramento

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 36, em 11/3/2014. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

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Ex-Santa destaca a importância de um hospital ligado ao ensino da Medicina com atividades práticas desde o primeiro ano

Dr. Irineu Massaia, professor da Faculdade Santa Casa de SPO momento de escolher uma instituição de ensino para cursar Medicina é fundamental para o futuro médico, de acordo com o Prof. Dr. Irineu Massaia. O ex-Santa relembra, nesta entrevista concedida ao Conectar, a época de sua graduação, além de compartilhar os desafios da área e como concilia suas diversas atividades, pois acumula as funções de professor assistente da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, diretor do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, presidente da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, vice-presidente da COREME (Comissão de Residência Médica) da Santa Casa de SP, assistente do Serviço de Emergência e do Departamento de Medicina.

Conectar – Por que o senhor escolheu a Medicina?
Dr. Massaia – Eu sempre gostei de saúde, bem-estar e do ambiente hospitalar. Eu queria poder ajudar as pessoas e ser médico permite isso. Entrei na Faculdade com 16 anos e, desde essa época, já tinha muito respeito e admiração pela profissão.

Conectar – Como o senhor consegue conciliar tantos cargos?
Dr. Massaia – Acredito que tudo é questão de organização e desenvolvi muito isso a partir de exemplos de grandes professores da Santa. A máxima: “Nunca deixe para amanhã o que se pode fazer hoje” deve ser seguida. A organização faz com que minha atuação profissional não atrapalhe minha vida pessoal. Considero uma das maiores virtudes de um gestor, a capacidade de montar equipes e organizá-las de maneira com que não se necessite estar sempre presente a cada passo do processo. É delegar com qualidade e cobrar resultados. Procuro desenvolver no grupo o senso de comprometimento e corresponsabilidade. Dessa forma, todos podem crescer.

Conectar – Nos desafios enfrentados, o senhor consegue aplicar o que foi aprendido na Faculdade Santa Casa de São Paulo?
Dr. Massaia – Sim, acredito que o mérito de conciliar médico, professor e gestor deve-se à filosofia da FCMSCSP que é ser ético, resiliente e bem preparado tecnicamente. Tenho como exemplos alguns profissionais como o Prof. Dr. Valdir Golin, o Prof. Dr. Carlos Aberto da Conceição Lima, o Prof. Dr. Raimundo Raffaelli Filho e o Prof. Dr. Igor Mimica.

Conectar – O senhor tinha alguma atividade extracurricular na Faculdade?
Dr. Massaia – Sim, eu sempre fui da atlética e participava de competições. Fiz atividades esportivas do primeiro ao sexto ano da graduação. Conciliei boas notas com os treinos que aconteciam todos os dias. Até ganhei medalhas quando representei a Faculdade no futebol de salão e de campo.

Conectar – Quais dicas o senhor poderia dar para aqueles que estão escolhendo uma instituição de ensino para cursar Medicina?
Dr. Massaia – Hoje e sempre, o mais importante é ter um hospital de ensino ligado à instituição e ter atividades práticas desde o primeiro ano. São poucas escolas que oferecem isso, como a Santa Casa de São Paulo. Propiciar o contato com o paciente é um grande diferencial.

Conectar – O que o senhor gostaria de dizer àqueles que estão ingressando no curso de Medicina?
Dr. Massaia – Estudar muito e procurar ter bons exemplos na vida. Outra máxima que eu sempre ressalto é: “Diga-me com quem tu andas, que eu direi quem tu és”. Essa frase vale muito também na Medicina, pois ter excelentes professores e referências pessoais ajudam bastante. Outro conselho é ficar ligado sempre ao ambiente acadêmico, o que favorece o contínuo crescimento profissional.

Conectar – Em sua opinião, quais fatores fazem do médico um bom profissional?
Dr. Massaia – Eu acredito que a atuação do médico deve ser pautada em quatro pilares: ensino, assistência, pesquisa e gestão. Esse é o alicerce do bom médico.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 36, em 11/3/2014. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

HPV: a importância da vacina

Dra. Luisa Lina Villa -  Fantástico (Rede Globo) - HPVNo domingo, dia 16/4, a Dra. Luisa Lina Villa, professora adjunta da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e coordenadora do Instituto do HPV, participou como uma das convidadas do programa Fantástico (Rede Globo). A reportagem abordou a prevenção e também esclareceu dúvidas sobre o HPV, um vírus que pode levar ao câncer de colo de útero.

