Vivência internacional na UdeM

Acompanhe, no vídeo a seguir, a opinião da aluna Karla Monteiro do 3º ano do curso de Graduação em Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo sobre a sua experiência acadêmica na UdeM (Université de Montréal), uma das mais conceituadas instituições do Canadá. Com apoio do Núcleo de Relações Internacionais e do Prof. Hudson Buck, do Departamento de Ciências Fisiológicas, a aluna se inscreveu e foi contemplada com uma bolsa do Programa Ciência sem Fronteiras, do Governo Federal.

Anúncios

Vacina contra H1N1 protege grupo de risco e previne disseminação da doença

Anualmente, a gripe H1N1 atinge de 5% a 15% da população mundial, o equivalente a mais de 600 milhões de pessoas, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). O vírus circula o ano inteiro, sendo transmitido facilmente, o que resulta em cerca de três a cinco milhões de casos graves e em 250 mil a 500 mil mortes, sobretudo, de idosos e portadores de doenças crônicas.

Dr. José Cassio de Moraes“O quadro da gripe H1N1 pode se agravar especialmente em crianças, pacientes crônicos e idosos, além de causar a morte, sobretudo, de quem tem outras doenças como diabetes, asma e angina”, afirma o Dr. José Cassio de Moraes, professor-adjunto do Departamento de Medicina Social da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Em 2012, o vírus H1N1 provocou 2.614 internações no Brasil, contra 181 registradas ao longo de 2011. Os estados mais afetados foram Santa Catarina (743), Paraná (621), Rio Grande do Sul (520), São Paulo (370), Minas Gerais (134), Mato Grosso do Sul (60) e Ceará (53). De acordo com a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, as internações por essa cepa representaram 65,5% das 4.016, causadas pela gripe.

Por indicação da OMS, a versão 2013 da vacina contra a gripe irá proteger as pessoas das duas cepas do vírus influenza A (H1N1 e H3N2) como também de uma cepa do vírus influenza B.

“A vacina reduz em 48% o risco de problemas cardiovasculares e ainda protege o bebê dentro da barriga da mãe. A imunização é importante para diminuir a ocorrência da doença e proteger a todos, inclusive, os que estão no grupo de risco”, conclui o professor.

Texto originalmente publicado no boletim Conectar, edição 14, em 2/4/2013. Assine nossa newsletter:http://www.fcmsantacasasp.edu.br.