Aluno da graduação em Enfermagem da FCMSCSP ingressa em concorrido curso

O aluno Nelson FrancProf. Dr. Jair Guilhermeisco Correa Neto, que cursa o 7º semestre da graduação em Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, foi um dos selecionados para participar do 19º Curso de Inverno de Farmacologia da Faculdade de Medicina da USP.

Com duração de 15 dias, o concorrido programa tem como principal objetivo mostrar técnicas utilizadas em pesquisas. O aluno passou por uma análise curricular, na qual foram avaliados requisitos como formação, estágios, pesquisas desenvolvidas, participação em congressos e histórico escolar.

De acordo com o estudante, a Faculdade Santa Casa de São Paulo o incentivou a participar do programa, além de ter colaborado para a concretização de seu ingresso. “O curso é bastante concorrido e conceituado, e conta com a participação de candidatos do país inteiro. Com certeza, ele irá contribuir muito no desenvolvimento de minha carreira. Vou adquirir conhecimentos teóricos e práticos de temas extremamente importantes, além de conhecer profissionais de todo o Brasil e trocar inúmeras experiências”, afirma.

Atualmente, Nelson participa do grupo de iniciação científica “Potencialização do sistema endocanabinóide e a reconsolidação da memória associativa de reforço positivo induzida por etanol em camundongos”, da Faculdade Santa Casa de São Paulo.

De acordo com o Dr. Jair Guilherme dos Santos Junior, professor adjunto de Farmacologia da Instituição e coordenador do projeto, a pesquisa aborda a dependência de drogas, com testes realizados em camundongos. “A dependência pode ser considerada uma memória de longa duração que está em constante reconsolidação, o que a torna cada vez mais potente. Portanto, a inibição do processo de reconsolidação tem um grande potencial terapêutico. Nosso objetivo é interferir nesse processo através da potencialização do sistema endocanabinóide”, afirma.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 21, em 10/7/2013. Assine nossa newsletter http://www.fcmsantacasasp.edu.br

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Conjuntivite alérgica pode ser causada por medicamentos de uso oral e ocular

Dra. Maria Cristina Nishiwaki DantasMuito comum durante o inverno, a conjuntivite pode não ser ocasionada apenas por vírus ou bactérias, mas também por reações alérgicas contra poeira, poluição e até medicamentos de uso ocular e oral. De acordo com a Dra. Maria Cristina Nishiwaki Dantas, professora adjunta do departamento de Oftalmologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, esse tipo da doença é classificada como infecciosa e não infecciosa. “Conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular e a parte posterior das pálpebras.

A forma infecciosa da doença é classificada como bacteriana ou viral, sendo a última a mais frequente entre as pessoas. “A conjuntivite viral é mais comum no verão, mas pode ocorrer em todas as épocas do ano”, afirma a Dra. Maria Cristina.

Segundo a especialista, se não tratada adequadamente, a inflamação pode até cegar o paciente. “Não é usual, porém o agravamento da conjuntivite é capaz de deixar cicatrizes na córnea e esse indivíduo pode precisar de cirurgia para recuperação visual. Não devemos tratá-la como um problema banal”, enfatiza.

Para o tratamento da conjuntivite viral, a professora indica compressa gelada e colírios lubrificantes, já a bacteriana pode ser combatida com colírios a base de antibióticos. “Os principais sintomas são olhos avermelhados, dor, fotofobia e lacrimejamento. Porém, nem todo olho vermelho é conjuntivite. O paciente deve procurar um profissional da saúde para realizar o diagnóstico correto”, explica.

Algumas ações que contribuem para evitar a conjuntivite:
– Evitar aglomerações
– Lavar as mãos com frequência
– Evitar coçar os olhos
– Usar toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos
– Trocar as fronhas dos travesseiros diariamente (enquanto perdurar a conjuntivite)
– Não compartilhar rímel, delineadores ou qualquer outro produto de beleza
– Não se automedicar

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 20, em 25/6/2013. Assine nossa newsletter:http://www.fcmsantacasasp.edu.br.

Dislexia e impactos para o indivíduo

Dra. Ana Luiza NavasIdentificada inicialmente como uma dificuldade de aprendizado, a dislexia persiste ao longo da vida escolar e profissional do indivíduo. De acordo com a Dra. Ana Luiza Navas, professora adjunta e diretora do curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, “o que diferencia o quadro de dislexia de uma dificuldade inerente ao desenvolvimento típico de leitura é a persistência do problema mesmo quando a criança recebe uma estimulação adicional”.

Para conhecer mais a respeito deste assunto, confira o artigo da Dra. Ana Luiza, que também é presidente do Conselho Administrativo da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (2012-2013), publicado no Caderno Técnico & Científico da Revista Nacional de Reabilitação – Reação, edição 92 (mai/jun.2013 – volume 82). Clique aqui.

Fonoaudiologia da FCMSCSP marca presença em congressos internacionais

Duas pesquisas desenvolvidas no curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo foram recentemente apresentadas em congressos internacionais, demonstrando a qualidade dos trabalhos realizados na Instituição.

Prof.ª Dra. Noemi TakiuchiEm Manchester (Inglaterra), a professora Noemi Takiuchi apresentou o pôster “Linguistic profile of Brazilian children entering primary school with positive screening for developmental language disorders”, no Child Language Seminar 2013. Os dados apresentados fazem parte de um projeto em andamento, sobre fatores de risco e de proteção para o desenvolvimento da leitura e contou com a participação das fonoaudiólogas Camila Andrade Barboza e Liliane Resende Laviano, alunas do Mestrado Profissional em Saúde da Comunicação Humana.

Fonoaudiologia

E no International Epilepsy Congress, em Montreal (Canadá), a aluna Raiene Telassin Barbosa Abbas apresentou o trabalho “Research of communication skills in patients with epilepsy”, resultado de sua pesquisa de iniciação científica financiada pelo Fundo de Amparo à Pesquisa FAP-FCMSCSP e orientada pelas professoras Cristiane Stravino Messas e Christina Funatsu Coelho.