Para conferir a reportagem, clique aqui.

Vacinação e ações simples podem evitar doenças de inverno e até a Influenza A (H1N1)

Dr. José Cassio de MoraisO verão está chegando ao fim e a mudança climática para o outono e inverno tende a ocasionar diversos problemas de saúde como asma, otite, bronquite, pneumonia, sinusite e resfriado. Contudo, a vacinação e a alteração dos hábitos cotidianos podem prevenir tais doenças e até aquelas mais sérias como a Influenza A (H1N1), é o que explica o Dr. José Cassio de Moraes, professor adjunto do departamento de Medicina Social da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

“No mês de abril, o Ministério da Saúde começa a distribuir a vacina contra a Influenza A e o vírus B, que causa a gripe. A composição se baseia na circulação dos vírus no Hemisfério Sul, identificados no ano anterior”, diz.

De acordo com o Dr. Moraes, a vacina é distribuída gratuitamente para crianças menores de 24 meses, idosos com mais de 60 anos, gestantes, puérperas, profissionais de saúde, população privada de liberdade e pessoas com comorbidades (diabético, com doenças de coração, do pulmão, entre outras). O professor recomenda para os demais, que possam desembolsar o valor da vacina, que também se protejam.

“A gravidade com que o vírus acomete o indivíduo depende de características, como a idade. Em grupos de risco, a doença pode vir mais forte. O quadro da gripe H1N1 pode se agravar especialmente em crianças, pacientes crônicos e idosos, além de causar a morte, sobretudo, de quem tem outros problemas como diabetes, asma e angina”, afirma.

Além da vacina, algumas ações podem prevenir as doenças de inverno tais como: evitar aglomerações, ingerir bastante líquido, não compartilhar objetos pessoais, lavar bem as mãos e evitar levá-las ao rosto, manter uma alimentação saudável e cobrir a boca e o nariz com o antebraço ou lenço descartável ao tossir ou espirrar.

“É difícil evitar lugares com muita gente, principalmente quem utiliza o transporte público. No inverno, devido ao frio, as janelas costumam ficar fechadas. Dessa forma, o melhor é tentar deixar o ambiente ventilado. Já na alimentação, quanto melhor a dieta e mais saudável a pessoa for, mais fortalecida contra os vírus ela estará”, explica.

O professor ressalta que, caso o indivíduo sinta algum sintoma dessas doenças, o indicado é sempre procurar o serviço médico.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 36, em 11/3/2014. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Um rolê no mundo adolescente

No próximo domingo, dia 16/3, será realizado o “Rolezinho da Saúde – Debatendo a fita”. O encontro, que acontece no Parque do Gato, em São Paulo (SP), visa promover a diversão com consciência e o debate sobre a vulnerabilidade dos adolescentes e cuidados com a saúde.

A realização é da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, PET-Saúde e UBS Boracea.

Rolezinho da Saúde FCMSCSP

OMS revela que 10% da população mundial se automedica ao menos uma vez no ano

Dr. Gorzoni - Faculdade Santa Casa de São PauloA automedicação é um hábito comum não apenas no Brasil. Pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que 10% da população mundial se automedica pelo menos uma vez ao ano. “Isto ocorre mesmo em países em que qualquer medicamento só é vendido com a receita médica, pois algum parente ou amigo pode dar o que restou de um remédio que consumiu. Há também quem compre em outros países onde são liberados, ou adquire no comércio ilegal, fato que pode ser muito perigoso à saúde”, afirma o Dr. Milton Gorzoni, professor adjunto de Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

No Brasil, as grandes drogarias têm espaços para medicamentos que podem ser vendidos sem receita médica. É o caso de remédios para gases, dores e febre em geral, quadro gripal, entre outros. “Estes são liberados porque devem sanar os sintomas em dois ou três dias após a ingestão. Mas, vale o alerta: caso não apresente melhoras, o médico deve ser consultado”, enfatiza Gorzoni.

De acordo com o especialista, o paciente sempre precisa informar ao médico quais foram os sintomas e os remédios ingeridos e, inclusive, se faz uso de medicações contínuas. “Esta é a regra número um. Na dúvida, para não correr o risco de esquecer os nomes, leve as embalagens. Até mesmo vitaminas, fitoterápicos e homeopatias devem ser relatados. Não contar a verdade pode causar problemas como reações adversas, dependendo do que será receitado, além de mascarar ou revelar um sintoma que não existe”, alerta.

O médico acrescenta que há casos de pacientes que vão aos ambulatórios sem nenhuma doença, mas por conta do uso errado de medicamentos. “Eles devem se conscientizar de que não estão habilitados para decidir quais são os melhores tratamentos”, informa.

O professor ainda destaca que os médicos, além de orientar o que o paciente precisa fazer, também devem reforçar o questionamento de eventuais dúvidas. “A receita é um procedimento tão sério quanto uma cirurgia. A prescrição deve estar com letra legível e sem abreviações”, observa.

Antibióticos

A venda deste tipo de medicamento é proibida sem a prescrição médica. “É perigoso o uso por conta própria, pois sem a orientação de um especialista, a bactéria pode se tornar resistente e prejudicar o tratamento. Por isso, também é necessário tomar o remédio de acordo com o período indicado”, declara Gorzoni.

Medicamentos X Alimentos

Muitas pessoas têm dúvidas sobre, por exemplo, se há problema em ingerir certos remédios com suco de laranja. Gorzoni esclarece que há alimentos que podem interferir na substância de alguns medicamentos:

– Antibióticos: não agem quando são tomados com leite.
– Sulfato ferroso: o ideal é a ingestão com suco de laranja, porque assim oxida.
– Remédios para pressão alta: a absorção é melhor quando não são consumidos junto às refeições.
– Medicamentos para doença de Parkinson: o efeito é melhor ao ingerir uma hora antes ou depois de se alimentar.
– Remédios para hipotireoidismo: devem ser tomados com água, em jejum, 30 minutos antes do café da manhã e sem nenhuma outra medicação associada no momento de ingeri-lo.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 36, em 11/3/2014. Assine nossa newsletter: http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

 

Mulheres em Debate

No dia 31/3/2014, segunda-feira, das 7h às 13h, a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo realizará o encontro “Mulheres em Debate“. O evento tem a organização do curso de Graduação em Enfermagem da FCMSCSP, por intermédio de seu Departamento de Enfermagem na Saúde da Criança, Adolescente e Mulher , e é voltado a alunos e profissionais de Enfermagem.

As inscrições estão abertas no site da Faculdade Santa Casa de São Paulo. Acesse: http://goo.gl/PHFLRC.

Mulheres em Debate - Faculdade Santa Casa de SP

Programação

7h às 7h30: Recepção aos participantes

7h40 às 8h:  Abertura

8h às 9h: Palestra – Assistência de Enfermagem na Casa de Saúde da Mulher da Unifesp: Relato de Experiência
Dra. Anelise Ridel Abrahão – Prof.ª Adjunta da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenadora da Assistência de Enfermagem da Casa de Saúde da Mulher Dr. Domingos Delascio

9h às 10h: Palestra: Violência Obstétrica
Prof.ª Ruth Hitomi Osava, doutora pela Universidade de São Paulo/ USP

10h às 10h30: Intervalo

10h30 às 11h30: Palestra: Aspectos psicológicos nas diferentes fases da vida da mulher e seu impacto na saúde
Me. Adriana Fregonese, professora da FCMSCSP e coordenadora das Especialidades em Psicologia

 11h30 às 12h30: Discussão dos temas apresentados

13h: Encerramento 

Local: Auditório Dr. Emilio Athié – Rua Dr. Cesário Motta Jr., 112, Vila Buarque, São Paulo (SP)

Obs.: programação sujeita a alterações, sem prévio aviso